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19/06/2018

Safatle

Como não entender narrativas históricas. O modo Safatle de não entender.

[Artigo escrito para o público acadêmico] Há uma história que não sabe procurar responsáveis, só culpados. Ela até ajuda, às vezes, o pensamento crítico, todavia, quando impregna a cabeça dos professores exageradamente, transforma-os antes em policiais que em verdadeiros pesquisadores. São absorvidos não por uma visão moral, mas por um moralismo de perseguição que rapidamente

Não seja PT 2.0

Hélio Bicudo deixou o PT, votou em José Serra, na perspectiva de oxigenação – antes a alternância que qualquer outra coisa, dizia ele. Plínio de Arruda Sampaio deixou o PT, foi candidato contra Dilma. Denunciou as falcatruas e os projetos falsos – Prouni à frente – do PT. Ao longo de trinta anos, muitos foram

Ideólogos contra a democracia liberal moderna

Enquanto existir o capitalismo haverá em algum lugar quem o conteste e, por isso, ideias de socialismo estarão vigentes. Parece evidente, não? Mas não é uma verdade necessária. Podemos ter mazelas de todo tipo no capitalismo e, no entanto, não termos reclamações a respeito delas, ou então termos reclamações e, no entanto, dificilmente identificadas com

Uruguai na frente? Mas há uma corrida desportiva por aí?

Imaginei o professor Wladimir Safatle escrevendo seu artigo “Uruguai na frente”: uma mão no teclado e a outra segurando fogos de artifício (Folha, 17/12/2013). Digitou comemorando entusiasticamente a descriminalização da maconha no Uruguai, mas não conseguiu perceber que o que colocou no mesmo saco são coisas bem diferentes. Afinal, junto da “maconha legal” ele festejou

Paixões políticas, pensamentos encalacrados

A Folha de São Paulo nos trouxe essa semana dois artigos curiosos, por meio de seus colunistas filósofos, Luiz Felipe Pondé e Wladimir Safatle.  Chamo esses textos de curiosos porque eles me provocaram, ainda que, tomados como são, eles foram feitos para que não pensássemos. Explico.

Os filósofos e os protestos de junho

Os filósofos e os protestos de junho Filósofos de esquerda como Marilena Chauí e Vladimir Safatle divergiram em suas análises do movimento de protestos. Pejorativamente, Chauí falou da “dimensão mágica” dos protestos, algo que derivaria do não domínio técnico e econômico da Internet por parte de seus usuários, levando em conta que a Internet, e

A revolução fora do banheiro

A revolução fora do banheiro “Se abandonarmos nossos medos, outras formas de organização virão”. O professor Wladimir Safatle termina assim o seu artigo na Folha de S. Paulo (25/06). Aparentemente diz algo na contramão das posições conservadoras, que estão agarradas aos pelos das pernas de Augusto Comte, no nosso “ordem e progresso” que deixou o

Cangurus e caramujos

O brasileiro canguru e o brasileiro caramujo Há quem diga que o brasileiro virou um animal australiano. Ou se é um canguru ou não se é brasileiro. Brasileiro mesmo, de verdade, tem bolsa. Segundo essa visão, não haveria mais como imaginar o Brasil sem o “sistema bolsas” criado e/ou ampliado no governo Lula.