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20/11/2017

protesto

O que diz e o que não diz Judith Butler

Texto indicado preferencialmente para o público acadêmico Judith Butler é da minha geração. Ela é de 1956 e eu sou de 1957. Nossas leituras em filosofia não diferem muito. Hegel está na base. Ela encontrou a postura light em Derrida, e eu em Rorty. Ela está nos quadros de uma filosofia da não-violência, eu ainda

“A liberdade é muito importante para ficar nas mãos de liberais” (Sloterdijk)

Quando Luis Carlos Prestes esteve na Campanha das Diretas Já, a população lá embaixo diante do palanque, esperando a festa, não era comunista. Quando Brizola subiu para falar, a população lá esperando, não era socialista. Quando Lula falou, a população aplaudiu, mas não tinham a intenção de elege-lo depois a nada – ele amargou várias

A revolução do indivíduo

A revolução do indivíduo A Primavera Brasileira tomou corpo e rosto, finalmente. Já sabemos o que ela é. Trata-se da revolução do indivíduo. As manifestações imediatamente anteriores ao Golpe de 1964 eram antes de tudo protestos empurrados por disputas de governos estaduais contra o governo federal. Em 1968 não foi muito diferente. Os estudantes foram

Façamos Primavera no Outono

Façamos Primavera no Outono Na “Campanha das Diretas” a imprensa mais rica chegou tarde. No “Fora Collor”, exceto a Veja e o Jô Soares, a imprensa mais rica foi arrastada para os eventos e demorou para aderir. Agora, após a polícia atacar jornalistas, a imprensa começa, novamente, a sair de seu costumeiro conservadorismo. Enquanto escrevo,

“Santa Ignorância, Batman”

“Santa Ignorância, Batman” Meu pai foi descalço à escola pública. Não era protesto, era falta de sapato mesmo. Eu não fui descalço, não vesti saia e não participei de muitas estripulias desse tipo, mas meus colegas tiveram seus momentos próprios entre os anos setenta, no colégio, exatamente onde meu pai era diretor. A coisa mais