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19/08/2018

Descartes

Peter Sloterdijk e a filosofia da boa caverna

Uma das mais famosas alegorias da história da filosofia é a da Caverna de Platão. Criada para ser usada como artifício didático para não filósofos, essa história visava proporcionar uma espécie de imitação do vivido pelo filósofo quando de sua fuga do mundo da cópia em direção à contemplação do real.

Peter Sloterdijk e a frase de Nietzsche sobre a música

“Onde estamos quando escutamos música?” A resposta a essa pergunta é motivo para Peter Sloterdijk traçar, em resumo máximo, o trajeto da filosofia contemporânea: “(…) expulsar as quimeras da subjetividade absoluta em favor de uma inteligência personalizada. Existencialidade em lugar de substancialidade; ressonância em lugar de autonomia; percussão em lugar de fundamento”.(1)

Rousseau e o primado da intimidade

Tornou-se célebre na história das biografias o desentendimento entre Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) e David Hume. O episódio não foi devido a qualquer problema filosófico, mas poderia ter sido. Rousseau esperava mais calor humano do que Hume, que o acolheu, poderia fornecer. Ora, se olharmos mais detidamente sobre como esses homens consideraram o dito enaltecido por

A esferologia de Sloterdijk

Tanto Sócrates quanto aquele que Platão chamou de “Sócrates tornado louco”, Diógenes, falaram da filosofia como uma “medicina da alma”. De um modo não completamente estranho ao dos gregos, Nietzsche viu o filósofo como “médico da cultura”. Tal formulação soa simpática a Peter Sloterdijk.

Francis Bacon e a experiência

Caso fosse possível escolher uma placa para colocar na entrada da Modernidade, creio que esta seria a mais emblemática: que só passe por essa porta aquele que tem predileção pelo erro.

Cioran e os fervorosos

Talvez a pior coisa que possamos ter diante de nós são os que querem fazer o bem. Principalmente aqueles que nos querem fazer entrar no paraíso aqui mesmo na terra.

Será que lá há vida inteligente?

Será que lá há vida inteligente? O homem pisou na Lua.  1969. Eu estava colado no televisor vendo tudo. Abria-se uma nova era e nós, crianças da classe média brasileira, fazíamos mais ou menos o que as crianças americanas faziam, brincávamos de astronautas. Queríamos ser astronautas. Afinal, era a única profissão que conciliava três elementos

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