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24/11/2017

James

O que o neopragmatismo de Richard Rorty não é

Em um livro de título William James, a construção da experiência, publicado no Brasil pela Editora n-1 (2017), o autor David Lapoujade faz questão de dizer que o pragmatismo não é aquilo que Richard Rorty defende. A frase que ele usa é exatamente esta: “nada mais distante dele [James] que as recentes teses ditas ‘neopragmatistas’

O drama da verdade em filosofia a partir de Tocquevile

O pragmatismo é uma corrente filosófica que a América reivindica, com razão, como sendo de sua propriedade criadora. Seus três grandes heróis nasceram no século XIX: Peirce, Dewey e James. Os escritos desses homens construíram uma parte da história da filosofia no século XX, encorpando trabalhos sobre lógica, epistemologia, teoria moral, política da democracia, estética,

Nossa boa religiosidade atual: entre William James e Peter Sloterdijk

Um bom leitor europeu do pragmatismo americano tradicional? Este: Peter Sloterdijk. Melhor ele fica quando o autor escolhido é William James, nos estudos de religião. A nova publicação em alemão do clássico de James, As variedades da experiência religiosa, traz um estupendo ensaio de Sloterdijk. Neste, encontramos o significativo trecho: “Seu [de James] caminho foi

Pragmatismo e ética moderna

Grosso modo os filósofos atuais acreditam que há duas maneiras de nos descrevermos como cidadãos éticos. Podemos nos mostrar como usuários de um vocabulário que abrigue princípios universais que implicam em um dever, ou que abriguem princípios universais que garantam menos desprazer. Ética do dever e ética do prazer ou do menos desprazer – eis