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24/11/2017

liberdade

O desescolarizado aprende pela TV?

Chegamos a pensar, ao menos nos anos setenta, que a escola poderia ser substituída pelos mídia. A tese atingiu seu clímax com um seu defensor, Ivan Illich, e veio para o campo propriamente filosófico com o alerta contido no A condição pós-moderna, de Lyotard. Talvez só agora, nessa época em que a TV é de

2016: o ano que lutaremos por mais desigualdades

A tarefa dos filósofos em 2016 é a continuação da luta sintetizada por Rorty na expressão “podemos ser versões melhores de nós mesmos”. Seremos nós mesmos, mas quem vier pintar nossos quadros de rosto, deverá usar vários pinceis. Talvez só um químico poderá ajudar o pintor. Pois serão necessárias novas cores. 

O fascismo inerente à política moderna

Exceto a extrema direita, que ainda acha que chamar de “comunista” é xingamento, todos nós estamos usando “fascista” simplesmente para o outro, basta ele discordar. O interessante é que até mesmo os conservadores aderiram à moda.  Em geral, o chamamento de “fascista” vem sem qualquer argumentação, apenas frases reiterando que o outro não pode pensar

“É proibido proibir”

Para o escritor censor Não existiu frase mais séria e histórica que aquela dos muros de Maio de 68: “é proibido proibir”. Os Sixties geraram depois terroristas, jovens dogmáticos, hippies sem liberdade (a droga liberta como Cristo!), políticos magoados e pais da pior espécie. Mas, independentemente de particularidades, no momento dos movimentos de jovens, no

Ainda sou Charles Hebdo?

Talvez tenhamos a chance agora, com a charge de capa do semanário Charlie Hebdo, cujo tema é o menino morto na praia, o símbolo da luta dos atuais refugiados sírios, de entender Francisco I. A direita obviamente já o odeia e a esquerda está com dificuldades de alcançá-lo. Mas, talvez ser de direita ou de

Sartre e a liberdade

A escola filosófica de Jean Paul Sartre (1905-1980), o existencialismo, foi algo tão amplo quanto o movimento intelectual da Escola de Frankfurt. Em determinado período do século XX, os mais diferentes e divergentes filósofos se diziam existencialistas.

Enfim, livres da política

Enfim, livres da política “Todos têm posição política, quem diz que não tem posição política, já está se posicionando politicamente.” Nas décadas de setenta e oitenta vivíamos escutando essa frase. Ela quase se tornou verdadeira. Mas ela era falsa e continua a ser falsa. Quando Aristóteles definiu o homem como um “animal político”, ele estava

Direita e esquerda

Direita e esquerda Os liberais inventaram a igualdade perante a lei. Nada de ser julgado pelo dono da terra, segundo seus critérios voláteis e idiossincráticos. A lei é a lei: escrita (ou quase isso), sempre igual, aplicável da mesma maneira ao rico e ao pobre, ao coxo e ao lépido, ao homem e à mulher,