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18/06/2018

rosto

O espaço do rosto

Espacializamos o tempo para entendê-lo e dominá-lo. Ele é fugidio, mas nós o enclausuramos modernamente nos relógios. Ferramos o tempo com ponteiros e, depois, com visores digitais. Mas esse tempo assim espacializado pertence ao mundo dos mortos. No mundo dos vivos, nossa tentativa de apreender o tempo é uma via de mão dupla. Tentamos apanhá-lo,