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18/07/2018

Heráclito

Só os cachorros amam segundo a ordem do amor

[Artigo indicado para o público em geral] O amor é instintual. Sabemos disso. Tanto é assim que, quando estamos para nos divorciar, queremos que o futuro ex-parceiro ou parceira se conforme com a nossa frase “mas eu amo outro”. Ou seja, o amor moderno guarda algo do deus Eros, do Cupido, que nos flecha sem

Peter Sloterdijk: o que é o homem?

“O que é o homem?” Kant formulou essa pergunta como uma espécie de corolário de três outras: “o que posso saber?”, “o que devo fazer?” e “o que me é permitido esperar”? Sloterdijk se aproxima mais das duas últimas que das duas primeiras. “O que me é permitido esperar?” e “o que é homem?” são

Peter Sloterdijk

Subjetividade filosófica dos filósofos

O estudo dos intelectuais pertence a um conhecido itinerário bibliográfico que vai de Max Weber a Sartre passando entre outros por Antonio Gramsci. Mas o estudo da subjetividade do intelectual e, especialmente do filósofo ou do homem teórico, escapa dessa trilha, não raro pavimentada somente com paralelepípedos sociológicos. A subjetividade do homem teórico é um

Lacan básico

O que disse Jacques Lacan (1901-1981) para a filosofia? Aparentemente, só disse alguma coisa para a psicanálise. Aparentemente. Não apenas nas entrelinhas como nas linhas, disse muito para filosofia. Exatamente à medida que releu Freud de um modo a privilegiar uma noção especial da linguagem, com instrumentos do estruturalismo de Ferdinand Saussure.

A Bíblia sem pecado

O mistério da Bíblia não é outro senão a sua capacidade de ser um livro múltiplo. É um livro de história, sociologia e antropologia. Ao mesmo tempo, tem lances filosóficos, em parte por conta de uma ontologia e, por outra parte, por ser um texto normativo, um lance ético-moral. Além disso, é também um livro