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23/11/2017

marxismo

A jornalista simplória

Há algum tempo, quando essa segunda onda conservadora começou (a primeira da nossa história recente foi a que levou Collor à presidência), que é a que vivemos agora de modo agudo, uma jornalista da Veja me ligou para uma entrevista. Ela havia escutado em algum lugar que eu tinha criticado os professores de “cabeça estreita”,

Uma medida viável em educação

De futebol alguns entendem; uma boa parte das mulheres ainda diz não entender. Agora, pedagogia não. Cabelereiros, físicos, psicopatas e até empresários sabem dizer como educar. No entanto, com tanta gente sabendo tudo, o Brasil já completou mais de vinte anos indo mal em todo tipo de exame internacional de avaliação de nossos alunos. Sempre

Pequena biografia do Espírito a cavalo

O estado em que Kant deixou a filosofia incomodou sobremaneira Hegel. Kant havia dito que para a existência da pessoa, ou seja, do sujeito moral, era necessário que o indivíduo humano viesse a se comportar contra a sua inclinação e a favor do seu dever. Como assim? Bem, todo cuidado aqui é pouco!

Os vícios capitais e os novos vícios

Vícios capitais são vícios capitais, mas os tais novos vícios, não são vícios, são simples desconforto – e talvez só do autor do livro. Qual? O livro de 2003 do professor de filosofia italiano Umberto Galimberti, traduzido e publicado aqui entre nós pela Paulus, em 2008.

A lição interessante do marxismo

Em 1989, com a Queda do Muro de Berlim, houve quem escreveu que após vinte ou trinta anos poderíamos ler Marx de um modo melhor, mais filosófico que político. Bem, o tempo realmente passou e o comunismo como política não existe mais. No entanto, o marxismo como filosofia, é alguma coisa útil hoje?

Cangurus e caramujos

O brasileiro canguru e o brasileiro caramujo Há quem diga que o brasileiro virou um animal australiano. Ou se é um canguru ou não se é brasileiro. Brasileiro mesmo, de verdade, tem bolsa. Segundo essa visão, não haveria mais como imaginar o Brasil sem o “sistema bolsas” criado e/ou ampliado no governo Lula.

Michael Sandel desdivinizando o mercado

Desde o início dos tempos modernos nossa relação de amor-ódio preferida deixou de ser com Deus e passou a ser com o mercado. Sabemos bem: há até quem diga que é isso mesmo que caracteriza a modernidade. Afinal, Deus e mercado se tornaram entidades intercambiáveis.