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11/11/2019

Pouco a pouco, pelos animais, por nós e pela vida


Ontem lutávamos para que não cortassem árvores à toa e não jogassem lixo no chão das ruas.teste Éramos os tontos da época. Hoje o lixo no chão diminuiu bem e existe lei sobre desmatamento. Quando se vai cortar uma árvore histórica em uma cidade, muitos vão para às ruas em sua defesa.

Ontem lutávamos para que cachorros fossem bem tratados, não passagem fome nas ruas. Éramos os românticos bobocas da época. Hoje já muitos adotam e lutam para que nenhum animal sofra maus tratos. Conseguimos leis para nos ajudar nisso. Muitos estão nessa luta.

Ontem falávamos em vegetarianismo e muitos pensavam que era frescura. Hoje o vegetarianismo não é mais idiossincrasia. Cada vez mais há gente que não quer comer defunto. O saber de nosso época já mostrou que proteína não é coisa que só tem na carne. O saber de nossa época já mostrou que teste com os animais não é necessário para a ciência. Estamos andando adiante.

A consciência de construção de um planeta em que nós todos possamos viver com dignidade, está andando mais rápido do que eu imaginava que iria ocorrer. Tenho 56 anos. E de filosofia, 56 anos e nove meses. O “direitos dos animais” faz parte de uma grande revolução aparentemente tola, que começou há anos, e que está andando. Nossas ações empurram a sociedade de mercado no sentido dela continuar o processo civilizatório em um sentido moralmente melhor.

Os conservadores não gostam de nós. Mas eles também estão diminuindo a cada dia. A consciência do ativismo, que até pouco tempo eles conseguiam ridicularizar, agora todo dia lhes dá o troco.

Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ

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61 Responses “Pouco a pouco, pelos animais, por nós e pela vida”

  1. 04/11/2013 at 14:15

    Oi Paulo, cada dia mais devorando seus textos, lúcidos, diretos e irritantes para quem não os compreende.
    Me formei em Filosofia e é bom ler um Filósofo que realmente pensa na vida como bem maior.
    Parabéns
    Abraços

    • 04/11/2013 at 14:33

      Simone, veja no IG todos os dias, tá? Obrigado!

  2. Medalha de Ouro!
    25/10/2013 at 00:42

    Muito simplista!
    Use a lógica:

    Você tem pena dos animais e não se alimenta deles, mas se você caísse no mar o tubarão não ia ter pena de você. Se você estivesse correndo na savana, a mesma coisa. Entendeu?

    • 25/10/2013 at 02:18

      Sim, percebi que você gosta de pensar em animais comendo você. Lembro-me de um caso de um psicanalista famoso a respeito de uma patologia de um carinha que tinha essa fixação. Procure. Você vai se compreender melhor.

  3. Barrabás
    24/10/2013 at 15:02

    QQQUE TOSQUEIRA, BIXO!

    Quer dizer então que devemos parar no tempo, vc parecer ser neoliberal( defende terceirização e privatização ) e ao mesmo tempo defende que os animais não podem serem mais objetos de experiências para descobertas que motivem o mercado e a ciência? Escolha um caminho, não dá para seguir dois ao mesmo tempo. Fica a dica.

    • 24/10/2013 at 16:33

      Barrabás, já vi que você não saber escrever. Mas também não sabe ler. Quando você encontra um filósofo, para falar dele e dar lições, ao menos tente ler o cara, ver os livros e aprender sobre o cara. Você não é demiurgo. OK?

  4. MARCELO CIOTI
    24/10/2013 at 11:08

    Só espero que,por causa deste fato,não façam com os cientistas a mesma
    coisa que fizeram com os médicos que são contra o Mais Médicos chamando
    de “mauricinhos”,”elite branca da USP”,etc.Ou aqueles de terço ou
    Bíblia na mão,dizendo que “os cientistas querem saber mais que Deus”.
    *Tenho uma boa notícia:a União Européia proibiu o uso de animais em
    testes.Logo,logo,algum chato vai escrever que isso é “colonialismo”,
    etc.

    • 24/10/2013 at 16:40

      Minha posição intelectual, Marcelo, é a de cada caso é um caso.

