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16/12/2017

preconceito

O preconceito não é uma questão de mais ou menos energia gasta

Este artigo é indicado preferencialmente para o pública acadêmico “Nos iludimos ao imaginar que o preconceito seja erradicável. Somos preconceituosos de saída, uma vez que nosso cérebro economiza energia ao catalogar nossas experiências”. Esta é fórmula da psicanalista Vera Iaconelli para explicar o preconceito, em seu blog na Folha (28/11/2017). Mas as coisas não funcionam

“Gorda e burra” – é preconceito?

“Aquela mulher é gorda e burra”. Não há nenhum preconceito nessa frase. Ela é puramente descritiva. Uma mulher gorda é descrita como gorda, uma mulher burra é descrita como burra. Descrever não é conceituar ou preconceituar. É difícil entender isso? Preconceito haveria se a frase contivesse implicação: “Gorda, então burra”. A implicação tradicional: se p,

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.