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19/11/2017

Religião

O que ocorreu de fato com o ensino religioso?

POSTEI NO MEU FACEBOOK: “COMEÇAMOS COM O ‘ESCOLA SEM PARTIDO’. Fomos para a tirada da filosofia e da sociologia como disciplinas. Então, veio de novo a “cura gay” e, ainda por cima, generais sem serviço falando em Intervenção e o débeis do MBL buscando o fechamento da exposição de arte Queer do Santander. Agora, introduzimos

Um topos para a maconha

AS DROGAS ENTRARAM de modo decisivo para a sociedade humana pela prática cultural religiosa. Confunde-se com a transição da pré-história para a história. E desse tempo até hoje, não saiu mais. Não há registro de uma sociedade sem drogas, calmantes ou estimulantes. Havia um lugar para as drogas na sociedade primitiva e antiga. Mesmo nos

Nossa boa religiosidade atual: entre William James e Peter Sloterdijk

Um bom leitor europeu do pragmatismo americano tradicional? Este: Peter Sloterdijk. Melhor ele fica quando o autor escolhido é William James, nos estudos de religião. A nova publicação em alemão do clássico de James, As variedades da experiência religiosa, traz um estupendo ensaio de Sloterdijk. Neste, encontramos o significativo trecho: “Seu [de James] caminho foi

Como lidar com anjos?

Acreditamos em anjos que são oriundos das narrativas judaico-cristãs. Ao menos à primeira vista. Esquecemos de investigar as características de nossos anjos. Deveríamos fazer isso, aprenderíamos muito sobre eles, especialmente sobre os que mais confiamos, os anjos da guarda. 

Você sabe algo sobre sexo?

Não há nada que seja assunto mais comentado entre nós que sexo. Foucault disse essa verdade que alguns, adeptos toscos da “hipótese repressiva” (do freudomarxismo do boteco), não conseguiam ver. Não somos reprimidos quanto a falar de sexo, aliás, falamos disso – só falamos disso! Mas entre falar e saber há um mundo. Falamos demais,

Yes, nós temos Codó

Yes, nós temos Codó Por volta de 1999 meu segundo casamento estava fracassado. Não tinha conserto. O melhor seria arrumar um terceiro. Por conta de um convite para palestrar em Teresina, consegui uma namorada, aluna do curso de filosofia da Universidade Federal. Por uns tempos, então, minha circulação pelo Norte voltou a ser prioridade (vinte

Será que lá há vida inteligente?

Será que lá há vida inteligente? O homem pisou na Lua.  1969. Eu estava colado no televisor vendo tudo. Abria-se uma nova era e nós, crianças da classe média brasileira, fazíamos mais ou menos o que as crianças americanas faziam, brincávamos de astronautas. Queríamos ser astronautas. Afinal, era a única profissão que conciliava três elementos