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21/10/2018

Dilma

A farsa da interdisciplinaridade e flexibilidade curricular da Reforma Dilma-Temer

[Artigo indicado preferencialmente para o público acadêmico] Há uma bobagem pedagógica correndo o mundo. E o Brasil adora pegar carona nesse tipo de trem. Trata-se da diluição da grade curricular montada pelo positivismo do século XIX. Interdisciplinaridade, transdisciplinaridade, transversalidade e outros nomes gerados por pedagogos descabeçados – sempre ciosos de maquiarem a escola com mais

Dilma Roussef irá descobrir que Padilha é da CIA!

[Artigo para o público em geral] Temos dificuldade de aceitar torturadores como não sendo exemplos de casos patológicos. São também o emblema do mal e da covardia. Há pessoas que aplaudem torturadores, mas preferimos acreditar que o fazem da boca para fora, como grito de embate político em confrontos histéricos, nunca de modo real, efetivo,

A guerra semântica de 2016 está em curso

[Artigo indicado para o público em geral] Um professor americano que se diz “amigo de todo mundo no Brasil, menos de Jair Bolsonaro”, James Green, iniciou uma coleta de assinaturas para um manifesto contra algumas falas do ministro da Educação no Brasil, Mendonça Filho (Folha, 12/02/2018). Quais falas? Aqueles infelizes dizeres informando que iria investigar

Contra a ideologização – o caso da coleção da Leya e o caso dos cursos sobre o “golpe”

[Artigo para o público em geral] Uma das coleções mais ideológicas que já vi ultimamente, bem pior que o material de Educação Moral e Cívica da Ditadura Militar, é aquela da Editora Leya, “Guia Politicamente Incorreto”. A cada página, especialmente nos livros de filosofia e história, os erros grosseiros se sucedem de tal maneira que

O país que substituiu o ensino pelo exame

Nunca se gastou tanto em exames e diagnósticos que na gestão de Paulo Renato no MEC, no governo FHC. Oito anos de carreamento de dinheiro para as fundações que fizeram exames de avaliação de tudo. Eram exames para avaliar, para certificar, para elevar, para punir, para promover, para saber de estados da arte etc. Haddad

Como ser historiador em tempos de PT?

Para a amiga Janaína Paschoal Hegel dizia que a filosofia é a apreensão de uma época em pensamento. Nos seus termos: apreende-se a história na interpretação dela, racionalizando-a, dando-lhe sentido. Assim, toda filosofia seria, em suma, uma filosofia da história. Hegel entendia que o filósofo, ou seja, o bom filósofo, realizava assim a tarefa de

Crianças na manifestação – por que não?

Todas as manifestações contra Dilma na avenida Paulista acolheram famílias e crianças. A imprensa dita de esquerda, inclusive internacional, utilizou as imagens de maneira pouco honesta. Ao invés de mostrar o quão pacífica foram as formas usadas por manifestantes e policiais, foi direto para as imagens de donas de casa de classe média alta com

História, filosofia e Impeachment

Escrevi certa vez que a história traz a vida e a filosofia a morte. A história conta sobre nossa contingência, incertezas e efemeridade. A filosofia tenta de toda maneira apontar para o perene. A história vai para um lado, a filosofia para outro. Assim foi na Grécia Antiga. Ainda hoje esse quadro tem a ver

Dilma a primeira e última “presidenta”

A ideia de tentar ensinar gramática à jurista Carmem Lúcia é talvez a coisa mais ridícula que já vi. É o suprassumo da ignorância. É tarefa para professor universitário petista, a espécie que ultimamente está se esmerando na tentativa de sair da linhagem humana.

Eu e o PT. Devo explicação aos meus leitores?

Cunha é o meu malvado favorito – Roberto Jefferson Talvez eu deva sim uma explicação aos meus leitores. Afinal, estou há mais de trinta anos produzindo filosofia e sou bibliografia de concursos etc. Um filósofo tem de dizer de suas preferências políticas, para além de grandes tendências, falando de questões partidárias – não tem? Hoje

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