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27/03/2017

Sartre

Sloterdijk e a redescrição da liberdade

A sociedade antiga e a sociedade moderna diferem, entre outras cosias, fundamentalmente pela noção de liberdade. Os antigos eram livres para se virem capazes de cair sob a obrigação de seu ethos. Ser livre, portanto, era pertencer a um povo livre que, por não ser dominado por nada exterior, se dava ao prazer de poder

Reconceituando o estresse

Nada há de mais errado que acreditar que o estresse pode ser retirado de cena se trouxermos as pessoas para uma vida na calmaria das pequenas cidades ou do campo, ou que ele seria atenuado se nossas grandes cidades tivessem uma vida mais organizada.

Peter Sloterdijk

Subjetividade filosófica dos filósofos

O estudo dos intelectuais pertence a um conhecido itinerário bibliográfico que vai de Max Weber a Sartre passando entre outros por Antonio Gramsci. Mas o estudo da subjetividade do intelectual e, especialmente do filósofo ou do homem teórico, escapa dessa trilha, não raro pavimentada somente com paralelepípedos sociológicos. A subjetividade do homem teórico é um

Sartre e a existência – um verbete

Jean Paul Sartre e a existência – um verbete Jean Paul Sartre (1905-1980) foi pensador, romancista e ativista francês. Manteve-se com uma das grandes estrelas do existencialismo. Um de seus principais pontos de partida é a filosofia de Husserl, que se torna especial para sua teoria da consciência.

Sartre e a liberdade

A escola filosófica de Jean Paul Sartre (1905-1980), o existencialismo, foi algo tão amplo quanto o movimento intelectual da Escola de Frankfurt. Em determinado período do século XX, os mais diferentes e divergentes filósofos se diziam existencialistas.