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19/08/2017

Brasil

O país que substituiu o ensino pelo exame

Nunca se gastou tanto em exames e diagnósticos que na gestão de Paulo Renato no MEC, no governo FHC. Oito anos de carreamento de dinheiro para as fundações que fizeram exames de avaliação de tudo. Eram exames para avaliar, para certificar, para elevar, para punir, para promover, para saber de estados da arte etc. Haddad

O Sul é o seu país é?

Será que teremos um novo Duque de Caxias pacificando o Brasil? Um chefe militar vindo de Brasília dando lambadas em bundas gaúchas completamente brancas? 24 horas depois, abandonados por paranaenses e catarinenses, os gaúchos então se entregariam como “forças rebeldes” pacificadas e reintegradas ao território nacional. Como punição, o Palácio do Planalto imporia uma pena

Frigidez, assexualidade e pornografia

Toda pessoa experiente em relações humanas sabe que uma mulher que muito se expõe, que é sexy demais e até despudorada é uma forte candidata a descobrir-se ou frígida ou anorgásmica ou assexuada. A pornografia é feita para sexuados, mas sua produção é, em geral, obra de assexuados e coisas do tipo. Também a prostituição

“Meu negrinho”

O título está aspado. Não é frase minha. É uma frase típica dos Estados Unidos. Negros às vezes dizem isso a outros negros, em lugares nada saudáveis. É uma forma de falar “você é meu, agora”, “meu serviçal”.

O monstro olímpico comendo brasileiras e brasileiros

A relação do Brasil com o símbolo Brasil é uma eterna relação de amor e ódio. O monstro olímpico, ou seja, nossa exposição em competições internacionais seguidas, nos devora fácil. Põe para fora nossas entranhas. Fica fácil então entender essa relação ambígua que temos com a imagem do país e com a imagem do brasileiro.

Como o Brasil começou?

AO VIR PARA O BRASIL fugindo de Napoleão, D. João preferiu não pegar o mesmo navio que o das riquezas de Portugal, que também seriam despachadas para cá. Para tudo sair certo, seguiu o conselho inglês. Seria melhor, como sugeriram os ingleses protetores da esquadra portuguesa, separar os navios, e isso por segurança. Um possível

Quixote na Biblioteca ilustração de Svetlin Vassilev

Os segredos da vida de merda no Brasil

Hoje em dia prevalece o sentimento liberal democrático que faz de qualquer segredo um absurdo. Ninguém guarda segredo e, se no passado recente pedíamos para que nossa vida privada fosse preservada, isso se tornou coisa arcaica diante da Internet, que mostrou a nós mesmos que todos os humanos são narcisos fofoqueiros.

Luta de classes?

O Brasil sem escola, sem esperança Quando saímos da ditadura do Estado Novo, em 1945, a ideia básica dos intelectuais liberais e de esquerda era a de que a escola pública, obrigatória, laica, gratuita e de boa qualidade seria o elemento chave para a melhoria da equalização social. Até mesmo os liberais conservadores participavam dessa

Yes, nós temos Codó

Yes, nós temos Codó Por volta de 1999 meu segundo casamento estava fracassado. Não tinha conserto. O melhor seria arrumar um terceiro. Por conta de um convite para palestrar em Teresina, consegui uma namorada, aluna do curso de filosofia da Universidade Federal. Por uns tempos, então, minha circulação pelo Norte voltou a ser prioridade (vinte

Os filósofos e os protestos de junho

Os filósofos e os protestos de junho Filósofos de esquerda como Marilena Chauí e Vladimir Safatle divergiram em suas análises do movimento de protestos. Pejorativamente, Chauí falou da “dimensão mágica” dos protestos, algo que derivaria do não domínio técnico e econômico da Internet por parte de seus usuários, levando em conta que a Internet, e

Há muito negro francês na escola pública

Há muito negro francês na escola pública Há gênios demais nas secretarias de educação do Brasil todo, e talvez no MEC também. São gênios caolhos. Eles possuem ideias fantásticas, mas como são como o coelho do Maurício de Souza, procriam muito e enxergam pouco. Ideias não lhes faltam, mas alguma que funcione não aparece de