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30/05/2017

Foucault

O paraíso marxista no capitalismo

A Finlândia estuda tornar o trabalho opcional. O trabalho será para quem quiser, com todos recebendo salário. Os programas de assistência social serão agrupados num só, e de modo a não deixar ninguém de fora dos benefícios adquiridos. Cada habitante poderá receber um salário caso não tenha emprego ou não queira ter um emprego, por

Você sabe algo sobre sexo?

Não há nada que seja assunto mais comentado entre nós que sexo. Foucault disse essa verdade que alguns, adeptos toscos da “hipótese repressiva” (do freudomarxismo do boteco), não conseguiam ver. Não somos reprimidos quanto a falar de sexo, aliás, falamos disso – só falamos disso! Mas entre falar e saber há um mundo. Falamos demais,

Sloterdijk: para olharmos para além de luta e sexo

Marx no ensinou a ver a sociedade como contendo opressão. Freud nos fez ver a civilização como resultado de repressão. Nos anos sessenta estourou no meio intelectual o freudomarxismo e, com ele, o sucesso da “hipótese repressiva”. Tanto no capitalismo quanto no socialismo o trabalho nada seria senão um elemento antigo de formação do homem,

O socialismo na América – hoje!

Em A condição humana de Hannah Arendt há um dos melhores ensinamentos sobre o tema do trânsito da liberdade. A “condição humana”, isto é, o que pode nos dar condições de nos chamarmos de humanos, foi na antiguidade a liberdade. Mas se tratava da liberdade do homem-cidadão de uma cidade-estado livre. A “condição humana” moderna

A filosofia ofende

Um ensino em que os participantes do processo pedagógico envolvido não podem colocar em pauta uma frase ofensiva não é propriamente ensino, aliás, não é nada. É ridículo pensar na existência de uma relação pedagógica pautada pela polidez. O ensino autêntico não se faz segundo uma relação em que o aluno e o professor são

O que é pobre e o que é minoria? Ainda as cotas

Ser pobre é uma coisa, ser preto é outra coisa. Minorias por etnia, orientação sexual e gênero são minorias sociológicas, não são definidas por questões numéricas, e sua inserção no vagalhão pelo reconhecimento[1] tem origem, principalmente, no contexto social norte-americano. O pobre não é nem minoria sociológica e nem minoria numérica, ao menos não no

Teoria contemporânea do pecado

Nos anos sessenta as jovens espantaram o mundo e se espantaram mostrando as tetas na rua e em sala de aula. Atualmente todo mundo pode mostrar os seios, não as tetas. Ou seja, o que não se pode fazer é dizer que mulheres têm tetas, ou até mesmo seios!

A vergonha

A vergonha “Sou envergonhado e tímido” – há muita gente que se define desse modo. Assim, alguns passam uma vida toda perdendo oportunidades e se saindo mal em tudo. Qualquer tarefa em que precisam se colocar à dianteira, ganhando certa visibilidade, é exatamente o momento em que recuam e colocam tudo a perder. Não mudam,

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