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18/07/2018

Jesus

Para compreender Jesus, o homem moderno

O termo “subjetividade” é antes da filosofia continental que da analítica. Os filósofos de linha anglo-americana preferem, não raro, falar em filosofia da mente que em filosofia do sujeito. Tanto isso é verdade que suas contribuições à noção de sujeito são, não raro, no sentido de negar o substancialismo mental, como fez Hume, ou por

O que é a verdade?

Mesmo entre professores de filosofia, não é difícil encontrar aqueles que se perdem quando o tema é a verdade. Onde comumente se erra?

Filosofia como arte de democratizar pedras

Nós filósofos nos preocupamos com filosofia. Só com filosofia. Filosofia é a arte de distribuir pedrinhas. Coloco pedrinhas aqui ali, servindo para o tropeço de uns e pista para outros. Essas pedrinhas nossas não pedem licença e nem pedem aval de outros, nem mesmo de nossos pares. São pedrinhas nossas. Estão longe de serem “pedrinhas

Leviatã, o filme russo de Deus

Você quer entrar leve no cinema e sair com toneladas nas costas? Não? Então não vá ver O Leviatã (Andrey Zvyagintsev, Rússia, 2014). Mas se você é corajoso o suficiente para saber quem é Deus, então se prepare para duas horas e vinte e um minutos de encontro direto com Ele.

Comedores de Cadáver

O homem criou a fábula de que é superior aos outros animais. O homem possui razão, diz ele para si mesmo. Mas se isso beirasse alguma verdade, saberia olhar nos olhos dos animais e se recusaria a sacrificá-los. Não é capaz disso. Não tem sido capaz disso.

Cioran e os fervorosos

Talvez a pior coisa que possamos ter diante de nós são os que querem fazer o bem. Principalmente aqueles que nos querem fazer entrar no paraíso aqui mesmo na terra.

Jesus e eu

Sobre a tese de doutorado de Hannah Arendt “Com Jesus não se brinca”. Aprendi isso quando criança, da forma ingênua que todo menino de catecismo católico entende. Mais tarde, aprendi que com Jesus também se brinca, uma vez que ele pediu que deixassem as crianças virem até ele. Ora, conversa séria, de adulto, é algo

O paradoxo da humildade (*)

O grego Sócrates identificou o eu com a alma, o cristão Pascal mostrou o eu como o nada (1). Estranho, não? Isento de qualquer contaminação judaica, Sócrates traçou uma distinção entre corpo e alma, colocando o “si mesmo” como sendo a razão ou a inteligência, o que para ele nada mais era que a alma.

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