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13/11/2019

Marx

Hasselman & Dimenstein: a maconheira e o comunista

Como hoje em dia a adolescência está ampliada, posso tranquilamente chamar Joice Hasselman e Gilberto Dimenstein de jovens. E de fato eles são. Aliás, para a minha geração, eles são jovens mesmo, em vários sentidos. Talvez no sentido de yuppies! Eles estão em briga! Joice chamou Dimenstein de “comunista”, e este retribuiu dizendo que poderia

Zumbis e Designers

Walking Dead é uma série de sucesso. Zumbis tem um pensamento confuso, andam cambaleando e ficam entre o que é coisa e o que é gente. Querem comer os vivos. Mas são lentos e é divertido abatê-los. Filmes da Marvel também fazem sucesso. Ali estão os que se apresentam como o oposto dos zumbis. Surgem

Modernidade, Economia e Filosofia

Todo nós acreditamos na lei de oferta e procura. Ela é uma lei válida. O senso comum se refestela com tal sabedoria. Entre o final do século XIX e início do século XX, ela se instaurou na academia. Hoje em dia, é o que é ensinado nas escolas de economia. Virou parte de uma teoria!

Há mulheres que votam em Bolsonaro?

[Artigo para o público em geral] Há pessoas que votam contra seus próprios interesses? Essa pergunta foi feita nos anos vinte e trinta do século XX por vários teóricos, em especial pelos filósofos da Escola de Frankfurt. Os trabalhadores haviam “perdido o ímpeto revolucionário” e estavam abandonando o projeto revolucionário pelo socialismo. Muitas vezes, preferiam

A retomada de “a sociedade do espetáculo”, de Debord. Comentando um erro de Gilles Lipovetsky

A expressão “sociedade do espetáculo” de Guy Debord não diz respeito diretamente à mídia e ao modo de vida, tipicamente americano, que inaugurou o “show time”. O espetáculo a que Debord se refere é o espetáculo da mercadoria. Ele constrói sua expressão na base de uma visão marxista da noção de mercadoria. O fenômenos midiáticos

Como não entender narrativas históricas. O modo Safatle de não entender.

[Artigo escrito para o público acadêmico] Há uma história que não sabe procurar responsáveis, só culpados. Ela até ajuda, às vezes, o pensamento crítico, todavia, quando impregna a cabeça dos professores exageradamente, transforma-os antes em policiais que em verdadeiros pesquisadores. São absorvidos não por uma visão moral, mas por um moralismo de perseguição que rapidamente

Joel Pinheiro e a saga dos meninos liberais

[Artigo indicado para o público em geral] Há um problema com os liberais jovens brasileiros. Eles não entendem o conflito. Ou pior, eles não suportam viver em conflito. E mais ainda, eles se acham acima de ideologias, uma vez que o liberalismo, como doutrina e ideologia hegemônica no Ocidente, se passa como o pensamento de

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