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16/12/2017

negro

O negro no Brasil, o negro nos Estados Unidos e o “negrinho do DEM”

A Universidade de Georgetown irá pedir desculpas aos descendentes de escravos e colocará as mesmas vantagens para eles que são concedidas aos filhos de ex-alunos (Folha 02/09/2016). Com isso, a valorosa e afamada instituição entende curvar-se, reconhecidamente, às declarações de Jefferson, um dos que fixaram as leis americanas com salvaguardas de uma terra de igualdade

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.

O que é pobre e o que é minoria? Ainda as cotas

Ser pobre é uma coisa, ser preto é outra coisa. Minorias por etnia, orientação sexual e gênero são minorias sociológicas, não são definidas por questões numéricas, e sua inserção no vagalhão pelo reconhecimento[1] tem origem, principalmente, no contexto social norte-americano. O pobre não é nem minoria sociológica e nem minoria numérica, ao menos não no

Cotas étnicas, de novo!

NOSSA ESCOLA PÚBLICA foi de boa qualidade entre os anos 40 e 70. Além disso, ela era razoavelmente democratizada. No entanto, mesmo assim, ela não acolheu o negro. Hoje ela até acolhe, mas é de má qualidade. O Brasil é um país de negros e, no entanto, em vários lugares, o negro não circula. Há

Há muito negro francês na escola pública

Há muito negro francês na escola pública Há gênios demais nas secretarias de educação do Brasil todo, e talvez no MEC também. São gênios caolhos. Eles possuem ideias fantásticas, mas como são como o coelho do Maurício de Souza, procriam muito e enxergam pouco. Ideias não lhes faltam, mas alguma que funcione não aparece de

Berenice, minha irmã preta

Na minha infância na escola não havia dia mais longínquo do presente que o “13 de Maio”. A professora dizia: “dia treze não haverá aula, é o feriado da Abolição da Escravatura”. Pouco ou nada mais. Diferente do “Tiradentes”, do “Descobrimento”, da “Independência” e da “Proclamação da República”, sobre o qual sempre alguma explicação havia,