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23/10/2017

TV

O desescolarizado aprende pela TV?

Chegamos a pensar, ao menos nos anos setenta, que a escola poderia ser substituída pelos mídia. A tese atingiu seu clímax com um seu defensor, Ivan Illich, e veio para o campo propriamente filosófico com o alerta contido no A condição pós-moderna, de Lyotard. Talvez só agora, nessa época em que a TV é de

Bauman como exemplo da degradação da cultura

Em meados dos anos noventa, eu já estava pelas tampas com as aulas em cursos de licenciatura em universidades públicas. Os alunos já não mais acompanhavam raciocínios, queriam só frases esparsas. Eu acreditava que havíamos chegado no fundo do poço. Meu Deus, que falta de visão a minha! Foi então que surgiu a Internet. Anunciava-se

A Rede Globo continua, o PT não

O Globo Repórter fez hoje, dia 15/04, um programa sobre como que o brasileiro consegue “com trabalho e criatividade driblar a crise”. Caso eu tivesse hibernado nos anos setenta e acordado agora, salvo a cor da tela e o cabelo grisalho de Sérgio Champelin, não sentiria qualquer diferença. A ideia é a mesma de sempre:

O fascismo sem fascistas

Há dois tipos de pessoas: os que buscam soluções para problemas e os que querem eliminar aqueles que eles acham que são problemas. Esse segundo tipo alimenta o fascismo. No Brasil atual, após certa quietude, eles voltaram a botar a cabeça para fora.

Tudo (ou quase) que você precisa saber para namorar

Ninguém está interessado em namorar? Todo mundo quer “ficar” ou “dar uma”. Assim é o boato que se espalha entre os jovens sobre os jovens. E também é a imagem que chega aos mais velhos sobre os jovens. São relativamente quase vinte anos ou mais do “ficar”. E as mulheres agora gozam.