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25/09/2018

Violência

Pode JAIR se acostumando com facada?

[Artigo para o público em geral] Expliquei durante três dias, com várias técnicas didáticas, para a Janaína Paschoal, que ter uma arma em casa ou na cintura não evita assaltos, assassinatos etc. População armada não diminui a violência, ao contrário, aumenta. Todas as estatísticas mundiais mostram isso. Mas não lancei mão de estatísticas, relatei para

Notas para uma teoria da violência religiosa

Será mesmo que podemos levar a sério divergências religiosas, ideológicas, classistas, de gostos e tudo que implica alguma forma de exposição concatenada em uma forma de narrativa mais ou menos racional? Será que temos realmente divergências dessa ordem? Talvez nossas divergências — especialmente as que levam à violência religiosa — não sejam senão mero xenofobismo.

Um tapinha russo não dói?

Encontrei um livro que fala de como tratar fascistas, como discutir com fascistas etc. Li um pouco. Mas o texto é ruim, chato mesmo. E tem um defeito grave: parece se divertir em ser fascista contra fascistas. Deveria se chamar: carta da intolerância contra que eu acho que é intolerante. Quero conversar sobre isso, levando

Radiografia do estupro

Cada estupro é um estupro. Diretores de cinema sabem mais disso que as mulheres estupradas. Médicos de prática de autópsia, então, nem se fale! As narrativas variadas apontam motivos e fases numeráveis e identificáveis. E nisso há alguma semelhança.