Gabriela Prioli desconfia ser uma fraude

Gabriela Prioli contou no Correio Braziliense (03/11/2020) que sofre de “síndrome de impostora”. Segundo ela, a  síndrome se apresenta quando alguém se mostra como uma pessoa que alcança sucesso e, ao mesmo tempo, desconfia – injustificadamente – que  ela própria é uma fraude. Logo após dizer isso, ela não aguenta se segurar e fala de uma outra síndrome, que seria pior ainda, mas que nada teria a ver com ela: síndrome de Dunning-Kruger. Ela define: “leva indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto a acreditarem saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos.”

Essa mania de síndromes para todo lado, para se explicar e, talvez, se esconder ainda mais, deve também ser uma síndrome? Uma loira cheio de síndromes! Talvez Gabriel Pensador faça nova música!

O problema da Prioli é simples: a tal síndrome de impostora, no caso dela, não é propriamente uma síndrome; trata-se de uma desconfiança plausível, originada de elementos empíricos. Ela de fato é uma fraude! Mas ela não precisaria ser isso. O que a fez ser uma fraude foi o destino. Talvez este seja o destino de muitas loiras com rosto de boneca que não se dão conta que, na infância, foram poupadas, e que isso gerou alguns despreparo – às vezes cognitivos, às vezes emocionais e, não raro, as duas coisas (veja o artigo A perversa fábrica social de loiras burras).

Pelo que há de velho na Internet sobre ela (fotos, etc.), tudo indica que a loira tentou ser modelo, mas não foi adiante. Então, tendo feito faculdade, e tendo buscado algo alternativo mas semelhante ao trabalho diante das câmeras, acabou sendo empurrada para mais do que pode oferecer de correto, e isso por conta do seu visual, que é um rosto que todo marqueteiro procura, uma vez que é algo bem aceito no Ocidente.

A fraude aumentou, no entanto, não por conta só dela, mas pelo fato da CNN ter criado um projeto de debates viciados na qual ela participou. Ora, uma vez diante de um energúmeno fascistóide como Caio Miranda (que de vergonha parece que mudou o nome: Coppola), ela acabou se passando por vítima e foi tomada por muitos desinformados como alguém de esquerda. Mas ela não é nem vítima e nem é de esquerda. Ela é apenas uma pessoa que surfa na onda de um senso comum jornalístico. Fala clichés da área do Direito, mexe muito no cabelo e aproveita bem o telepronter. Ora, com uma boa equipe produtora junto dela para fazer suas falsas “lieves”, e com um pé em uma grande mídia em horário nobre a seu favor (além de evangélicos montando uma entrada na classe média), não foi difícil para ela despontar no Youtube e, então, ludibriar a Folha de S. Paulo. A Folha tropeçou com o Kim Kataguiri e, no entanto, ainda não aprendeu a lição. Ter Prioli escrevendo é trazer o jornal para a sétima série! Quando leio aquilo na Folha, fico com vergonha alheia!

Em um mundo como o nosso, em que as mensagens se tornam cada vez mais rápidas, um jardineiro débil mental pode comandar uma potência nuclear. O filme já nos mostrou isso. Mas, se o jardineiro é exposto demais, em um determinado momento a magia acaba. Prioli deveria ter se preservado. Mas a ânsia de aparecer a fez ficar mais tempo no Instragram do que deveria. E eis que a máscara caiu ao se defrontar com um caso de estupro no local de trabalho do marido. Nessa hora, tentando salvar o marido, foi se complicando até que …pimba! Caiu tudo. Em apenas um dia todos perceberam que Prioli não tinha coisas na cabeça além do que dizia o telepromter. Sem ele,  a loira se enforcou rapidamente.

Como ela é loira bonequinha, e desde criança aprendeu a fazer denguinho e biquinho, vai ficar chorando nas redes sociais, posando de vítima. Esse papel atrai homens imaturos e assexuados, que virão protegê-la. Mas os inteligentes ficarão mais enfarados dela do que já estão.

Paulo Ghiraldelli, 63, filósofo.

31 thoughts on “Gabriela Prioli desconfia ser uma fraude

    1. Marisa parece que sua burrice é sepulcral, e o modo como escreve meu nome mostra isso. Nao adianta defender a Gabiru, ele é tão burra quanto você. E veja o tempo que estou na praça e cada dia mais mais gente me lê e me segue. Sacou? Consegue entender que você está na contramão?

  1. Eu não tenho a antipatia pela Gabriela Prioli que o professor Paulo Ghiraldelli tem. Só acho ela meio banal. Agora, é muito legal a cruzada do prof. Paulo contra esse bando de identitários estúpidos, que tratam toda mulher, todo negro, todo gay como perfeitos, vítimas da opressão do homem hetero branco. Qualquer contestação a algum deles é machismo, racismo, homofobia. Muito interessante a coragem do prof. Paulo, ao afirmar, certa vez, que nem sempre o homem que agrediu uma mulher foi por machismo. Muitas vezes é por ela ser mais fraca. Ele também agride crianças, animais, homens mais fracos. É um canalha, mas pode não ser machista.