  5. Roberto Domingos
    22/10/2013 at 09:16

    Reinaldo Azevedo, um capitalista radical, que acha que a empresa privada pode tudo, o capital e o lucro ainda que amoral é intocavel, depois de suas declarações raivosas, não vejo mais a diferença entre ele e um extremista de esquerda, os terroristas de Reinaldo Azevedo são todos aqueles que não pensam como ele, se deixou inflar pela vaidade, pelos falsos elogios daqueles que precisam de um guru para seguir, sou católico conservador, de direita, amo os animais, perdeu muitos leitores, nem todos são são vaquinhas de presépio.

    • 23/10/2013 at 05:23

      Roberto, se você defende os animais, pode começar a deixar de ser de direita hoje. Para que endossar uma ideologia que nos levou à guerra, ao genocídio? Sai disso.

    • MARCELO CIOTI
      23/10/2013 at 10:21

      A esquerda,como a direita,também é uma ideologia que levou a guerras
      e genocídios como na URSS e na China,por exemplo.Tem um deputado
      federal do PSDB,um partido de direita que é o Ricardo Tripoli que
      adotou dois cães beagles resgatados do Instituto Royal.

    • 23/10/2013 at 16:24

      Marcelo, há momentos que você realmente deixa o raciocínio de lado. Esse aí foi um. O que tem a ver isso com o que estammos conversando?

  6. Carolina
    21/10/2013 at 18:47

    Gostei do texto, reflete bem o que a maioria das pessoas que participaram e as que apoiam pensa. Não é um plano para salvar o mundo (nem foi uma ação planejada), mas um esforço específico para evitar sofrimento desnecessário. Uma tentativa de viver em um mundo menos cruel.

    • MARCELO CIOTI
      22/10/2013 at 10:18

      O problema,Carolina,são aquelas pessoas que “defendendo os animais”,
      acabam pondo seu lado reacionário pra fora.Na internet rolam coisas
      do tipo “tem que usar presidiários em vez de cachorros”.É igual quando
      um menor de 18 comete um crime e aí muitos gritam pedindo a redução
      da maioridade penal.Acham que Beagle não é uma raça canina,mas um time
      de futebol da Inglaterra.

  7. Carlos Rafael Schneider
    21/10/2013 at 17:19

    Olá Paulo, desculpe, mas tenho que discordar, pois é muita hipocrisia resgatar “cães indefesos” em laboratórios de testes e continuar a usar cosméticos, xampus, perfumes, remédios e se duvidar até alimentos que foram testados em animais, assim como é hipócrita ser vegetariano por não querer comer defunto, afinal os vegetais também são seres vivos, ou não?
    tanto quanto é hipócrita falar em dignidade para os animais onde muito seres humanos vivem sem dignidade nenhuma, inclusive, é bem capaz de viverem em condições piores as condições em que os animais estavam no laboratório. Mas mesmo assim nós vamos regatar os pobres dos bigos, afinal eles são bonitinhos, enquanto os mendigos nas ruas são horríveis e por isso merecem ser rechaçados ou até mesmo ignorados.

    • 21/10/2013 at 17:24

      Carlos, leia os artigos meus do IG, eles respondem sua questão.

    • Carlos Rafael Schneider
      21/10/2013 at 19:13

      Tudo bem, compreendi, pelo menos aparentemente, a ideia de contraposição à violência institucionalidade, e de contraposição a esta violência de forma emocional, assim como compreendi a possibilidade de melhoria nas tecnologias de pesquisas através destes protestos, o que não consigo conceber é como que uma pessoa vai se contrapor à uma violência e simplesmente ignorar outra que esta acontecendo ao lado dela, só porque a primeira vitima é bonitinha e a segunda é deprimente, o que não consigo compreender é como que eu vou protestar contra algo, e em seguida vou fazer algo que vai contradizer meu protesto, porque os protestante foram até o laboratório, muito provavelmente de automóvel, que libera diversa substâncias prejudiciais diversas espécies, e muitos deles foram comer um alface regado a agrotóxico que polui rios e floresta, e muitos deles tem iphone, ipad, tablet, produzido com trabalho escravo na china e a o laboratório que é o vilão?
      o que quero dizer não é que não devemos mudar, é que pra mudar precisamos primeiro enxergar qual é o problema de fato, e o problema somos nós mesmos, ademais esse ativismo emocionalmente motivado pode nos levar à um caminho errado, quer um exemplo, a algum tempo atrás a pepsi trabalhava com um laboratório que fazia experimentos com adoçantes utilizando uma cultura de células de um feto abortado, é bom que se diga que o feto foi abortado na década 60 e a amostra original foi retirada após o aborto, o seja o feto já estava morto, mas ainda assim houve uma campanha (emocionalmente motivada), para boicotar a pepsi porque ela estava usando células de fetos em sua composição, também é bom que se diga que experimentos com culturas de células pode em alguns casos substituir o experimentos com animais, ou seja, um ativismo emocionalmente motivado que pode gerar um aumento no números de experimentos com animais, como que isso pode ser bom?

