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17/12/2017

escola

O desescolarizado aprende pela TV?

Chegamos a pensar, ao menos nos anos setenta, que a escola poderia ser substituída pelos mídia. A tese atingiu seu clímax com um seu defensor, Ivan Illich, e veio para o campo propriamente filosófico com o alerta contido no A condição pós-moderna, de Lyotard. Talvez só agora, nessa época em que a TV é de

“Pai, posso escolher a profissão de filósofo?”

Jovens pobres não escolhem profissão. Adaptam-se à sobrevivência, mesmo quando possuem escolarização. Os que escolhem profissão, ao menos no Brasil, são os jovens das classes médias. Desse modo, os pomposos conselhos sobre “vocação profissional” são para esses garotos e garotas. E para estes o que se ensina é sempre o tolo e o dúbio: escolha

“Vai ter shortinho sim!”

VOCÊ SABIA que as moças nos anos cinquenta enrolavam as saias da escola na cintura, para mostrar os joelhos? Você sabia que nos anos setenta o estado de São Paulo passou a permitir a saia escolar “dois dedos acima do joelho”? Você tomou conhecimento do fato de que na década de setenta as meninas puderam

Tomar posse de escolas, ôba! Mas e então?

Há estudantes tomando posse da escolas em São Paulo. São seis, no momento em que escrevo. Alckmin reage mal. Do mesmo modo que fechou as escolas sem consultar ninguém, inaugurando uma política injusta e realmente prejudicial para o Estado de S. Paulo, agora não entende a oportunidade de ouro oferecida. Qual?

A filosofia ofende

Um ensino em que os participantes do processo pedagógico envolvido não podem colocar em pauta uma frase ofensiva não é propriamente ensino, aliás, não é nada. É ridículo pensar na existência de uma relação pedagógica pautada pela polidez. O ensino autêntico não se faz segundo uma relação em que o aluno e o professor são

Ética e dança sensual para crianças

“Ah, isso não é ético” – eis aí uma expressão corrente. Uma expressão que sai da boca de todo mundo, mais de uma vez por dia.  Vários dos que pronunciam isso poderiam muito bem dizer apenas “Ah, isso não é correto”. Mas, como a palavra “correto” é claramente valorativa e, enfim, acredita-se que termos valorativos

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