  2. Filósofo, saudações sinceras,

    Acho seu ponto.de vista sempre interessante ainda que eu nao concordo. Por exemplo, concordo que a Prioli deve ser desmascarada, mas creio também que e possível ser duro e contundente sem precisar xingar a pessoa de burra, ou mesmo responder a leitora que o criticou chamando-a de burra. E certo eu concluir que o sr. Acha a maioria da população brasileira burra, visto que com certeza a Grabriela e mais educada em todos os sentidos que a maioria do seus leitores, isso pra ficar em um universo pequeno. Comentaristas como ela podem ser mal intencionados , mas não sao burros, e o sr. Tem idade suficiente pra saber disso. Penso que poderia usar menos adjetivos e refinar seus argumentos. Esse linguajar violento lhe retira credibilidsde. Contundência sim, xingamento não.
    ROGÉRIO SACRAMENTO , 43
    DIADEMA SP

    1. Então se a pessoa for burra, devemos dizer o que?
      Meu caro, burros e burras existem…
      Isto é inegável….
      Não adianta querer tapar o sol com a peneira e dizer: ‘Esta pessoa não é burra. Ela tem habilidades cognitivas diferenciadas’…..
      Isto não vai fazer o burro/burra menos burra/burro, vai?

  3. Parece que o identitarismo na esquerda é uma erva daninha difícil de arrancar. Vamos nos livrar de Trump e Bolsonaro depois que parte da esquerda os ajudou a se elegerem e, continuaremos ouvindo o mimi, o choramingo identitario, boboca e fracote? Essa esquerda não aprendeu nada!?! Como é cansativo! Parece que é como tirar leite de pedra, pois parece que parte considerável da população brasileira é irremediavelmente energúmena. ‍♀️‍♀️‍♀️

  4. Passando para expressar minha alegria!

    Parece que o laranja vai mesmo se foder!
    Geórgia e Pensilvânia, estados lindos!

    O lacaio do Trump, de apelido Bozo, aparece chorando.
    Pode charar, Bozo. O pr´óximo é você, Bozo!

    GRANDE SEMANA!
    Aquele ‘jornalista’ asqueroso demitido de quase todos os lugares, o Fávio denunciado, o Trump derrotado e Bozo já sabendo que a maré virou!

  5. Fale oque quiser da Prioli, eu acho ela gostosa, a mesma tá perdendo tempo como pseudojornalista, ela ganharia muito mais dinheiro posando nua para a playboy.

    Eu com certeza compraria, e bateria boas punhetas para a mesma :)))))))

  6. Prof, aproveitando o gancho do fim da Playboy, há bastante registro seu sobre a condenação da nudez, a assexualidade da direita. Mas não seria também um forte apelo identitário que levou o fim da circulação dessa revista e de outras?
    A indústria pornô teve um declínio ou sofreu uma subversão com o conservadorismo tacanho ascendendo?
    Larry Flint continua sentado na cadeira de rodas banhada à ouro.

    1. Um tipo de feminismo levou ao fim os concursos de beleza, que depois reapareceram, e também ao fim da Playboy, embora ela tenha realmente ido embora por conta do mundo virtual. Aliás, como todas as outras revistas.

      1. Professor, posso estar enganado…
        Mas vamos à minha tese:
        Penso que até esta sensaboria da Piolho foi calculada pela CNN e pelo Edir Macedo…
        O fato de ela não ter ‘punch’, ser meio sem sal (e sem açúcar) também, foi coisa friamente levada em conta para colocá-la no tal “Grande Debate” (que nome para um ‘debate’ entre a Piolho e o Coppola!)…
        Não poderia ser alguém com a aparência da Anitta, por exemplo, com todo o seu punch sexy, para falar o que a Piolho falava…
        Tinha que ser alguém como a Piolho…
        Para conquistar o público que a CNN almeja: a classe média burra e ignorante que acha que aquele programa é realmente um debate de ideias…
        Se eu estiver errado, pode descer a lenha em mim, professor!
        Não sou mimizento. kkkkkkkk

      2. Não que eu esteja falando que a Anitta tenha condições de debater seriamente qualquer coisa.
        Estou dizendo da atitude e do jeito da pessoa.
        Não seria ouvida pelo público burro da CNN se fosse sexy demais.
        Mesmo que fosse a pessoa mais culta, informada e inteligente do mundo.
        Se bem que eu bati palmas para o que a Anitta falou para o Constantino….
        Especialmente a parte de comer o cu dele com o cintaralho….
        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        E a direita ficou toda mimizenta com ela….
        Vá la no Twitter do Constantino ver o que os defensores mimizentos dele falaram….
        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        O senhor dará muitas risadas!

  7. Aliás, não poderiam ser pessoas feias também, né?
    Nem muito bonitas, nem muito feias.
    Teria que ser uma pessoa mediana, sem sal….
    Assim, a classe média burralda/ignorante/preconceituosa seria convencida.
    Se fosse sexy demais, a classe média não ouviria a pessoa, pois acharia que é uma ‘puta’ de maus costumes, e não ouviria.
    E se fosse feia demais, ou aparentasse ser pobre, a classe média sacaria de seu preconceito de classe e diria:
    ‘é feia e pobre! Não é rica! Não pode ser inteligente!
    Afinal, quantos milhões ela tem?
    No Brasil, só rico é inteligente!’
    Fala assim a classe mérdia que acreditou que o Guedes era um gênio da raça, por ter enricado na especulação….
    Como se para isto, fosse necessária muita intelgência!

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