  8. Danilo Henrique
    21/10/2013 at 16:07

    Sim, esse é o ativismo que dá certo porque sabe dialogar. Dialoga pelo bom senso, exerce uma dialética efetiva, propondo uma síntese racional ao invés de se manter na pura crítica ou propor sínteses com pouco ou nenhum sentido!

    Mas também é passível de exageros e erros como qualquer ideia. Que esse ativismo não se reduza a ideologia e não se torne arrogante para não querer mais discutir seus pontos de vista com a sociedade!

    Que ele entenda sempre que nem tudo se define na esfera pública através de leis! Que o esclarecimento no sentido mais kantiano possível,se exerce também através de ensino, de exemplo, de crítica racional, clara e distinta como manda a filosofia!

    E que é assim que ele pode interferir efetivamente na esfera privada!

    Que os defensores dos animais sempre compreendam a diferença entre matar um pit bull que esteja dilacerando um membro de uma criança e entre colocar vidro com carne pra matar o cachorro do vizinho, só porque ele não deixa ninguém dormir a noite. É compreendendo as subjetividades humanas que o ativismo pode ser novamente efetivo e não apenas uma antítese sem síntese, uma meia dialética, que apenas troque uma imposição sisuda por uma “politicamente correta”.

    Com o dialogo inteligente e racional o esclarecimento se dará ao público. Basta deixar o público livre para se esclarecer!

    • 21/10/2013 at 17:28

      Danilo, você quase ia bem, na hora que falou do Pit Bull, aí já começou a cair no mesmismo. Aquela ideia do deputado de extinguir a raça etc. Pare com isso. Entenda de uma vez por todas que nem mesmo escorpião ataca à toa. O homem faz o homem, a mulher, a criança e o animal virar bicho. Aprenda isso. E esqueça essa bobagem de síntese, antítese etc.

  9. Gabriel
    21/10/2013 at 11:40

    Nao conheço nenhuma pesquisa que aponte, com credibilidade, que, no passado (na ausência de código florestal e estatuto das cidades, por exemplo) tínhamos cidades “mais sujas” que as atuais, ou, devastação mais abundante, o que, provaria a eficácia de lutas sociais e as leis delas demandadas em beneficio da diminuição de lixo e preservação de arvores, citadas por vc. Ora, veja o exemplo da Lei Maria da Penha que, no limite, nao diminuiu (ao menos por enquanto) os índices de violência contra a mulher. No caso das florestas brasileiras ocorre ao longo dos séculos suntuoso crescimento da devastação, mais, a despeito das leis e às vezes, servindo-se delas; qualquer pedestre sabe disso. Quanto ao lixo, idem, se compararmos a população e a proporção produzida comparada, sobretudo o acondicionamento e sua precarizacao exponencial ao longo dos anos. Enfim, somente quem nao conhece a historia efetiva e real deste país, esta, passada nos ritos geracionais ( das familias, das igrejas, da caserna, dos colegios ) no refinamento do hábito, na disciplina do gosto, no culto aos mais velhos e a docência rigorosa, para cair no mau lido historicismo dialético que vê nas lutas por reconhecimento (honneth) a mola do desenvolvimento social, que se pauta na consciência crítica de atores políticos, coletivizados em rebanho, por meio de revoluções. Risadas?

