Ninguém mais é “burguês” ou “proletário”. Alguns até dizem que são “comunistas”, mas são tão poucos que caberiam no banco
traseiro de um… Lada! (Lembram?). Há os que proclamam que são ateus, mas, quando inteligentes, antes para afastar religiosos chatos que por querer negar Deus. Há os que se afirmam negros, mas nem sempre! Aliás, conforme o lugar é desnecessário, e há os lugares em que isso é tão necessário que é bom não visitar. Agora, há algo que se diz sempre e até é gritado por aí. Parece necessário dizer que se é heterossexual ou homossexual ou bissexual ou alguma que seja “sexual”. Ou se é “sexual” ou não se é nada. Finalmente chegamos ao que eu disse que chegaríamos: uma identidade calcada no corpo ou em alguma coisa bem relacionada ao que está no imaginário popular como sendo do corpo ou no corpo.











