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18/06/2018

Feminismo

Entrevista sobre abuso sexual

PERGUNTAS DE UMA JOVEM ALUNA DE FILOSOFIA Raquel Jacob pergunta: Boa tarde, eu sou estudante do 10º ano, é o meu primeiro ano a estudar Filosofia e estou a fazer um trabalho sobre os Abusos sexuais, estive a ver alguns artigos seus e pareceram-me bastante bons então eu gostaria de lhe fazer algumas perguntas… espero

Chega de brincar de feminismo, OK?

[Artigo para o público em geral] “Se você tem medo que um homem na rua passe a mão na sua bunda, e se isso a paralisa, acho que você tem terror da sexualidade”. Essa é uma frase bombástica da Folha de S. Paulo, tirada da boca da escritora francesa Catherine Millet (28/04/2018). Talvez a Folha

Um novo útero para o macho

[Artigo indicado para o público em geral] A novidade do debate entre “o discurso de denúncia de assédio”, capitaneado pela fala de Oprah, e o manifesto assinado por Catherine Deneuve e mulheres intelectuais, que acusa o “denuncismo” de afrontar liberdade sexual, não diz respeito a um tema menor ou a uma disputa tola. Trata-se de

A imutável Barbie

[Artigo indicado para o público em geral] A ideia de igualdade entre homens e mulheres diante de condições sociais como o trabalho e afazeres correlatos só vai dar alguma demonstração de realização não quando meninos e meninas brincarem com boneca ou quando ninguém mais brincar com boneca. Veremos isso quando pudermos olhar para a boneca

As regras do “meu corpo minhas regras”

“Meu corpo minhas regras” é uma expressão  das ativistas do feminismo atual. “Minhas regras” pode significar normas de conduta que desejo ver seguidas por quem me aborda corporalmente. “Minhas regras” pode significar simplesmente minhas menstruações. O termo é propositalmente ambíguo. Sua ambiguidade tem a ver com os objetivos do feminismo atual: por um lato, há

O feminismo não entende nada de mulher? É verdade?

Para doloridas amigas feministas “O feminismo não entende nada de mulher” não é uma frase simplesmente pedante, mas fundamentalmente inculta. O objetivo do feminismo nunca foi o de “entender a mulher”, mas de construí-la. Antes do feminismo tínhamos mulheres, segundo o nome “mulher”, mas não seres humanos mulheres, e sim apêndices sociais. Após as lutas

“Gorda e burra” – é preconceito?

“Aquela mulher é gorda e burra”. Não há nenhum preconceito nessa frase. Ela é puramente descritiva. Uma mulher gorda é descrita como gorda, uma mulher burra é descrita como burra. Descrever não é conceituar ou preconceituar. É difícil entender isso? Preconceito haveria se a frase contivesse implicação: “Gorda, então burra”. A implicação tradicional: se p,

O pum dos estudos de gênero

Feminismo não existe mais, agora é “estudos de gênero”. Essa reviravolta já havia ocorrido nos Estados Unidos, ou seja, a incorporação por parte da academia do que era movimento social. Com isso, o que era algo relativamente necessário pode passar a ser alguma coisa do âmbito exclusivo do humor. Os “estudos de gênero” não raro

Existe Dia da Mulher na pós-história?

O Dia da Mulher existe como 8 de março, apesar das controvérsias sobre os eventos que o originaram. As mulheres queimadas pela ganância e pela maldade deram o componente trágico necessário para o Dia da Mulher. A coisa ocorreu nos Estados Unidos. As mulheres, ao menos inicialmente, não ganharam a sua data de homenagem por

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