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18/07/2018

Freud

Subjetividade – novo verbete

[Artigo indicado preferencialmente para o público acadêmico] Os psicólogos tomam o sujeito como o eu psíquico, os sociólogos o notam como o indivíduo humano. Não se trata de preferência, mas, não raro, de erro. Erro conceitual se esses profissionais se deixam envolver pelo mundo científico acriticamente, isto é, sem a análise necessária a respeito da

O feminismo não entende nada de mulher? É verdade?

Para doloridas amigas feministas “O feminismo não entende nada de mulher” não é uma frase simplesmente pedante, mas fundamentalmente inculta. O objetivo do feminismo nunca foi o de “entender a mulher”, mas de construí-la. Antes do feminismo tínhamos mulheres, segundo o nome “mulher”, mas não seres humanos mulheres, e sim apêndices sociais. Após as lutas

Montaigne e a fundação da subjetividade moderna

O “conhece-te a ti mesmo” inscrito no Templo de Apolo, uma vez adotado por Sócrates, nunca significou qualquer sugestão para a introspecção, nem mesmo para o conhecimento de limites próprios como quando pensamos em nos olhar no espelho para fazermos uma reflexão sobre nossos desejos e possibilidades. Sócrates trabalhou com esse lema a partir de

Sexo entre pais e filhos não é crime

A imprensa voltou a expor casos de namoro entre mãe e filho e coisas semelhantes (reportagem aqui). Não é no Brasil, mas nossas redes sociais pegaram fogo assim mesmo. Um batalhão de desinformados, com espadas religiosas que de religiosidade não têm nada, vieram gritar por “caça às bruxas”. Querem o moralismo feito de sangue.

O meu professor abusador, ahh!

O magistério compensa? A frase agora é equivalente, desgraçadamente, àquela “o crime compensa?” O professor no Brasil ganha um salário de não-sobrevivência. A carreira não é mais atrativa. Falta professor. Os jovens que buscam a licenciatura logo tomam pé da situação e desistem. Com a deterioração salarial vem a moradia ruim, a roupa sem grife

Seis livros necessários

Seis livros básicos para você ter alguma cultura filosófica sem ser filósofo. Mas, claro, exigem que você seja escolarizado, bem escolarizado. Fora isso, não leia. 

Menos luta de classes e sexo

Talvez estejamos chegando na época de sabermos olhar o mundo também sem luta de classes e sem sexo. Não! Não estou dizendo que vivemos em um mundo sem conflitos classistas e, pior ainda, em um mundo em que o sexo não tem importância. Não estou falando das banalidades que sabemos. Estou falando da nossa prisão

Sloterdijk: para olharmos para além de luta e sexo

Marx no ensinou a ver a sociedade como contendo opressão. Freud nos fez ver a civilização como resultado de repressão. Nos anos sessenta estourou no meio intelectual o freudomarxismo e, com ele, o sucesso da “hipótese repressiva”. Tanto no capitalismo quanto no socialismo o trabalho nada seria senão um elemento antigo de formação do homem,

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