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17/08/2018

trágico

Da impossibilidade de ser um pensador trágico

[Artigo preferencialmente indicado para o público acadêmico] Admirar a tragédia é uma coisa, querer ser um pensador trágico é diferente. Nos nossos dias, fazer isso é, não raro, sinônimo de ignorância. Ou ignorância de quem não aprendeu as línguas ocidentais modernas (um alienígena entre nós) ou a ignorância tosca, ginasiana, de quem não entendeu o

Pode um filósofo ser trágico?

Pode um filósofo ser trágico? O que é ser trágico. Como isso se dá? Quais são os erros comuns dos que, com afoiteza, se dizem trágicos e começam a dar uma de fatalistas e realistas sabichões?

Como usar do trágico para a filosofia – sem estupidez

Há uma modinha entre conservadores: vou ser trágico! Em termos historicamente mais amplos, isso acontece não só entre conservadores, mas também na esquerda há momentos do tragicismo. Quando seus representantes nunca conseguem comandar o que você imagina que eles deveriam comandar, então o mundo fica com destino traçado, de desgraça, e então aparecem esses trágicos.

O paradoxo da humildade (*)

O grego Sócrates identificou o eu com a alma, o cristão Pascal mostrou o eu como o nada (1). Estranho, não? Isento de qualquer contaminação judaica, Sócrates traçou uma distinção entre corpo e alma, colocando o “si mesmo” como sendo a razão ou a inteligência, o que para ele nada mais era que a alma.