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23/10/2018

negro

Como surgiu o preconceito em relação a negros? Solidariedade ao professor Thiago dos Santos

[Artigo para o público em geral] Ele foi agredido em sala de aula. Humilhado. Pediu ajuda. Escutaram, mas não ajudaram. Ele percorreu os corredores da escola e, dpois, da burocracia. Seus superiores não lhe deram cobertura. Ninguém lhe deu atenção. Chorando e desesperado, abandonou o trabalho como professor (veja reportagem aqui). Essa é a história

O negro no Brasil, o negro nos Estados Unidos e o “negrinho do DEM”

A Universidade de Georgetown irá pedir desculpas aos descendentes de escravos e colocará as mesmas vantagens para eles que são concedidas aos filhos de ex-alunos (Folha 02/09/2016). Com isso, a valorosa e afamada instituição entende curvar-se, reconhecidamente, às declarações de Jefferson, um dos que fixaram as leis americanas com salvaguardas de uma terra de igualdade

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.

O que é pobre e o que é minoria? Ainda as cotas

Ser pobre é uma coisa, ser preto é outra coisa. Minorias por etnia, orientação sexual e gênero são minorias sociológicas, não são definidas por questões numéricas, e sua inserção no vagalhão pelo reconhecimento[1] tem origem, principalmente, no contexto social norte-americano. O pobre não é nem minoria sociológica e nem minoria numérica, ao menos não no

Cotas étnicas, de novo!

NOSSA ESCOLA PÚBLICA foi de boa qualidade entre os anos 40 e 70. Além disso, ela era razoavelmente democratizada. No entanto, mesmo assim, ela não acolheu o negro. Hoje ela até acolhe, mas é de má qualidade. O Brasil é um país de negros e, no entanto, em vários lugares, o negro não circula. Há

Há muito negro francês na escola pública

Há muito negro francês na escola pública Há gênios demais nas secretarias de educação do Brasil todo, e talvez no MEC também. São gênios caolhos. Eles possuem ideias fantásticas, mas como são como o coelho do Maurício de Souza, procriam muito e enxergam pouco. Ideias não lhes faltam, mas alguma que funcione não aparece de

Berenice, minha irmã preta

Na minha infância na escola não havia dia mais longínquo do presente que o “13 de Maio”. A professora dizia: “dia treze não haverá aula, é o feriado da Abolição da Escravatura”. Pouco ou nada mais. Diferente do “Tiradentes”, do “Descobrimento”, da “Independência” e da “Proclamação da República”, sobre o qual sempre alguma explicação havia,