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25/02/2018

Estados Unidos

Anitta em Harvard

[Artigo indicado para o público em geral] A primeira coisa que o brasileiro descobre ao começar a viver nos Estados Unidos é que o Brasil não tem importância nenhuma para os americanos. O americano não sabe onde fica o Brasil e não quer saber. O Brasil não é interessante como, por exemplo, o Japão, a

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.

O monstro olímpico comendo brasileiras e brasileiros

A relação do Brasil com o símbolo Brasil é uma eterna relação de amor e ódio. O monstro olímpico, ou seja, nossa exposição em competições internacionais seguidas, nos devora fácil. Põe para fora nossas entranhas. Fica fácil então entender essa relação ambígua que temos com a imagem do país e com a imagem do brasileiro.

Santa endemoniada classe média

O jovem professor da USP Pablo Ortelado escreveu em seu facebook: “O duplo padrão da classe média – que se indigna com o ‘mensalão’ petista e é absolutamente indiferente à roubalheira tucana no metrô – nada mais é que preconceito de classe contra essa gente pobre, feia e ignorante que usurpou das elites o governo