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24/09/2017

Peter Sloterdijk

A revolução vegana é irreversível e rápida

Segundo as estatísticas projetivas de várias universidades americanas, em duzentos anos os veganos e vegetarianos serão maioria. Os consumidores de óleo diminuirão também. Isso será um fato! A indústria da carne e derivados está apavorada, pois segundo suas próprias projeções, em menos de dez anos, já haverá uma queda significativa nos seus lucros. Aliás, isso

É possível um mundo sem muros?

Separar-se e criar um campo próprio imunitário é uma regra exposta nas antropotécnicas de Peter Sloterdijk. O homem é, para ele, um designer de interiores – desde sempre. Põe e repõe o útero. E então um dia percebe que a própria Terra é um tipo de nave espacial, um grande útero, que caminha pelo espaço.

O mundo do celular como nosso mundo

Um celular atualmente faz quase tudo. Para algumas pessoas, faz tudo mesmo. Quando ele chegou, pensou-se que seria um instrumento do tipo coleira eletrônica para esposas e maridos infiéis. Depois, acoplado à cultura da Internet hoje já disseminada até entre professores de filosofia brasileiros (uma espécie que rejeita “a máquina” e a novidade por por

O caso Kim na Folha de S. Paulo

Tanto a Folha de S. Paulo quanto a rede Globo estão como barata tonta diante da Internet. Não conseguem se adaptar ao fenômeno, não o entenderam ainda, e então se perdem na ideia de correr atrás de quem eles acreditam que tenha popularidade. Mas popularidade é um coisa, jornalismo e entretenimento é outra. Um calango

Menos luta de classes e sexo

Talvez estejamos chegando na época de sabermos olhar o mundo também sem luta de classes e sem sexo. Não! Não estou dizendo que vivemos em um mundo sem conflitos classistas e, pior ainda, em um mundo em que o sexo não tem importância. Não estou falando das banalidades que sabemos. Estou falando da nossa prisão

Soraya e o dentista matador de leões

Talvez estejamos negligenciando o aviso do filósofo alemão Peter Sloterdijk, de que filhos atuais tendem a ser “bastardos”. Antes éramos filhos de nossos pais, agora, não mais. Em outras palavras: os filhos do dentista que matou Cecil, caso ele os tivesse (não sei se têm), estariam contentes como ele parece estar? Eles reconheceriam no dentista

Sloterdijk: para olharmos para além de luta e sexo

Marx no ensinou a ver a sociedade como contendo opressão. Freud nos fez ver a civilização como resultado de repressão. Nos anos sessenta estourou no meio intelectual o freudomarxismo e, com ele, o sucesso da “hipótese repressiva”. Tanto no capitalismo quanto no socialismo o trabalho nada seria senão um elemento antigo de formação do homem,

Rorty e Sloterdijk

Mantendo-se na tradição holista do pragmatismo americano, o filósofo Richard Rorty desinteressa-se das dicotomias metafísicas como “espírito versus matéria”, ou as da filosofia da ciência como “mentalismo versus fisicalismo”. Também desdenha as dicotomias epistemológicas do tipo “idealismo versus realismo” e, por isso mesmo, Rorty sai do paradigma moderno, cuja principal invenção em teoria do conhecimento

Rousseau e Sloterdijk: a intimidade fantasma

Rousseau trouxe o conhecimento para o campo íntimo e moral. Mais que qualquer outra característica, foi isso que provocou o mau humor de Nietzsche. O filósofo alemão batizou O genebrino de “tarântula moral”. Afinal, trazendo o crivo do que pode ser aceito pela razão para o “coração sincero”, Rousseau fez do conhecimento alguma coisa dependente

Por que o belo é belo?

Por que o belo é belo? Ou Bruna Marquezine em ritmo de aventura Marx foi um filósofo de mão cheia. Em estética, ele lançou uma das questões mais centrais de toda a filosofia do belo. Ele escreveu de modo magistralmente econômico sobre um problema fundamental da estética, coisa que outros gastaram livros e livros sem

As utopias de Nozick e Sloterdijk

O norte americano Robert Nozick defendeu nos anos setenta a utopia de uma sociedade de liberalismo máximo. Os impostos seriam mínimos e o papel do Estado também. Essa sociedade iria se beneficiar de serviços coletivos antes fruto de iniciativas de cada cidadão, empresário ou não, que os vindos do chamado “poder público” com rosto estatal.

Félix no centro do furacão

Por mais mal que Félix faça o público o perdoa. No próprio enredo do folhetim, ele também não fica isolado, o filho e a verdadeira mãe o acolhem. Três amores: o do público, o do filho que sabe agora que não é filho e o da ex-chacrete, que é sua mãe.