    • 21/10/2013 at 17:32

      Gabriel, não li seu texto. A primeira frase mostra que você fugiu da escola ou fez uma escola média muito ruim a ponto dela nem ensinar você a pesquisar no Google. Ou seja, você desconhece a história do Brasil dos últimos trinta anos. Veja aí acima o Guilherme Gôuvea. Quando aparece gente assim, como você, me dá um desânimo. Não vou perder meu tempo. Não posso alfabetizar todo mundo.

    • Gabriel
      21/10/2013 at 18:05

      Desde quando saneamento básico eh fruto de movimento social? Desde quando reciclagem advém de consciência ambiental? Ambas sao processos conjunturais do desenvolvimento econômico e cultural (como processo civilizatorio) das sociedades de mercado! Colocar problemas de saúde publica e reciclagem, verdadeiros gargalos da industrialização do século XX no Brasil, como conquistas, frutos de discussão político-social de coletivos, eh nao enxergar o obvio! Ou seja, que o avanço tecnológico e epidemiologico brasileiro está atrelado a concorrência por novos mercados e a livre iniciativa, bem como ao protagonismo de meia-dúzia de Atlas deste Brasil. Ou alguém acha que se deixou de beber água de fossa no Brasil porque houve conscientização da gravidade deste problema? Nao, simplesmente porque o cidadão pauperizado e bebedor de poço perto de água de fossa, como fora um dia o nobre professor, precisava entrar no mercado de consumo! Porque ele precisava crescer e entrar na engrenagem de producao de riqueza… Precisava ser índice de desenvolvimento de empresas de saneamento publico, engafarradoras de agua etc e tal… Ou alguém acha que reciclagem eh um fenômeno motivado pela eco 92??? Risadas….

    • 21/10/2013 at 20:22

      É Gabriel, sua primeira frase já faz a gente desistir. Porque vem de uma pessoa que passa o dia e a noite dormindo, ou em outro planeta. Não vou perder tempo. Não vou gastar meu tempo com que diz “desde quando saneamento básico vem de movimento social ou consciência social”. Não, realmente, há limite para eu escutar um burro. Você ultrapassou minha paciência, tida por muitos como infinita.

    • Guilherme Gouvêa
      24/10/2013 at 02:22

      Gabriel, seu raciocínio não segue um padrão lógico. É um apanhado de palavras jogadas ao léu, emendadas por vírgulas e conjunções tão somente, e já começa a beirar a esquizofrenia.

    • Guilherme Gouvea
      21/10/2013 at 18:52

      Gabriel, você parte de premissas inválidas (baseado em impressões) para chegar, pela indução, a uma conclusão inválida.
      *
      O seu raciocínio faz o seguinte caminho: 1- Estou na Noruega e leio uma notícia de assalto; 2- Presencio, pouco tempo depois, um furto numa loja; 3- Concluo que na Noruega a criminalidade está fora de controle e que é o país mais violento do mundo… Não dá, a conclusão não se sustenta. Em nenhum momento você procurou descobrir qual o índice de criminalidade do país, qual o desfecho dos crimes narrados e o destino dos criminosos, ou fez um comparativo com o índice dos demais países, para ter uma base de comparação…

  10. Gabriel
    21/10/2013 at 01:30

    Ora essa, nunca, como hoje, se suja tanto as ruas como se desmata…. Uma rápida olhadela em qualquer periferia, ou mesmo centro, de qualquer metrópole, para já se enojar com tanta sujeira, assim como, se informar sobre os índices de desmatamento, sobretudo centro-oeste, para ver que, soja e gado, devastaram quase tudo… o proselitismo de esquerda, ou militância, ou movimento social, o que for — mesmo travestindo em lei sua causa — nao tem, nem um pouco, a capacidade de melhorar quem somos, no máximo, aplacar nossa consciência mentindo acerca de nossa natureza. Ou seja, lixo diminuindo nas ruas (talvez na Oscar Freire) e árvores históricas conservadas (talvez na Fefeleche, usp), via lei depois de luta social, aonde?, além dos irônicos parêntesis, claro. Ahh, e lembrando, vegetarianismo só nao é frescura pra 0,001% da população brasileira, para os demais é algo além de frescura… Ruas limpas e natureza minimamente respeitada, quem sabe, em pequenas cidades, sulistas de preferência, com costumes centenários sólidos, tradições familiares cultuadas,, religiosidade católica ou protestante, grosso modo, Cidadãos conservadores..

