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16/08/2018

estupro

“Posso penetrá-la, senhorita?”

[Artigo para o público em geral] Peter Sloterdijk, em um livro de 1999, fez uma brincadeira com a versão americana do que é ter relações sexuais. Disse ele que se Freud afirmou que um casal na cama sempre implica em mais quatro pessoas juntas, os pais de cada envolvido, na América isso deveria equivaler a

A mulher estuprada deve se matar

Kant dizia que a mulher posta diante do estuprador, deveria lutar até a sua própria morte para se defender, e rezar para que, não conseguindo, viesse mesmo a morrer. Todavia, se conseguisse escapar com vida, mas estuprada, a ela não restava outra coisa senão o suicídio. 

Radiografia do estupro

Cada estupro é um estupro. Diretores de cinema sabem mais disso que as mulheres estupradas. Médicos de prática de autópsia, então, nem se fale! As narrativas variadas apontam motivos e fases numeráveis e identificáveis. E nisso há alguma semelhança.

A cultura do estupro

Nada mais masculino que a pederastia tradicional grega[1]. Era símbolo da virilidade além de ser uma instituição educacional bem em harmonia com a paideia. Por isso mesmo, as relações corporais, se existissem nesse contexto, eram de preferência frontais, e raramente com penetração. O aconselhamento, certamente nem sempre seguido, era o de não colocar o jovem

RAPE OF LUCRETIA - GIULIO CESARE PROCACCINI

Deveres da mulher estuprada

A mulher deve é lutar durante a abordagem do estuprador com todas as suas forças e de maneira a antes morrer que sair dali estuprada. Antes isso que ter que se matar após o estupro. É assim que Kant analisa o estupro, e isso está em perfeita consonância com sua bela teoria moral. Bela, ainda