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27/03/2017

Montaigne

Montaigne, os animais e o humanismo

Animais não devem sofrer crueldades de modo algum. Michel de Montaigne tinha essa lei no coração. Quando os movimentos de defesa dos animais se colocam hoje em visibilidade até agressiva, à primeira vista acreditamos estar diante de um novo pensar. Quase! Ainda estamos no interior da vaga humanista. O humanismo é uma grande onda cultural

Intimidade e verdade: Montaigne e Rousseau

Há uma passagem de Montaigne a Rousseau que em geral negligenciamos. Um túnel que atravessamos sem nos darmos conta de que caminhamos do homem do Renascimento ao homem da Modernidade alinhados por um aspecto específico: o que fornece uma definição da intimidade como lugar da verdade, e também casa do critério de verdade, e ao

Sloterdijk: a fortuna e o homem do Renascimento

Michel de Montaigne é o típico homem do Renascimento. Nele se aglutinam forças de pensamento helenista relativamente contrárias, criando uma situação quase impossível de ser pensada na origem dessas filosofias. Estoicismo e ceticismo convivem no coração desse ensaísta, aquele que disse ter por assunto preferido ele mesmo. Sempre entendi isso. Ou achava que estava entendendo.

Montaigne e a fundação da subjetividade moderna

O “conhece-te a ti mesmo” inscrito no Templo de Apolo, uma vez adotado por Sócrates, nunca significou qualquer sugestão para a introspecção, nem mesmo para o conhecimento de limites próprios como quando pensamos em nos olhar no espelho para fazermos uma reflexão sobre nossos desejos e possibilidades. Sócrates trabalhou com esse lema a partir de