    • 21/10/2013 at 10:25

      Gabriel, você deve ter no máximo vinte anos, e nunca foi na escola. Não viu o país do passado e não estudou sobre ele. Não tem a mínima noção do que fala. Meu Deus, que falta que faz a escola para jovens.

    • MARCELO CIOTI
      21/10/2013 at 11:06

      Paulo,existe uma solução pras pesquisas científicas sem usar
      animais.Existem produtos orgânicos de tecnologia limpa,
      equipamentos e engenharia genética que podem substituir
      facilmente o uso de animais.Isso é realidade e não é “coisa
      de gente romântica” como escreveram aqui.

    • 21/10/2013 at 17:33

      Há um debate longo sobre isso nos Estados Unidos. Mas é só pela pressão que o próprio debate acontece e só pela pressão que os cientistas são convocados para mudar.

    • Guilherme Gouvêa
      21/10/2013 at 12:41

      O país evoluiu muito, Gabriel. Eu lembro da minha infância, não havia, por exemplo, a menor preocupação com a questão ambiental. Poluía-se à vontade os rios, as praias, não existia a questão da reciclagem nem das latas de refrigerante… havia uma consciência de que a biosfera, de algum modo mágico, daria conta de todos os abusos e nunca traria a fatura a pagar.
      *
      Depois da ECO-92, toda uma legislação e uma consciência veio à tona. Para você ter ideia, os vergonhosos lixões passaram de comuns a indesejáveis e a partir do ano que vem todos terão de ser fechados e substituídos por usinas de compostagem ou aterros com tratamento adequado.
      *
      E olha que eu só tenho 30, não sou tão tiozão para falar com propriedade sobre experiência neste campo.

    • 21/10/2013 at 17:30

      Trinta anos só? TEnho 56, eu tomei água de poço perto de fossa, e isso em São Paulo, não na Bahia. As pessoas, por falta de estudo mesmo, de escola, não sabem de nada sobre o Brasil de pouco tempo atrás.

  11. Guilherme Gouvêa
    21/10/2013 at 01:01

    Do ponto de vista legal, considerando a efemeridade e dinâmica do sistema, o raciocínio é perfeito. Aliás, recorrendo a Bobbio (A era dos direitos):

    “Direitos que foram declarados absolutos no final do século XVIII, como a propriedade ‘sacre inviolable’ foram submetidos a radicais limitações nas declarações contemporâneas, direitos que as declarações do século XVIII nem sequer mencionavam, como os direitos sociais, são agora proclamados com grande ostentação nas recentes declarações. NÃO É DIFÍCIL PREVER que, no futuro, poderão emergir novas pretensões que no momento nem sequer podemos imaginar, como o direito a não portar armas contra a própria vontade, ou O DIREITO DE RESPEITAR A VIDA TAMBÉM DOS ANIMAIS e não só dos homens”.

  12. Sabrina
    20/10/2013 at 23:57

    Que bom que existem pessoas maduras que pensam grande como você…Parabéns, mesmo.

  13. MC
    20/10/2013 at 19:25

    Paulo, realmente entre o pitoco e voce, seria mais interessante espetar sua bundinha churriada pra testar os medicamentos.

    • 21/10/2013 at 10:31

      MC, acho que é duro para uma pessoa como você saber que eu existo no mundo, posso escrever e falar e ser ouvido, e você não. Sua frase aí denota bem isso. Ela tem uma mágoa inaudita. Dureza viver assim heim camarada?

  14. Hélio Abreu
    20/10/2013 at 12:28

    “O saber de nossa época já mostrou que teste com os animais não é necessário para a ciência.” Será mesmo? Será que todos os cientistas que dizem o contrário(e, visto a maioria das opiniões divulgadas, são a grande maioria)fazem uso de pesquisas em animais por pura maldade?
    Que se deve buscar o mínimo de sofrimento possível para os animais nas pesquisas, que cada caso deva ser analisado com cautela sendo verificadas outras possibilidades e que os abusos devam ser severamente punidos é evidente, mas proibir o uso de animais em pesquisas(e não me ficou claro se esta é a opinião do professor ou só do Snoop desbocado…) acho um exagero.

