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16/06/2019

Bolsonaro

Os chinelos do presidente chamam por um Impeachment

Somos animais simbólicos. Afinal, somos animais de linguagem. Na política exacerbamos o simbolismo. O fascismo tem sido o exemplo mais claro de exacerbação do simbolismo no campo da política. Bandeiras, uniformes, grandes paradas e tochas de fogo. Em tudo que pode parecer viril e mostrar poder por meio da exacerbação de objetos fálicos, ali está

Por que Joice Hasselmann namora com o fascismo?

  Joice Hasselmann é uma mulher bonita. Traços de judia, honrando o seu nome. Todavia, duas coisas atrapalham sua beleza. Ela carrega uma decadente tendência para engordar. Além disso, ela tem uma predileção pela direita para além do razoável. Quanto ao primeiro problema, nada que uma dieta vegana não resolva; quanto ao segundo, cabe antes

A lei está do nosso lado

Artigo originalmente publicado na Folha de S. Paulo [link] em 28/01/2019 O ministro da Educação do governo Bolsonaro é colombiano. Talvez não tenha tido tempo, nem interesse, em ler a Constituição do país em que vive, o Brasil. Há um item importante na nossa Constituição, que parece que ele desconhece: “Art. 206. O ensino será

Bolsonaro é o presidente pornográfico (1)

[Artigo para o público acadêmico] Bolsonaro tem horror ao sexo e, no quadro do moralismo conservador em que vive, mostra pavor da pornografia. Todavia, Bolsonaro não sabe, mas ele é o primeiro candidato à presidência da República que é totalmente pornográfico. Ele é o fruto do nosso pedido ético por transparência. Ele é a exposição

Olavete doidona é indicada por Bolsonaro para ser Ministro das Relações Exteriores

[Artigo para o público em geral] Quando o governador Alckmin veio à TV para dizer aos paulistas que deveríamos economizar água, ele não estava fazendo outra coisa senão propagar a maligna doutrina do “globalismo”, capitaneada por cientistas errados e empresários safados e, enfim, pelo “marxismo cultural”. Sim! O indicado para ser o Ministro das Relações

Fim do Ministério do Trabalho?

[Artigo para o público em geral] Um ano antes do advento da República o Brasil eliminou o trabalho escravo, ao menos nos moldes tradicionais. Com a República, vivemos quarenta anos sem que o governo tivesse uma instância capaz de se entrepor na chamada disputa entre capital e trabalho. Do lado de patrões e do governo,

Como identificar um fascista? Basta olhar um bolsonarista? Dez pontos característicos.

[Para o público em geral] Professor Jason Stanley, autor de How Fascism Works, ministra um curso chamado Propaganda, Ideologia e Democracia (Universidade de Yale). Ele fala de dez pontos que caracterizam um fascista. Cito os pontos e coloco entre parênteses meus comentários. Fetiche do passado A gênese do fascismo está no passado mítico, quando havia pureza étnica,

Há uma “onda conservadora” no mundo, na qual Bolsonaro surfa?

[Para o público acadêmico] A ideia básica de Byung Chul Han é a de que fazemos auto-exploração convencidos (ideologicamente) de que estamos no caminho da autorrealização. Tornamo-nos empresários de nós mesmos, ainda que não sejamos patrões – eis a tônica do neoliberalismo. Estamos convencidos de que trabalhamos para nos realizarmos, até mesmo quando o trabalho

Poderia haver um bolsonarismo sério?

[Artigo para o público em geral] Toda pessoa de direita que invoca o “perigo do comunismo” não é séria. Não há mais comunismo no mundo. Todas as pessoas com algum juízo sabem disso. Trump não tem a retórica de Reagan sobre segurança nacional. Mesmo nos dias que ficou criando problema com a Coreia do Norte,

O #elenão é um movimento radical

[Artigo para o público em geral] Pode parecer estranho que um movimento que pede amor e respeito às mulheres, e que denuncie o fascismo de Jair Bolsonaro (estampado em tantas entrevistas e vídeos dele), possa ser considerado por mim, filósofo, um movimento radical. Mas é. O radical vai às raízes dos problemas, e o movimento

Há mulheres que votam em Bolsonaro?

[Artigo para o público em geral] Há pessoas que votam contra seus próprios interesses? Essa pergunta foi feita nos anos vinte e trinta do século XX por vários teóricos, em especial pelos filósofos da Escola de Frankfurt. Os trabalhadores haviam “perdido o ímpeto revolucionário” e estavam abandonando o projeto revolucionário pelo socialismo. Muitas vezes, preferiam

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