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21/06/2018

Rousseau

Comendo placenta, com gosto!

Para minha amiga Isabella Callia Há sim uma modinha atual de comer placenta humana. Em alguns lugares dos Estados Unidos a linha da gourmetização já avança também por esse nicho. As revistas brasileiras fizeram um pouco de alarde em 2013 e 2014 sobre o assunto. Em 2015 menos, mas no exterior a prática continua andando.

Como enfrentar os fracassos cotidianos?

Para Nany Desaparecer na polis grega era impossível. Passar por um dissabor e, então, recolher-se, era praticamente impensável, quase incompreensível. Os gregos enfrentavam seus problemas conversando entre pares, e seus pares não estavam em casa, e sim na praça e no mercado. Homens livres conversando com homens livres. Em casa estavam aqueles que cuidavam da

Os donos de Jesus

Respostas à pergunta “o que é o homem?”, tão atrativas para os modernos, se tornaram sem graça para os contemporâneos. O Humanismo se desgastou, é claro, e isso deu um tom démodé à pergunta sobre a tal da “natureza humana”. Além do mais, parece que há uma resposta no ar, talvez não explicitada, mas que

Voltando à ditadura do amor

As ditaduras são vistas como regimes de ódio. E são. Mas uma das piores ditaduras é aquela em que não conseguimos identificar o ditador. As ditaduras do amor estão sob essa rubrica. Entre as ditaduras do amor, a mais perversa é a que apanha a mulher condenando-a amar sua prole incondicionalmente.

Rousseau e o primado da intimidade

Tornou-se célebre na história das biografias o desentendimento entre Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) e David Hume. O episódio não foi devido a qualquer problema filosófico, mas poderia ter sido. Rousseau esperava mais calor humano do que Hume, que o acolheu, poderia fornecer. Ora, se olharmos mais detidamente sobre como esses homens consideraram o dito enaltecido por

Emerson para os não néscios

Ralph Waldo Emerson (1803-1882) sintetizou o que nem poderia, talvez, ser sequer agrupado. Ele aprendeu Platão com gosto. Fez Nietzsche e seu antípoda Rousseau beberem o mesmo leite que imaginava poder dar ao americano. Esse leite deveria resguardar a sociedade americana, já em ritmo de democracia de massas, a não perder seu individualismo criador. Emerson

Hobbes e o lobo

O século XX jogou areia sobre a noção de “natureza humana”. A expressão ainda é utilizada, mas, ao menos no âmbito filosófico já não tem semelhanças com a noção que ela designava, a que circulou no campo semântico culto dos vocabulários dos séculos XVII e XVIII.  Com o termo “natureza humana” apontava-se antes para o

Dilma e Lula, os novos socráticos

O governo do PT no Brasil tem sido socrático. Foi preciso a esquerda governar nosso país para que o “conhece-te a ti mesmo” pudesse efetivamente chegar até nós. Quem diria, Lula e Dilma eram devotos da inscrição do Templo de Apolo! Eles nos deram a segunda chance de autoconhecimento de nossa história no pós-Guerra.

Rousseau e Sloterdijk: a intimidade fantasma

Rousseau trouxe o conhecimento para o campo íntimo e moral. Mais que qualquer outra característica, foi isso que provocou o mau humor de Nietzsche. O filósofo alemão batizou O genebrino de “tarântula moral”. Afinal, trazendo o crivo do que pode ser aceito pela razão para o “coração sincero”, Rousseau fez do conhecimento alguma coisa dependente

A degola

Todos nós sabemos que o filósofo genebrino Jean-Jacques Rousseau inventou o “homem natural” enquanto “bom selvagem”. Foi um contraponto claro ao “homem natural” do britânico Thomas Hobbes, para quem “em estado de natureza” só ocorreria a “guerra de todos contra todos”.

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