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17/12/2018

preconceito

Como surgiu o preconceito em relação a negros? Solidariedade ao professor Thiago dos Santos

[Artigo para o público em geral] Ele foi agredido em sala de aula. Humilhado. Pediu ajuda. Escutaram, mas não ajudaram. Ele percorreu os corredores da escola e, dpois, da burocracia. Seus superiores não lhe deram cobertura. Ninguém lhe deu atenção. Chorando e desesperado, abandonou o trabalho como professor (veja reportagem aqui). Essa é a história

O preconceito não é uma questão de mais ou menos energia gasta

Este artigo é indicado preferencialmente para o pública acadêmico “Nos iludimos ao imaginar que o preconceito seja erradicável. Somos preconceituosos de saída, uma vez que nosso cérebro economiza energia ao catalogar nossas experiências”. Esta é fórmula da psicanalista Vera Iaconelli para explicar o preconceito, em seu blog na Folha (28/11/2017). Mas as coisas não funcionam

“Gorda e burra” – é preconceito?

“Aquela mulher é gorda e burra”. Não há nenhum preconceito nessa frase. Ela é puramente descritiva. Uma mulher gorda é descrita como gorda, uma mulher burra é descrita como burra. Descrever não é conceituar ou preconceituar. É difícil entender isso? Preconceito haveria se a frase contivesse implicação: “Gorda, então burra”. A implicação tradicional: se p,

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.