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18/11/2017

Feminismo

As regras do “meu corpo minhas regras”

“Meu corpo minhas regras” é uma expressão  das ativistas do feminismo atual. “Minhas regras” pode significar normas de conduta que desejo ver seguidas por quem me aborda corporalmente. “Minhas regras” pode significar simplesmente minhas menstruações. O termo é propositalmente ambíguo. Sua ambiguidade tem a ver com os objetivos do feminismo atual: por um lato, há

O feminismo não entende nada de mulher? É verdade?

Para doloridas amigas feministas “O feminismo não entende nada de mulher” não é uma frase simplesmente pedante, mas fundamentalmente inculta. O objetivo do feminismo nunca foi o de “entender a mulher”, mas de construí-la. Antes do feminismo tínhamos mulheres, segundo o nome “mulher”, mas não seres humanos mulheres, e sim apêndices sociais. Após as lutas

“Gorda e burra” – é preconceito?

“Aquela mulher é gorda e burra”. Não há nenhum preconceito nessa frase. Ela é puramente descritiva. Uma mulher gorda é descrita como gorda, uma mulher burra é descrita como burra. Descrever não é conceituar ou preconceituar. É difícil entender isso? Preconceito haveria se a frase contivesse implicação: “Gorda, então burra”. A implicação tradicional: se p,

O pum dos estudos de gênero

Feminismo não existe mais, agora é “estudos de gênero”. Essa reviravolta já havia ocorrido nos Estados Unidos, ou seja, a incorporação por parte da academia do que era movimento social. Com isso, o que era algo relativamente necessário pode passar a ser alguma coisa do âmbito exclusivo do humor. Os “estudos de gênero” não raro

Existe Dia da Mulher na pós-história?

O Dia da Mulher existe como 8 de março, apesar das controvérsias sobre os eventos que o originaram. As mulheres queimadas pela ganância e pela maldade deram o componente trágico necessário para o Dia da Mulher. A coisa ocorreu nos Estados Unidos. As mulheres, ao menos inicialmente, não ganharam a sua data de homenagem por

Mulheres machistas

“As mulheres são machistas”, criam os filhos para louvar o que é “masculino” e as filhas como submissas ao “mundo masculino”. Todo mundo sabe disso. E todo mundo sabe também que tanto no Ocidente quanto no Oriente, desde tempos imemoriais, isso tem lá sua verdade. Mas como a noção de realidade, ao menos desde os

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