  15. PJ
    20/10/2013 at 10:32

    Logo só existirá voce e a esquerda no mundo, digo, os verdadeiros animais.

    • 20/10/2013 at 14:06

      Só os animais? Hitler e seus amigos desaparecerão? Nossa, que bom!

  16. Rick
    20/10/2013 at 03:52

    Paulo, não abro mão de uma boa carninha. rs

    • 20/10/2013 at 14:07

      De mulher também não, de defunto deixo para você, Rick.

    • Rick
      21/10/2013 at 01:25

      Aprecio essa visão, não se ofenda com isto, romântica e um tanto ingênua que vcs vegetarianos têm. É realmente bonita. Continuem assim. Mas não a adotaria jamais, pois adoro carne.

    • 21/10/2013 at 10:26

      Rick,o problema não é de ofensa, o problema é que você já está velho e não aprende nem mesmo o que lê aqui. Ainda não entendeu o texto, não entendeu sequer a palavra “romântico”, embora seja uma das coisas que mais explico. Por quê? É pelo gosto de continuar burro?

    • MARCELO CIOTI
      21/10/2013 at 14:00

      Paulo,tem gente que gosta de continuar burra,sim.
      O Zé de Abreu,aquele ator,disse no seu twitter
      que os Black Blocs que protestam contra o leilão
      do pré-sal no Rio,são Black Bostas.Que vergonha,um
      ator que se diz “progressista” usar do mesmo
      linguajar do Reinaldo Azevedo…

    • 21/10/2013 at 17:28

      Marcelo, mas não é o cara lá amigo do ZÉ Dirceu?

  17. Nathalia
    19/10/2013 at 22:05

    Cada dia que passa sou mais sua fã.

  18. Novin
    19/10/2013 at 21:18

    Caro Ghiraldelli, por que você tem uma visão romântica da vida? Deves saber que na realidae não é assim, que tudo é mecânico.
    Quando defendeu Nietchze, não há mal nem bem.

    • 20/10/2013 at 14:08

      Novin, novamente burrin, não sabe o que é romantismo!

  19. Policarpo Quaresma
    19/10/2013 at 20:34

    Será?

    • 19/10/2013 at 20:40

      Para uma pessoa com a minha idade, minha formação e minha perspectiva histórica, sim. Para qualquer pessoa que mais ou menos próxima da minha idade, com alguma inteligência, sim. Para um jovem não idiota, que tenha alguma informação histórica, mesmo que seja só de ler o gibi da Mônica, sim. A consciência ecológica e o direito dos animais nem era item de dicionário filosófico há menos de vinte anos.

    • Andrea Camara
      20/10/2013 at 03:25

      Obrigada por escrever!!!!!!!!!!!!!

    • 20/10/2013 at 14:07

      Obrigado Andrea!

  20. MARCELO CIOTI
    19/10/2013 at 14:42

    Não sei por quê os ativistas depredaram um carro da Globo por causa
    daqueles testes com cachorros.Com certeza são os mesmos que,na época
    do BBB ficam chamando o programa de “baixaria” e pedem a volta da
    censura.O Jãnio e o Brizola estão fazendo escola,infelizmente.

    • 19/10/2013 at 20:09

      Marcelo, você tira conclusões sem ter informações. Por que faz isso?

    • eileen
      21/10/2013 at 20:26

      Eu não gosto de violência e tb não concordo com a queima dos carros. Eu estava lá! ví tudo com meu filho de 20, de pertinho. Meu pai foi cassado pelo golpe e ele era militar…Mas contra a ditadura.
      Porém estes mesmos Black, que queimaram os carros, nos salvaram da truculência gratuita da policia. Eu vi…Ninguém me contou…eu vi eles dando suas máscaras para pessoas idosas que passavam mal…Eu ví eles servindo de escudo enquanto corríamos das balas de borracha…Haviam criânças lá tb… A polícia começou pq é despreparada também…A única coisa errada nisso tudo é que as pessoas reclamam da globo, queimam, mas a noite tão assistindo novela e the voice…

    • 21/10/2013 at 20:31

      Eieen, obrigado pelo depoimento. Agora, sua última frase tem um equívoco. Você se esquece de uma coisa: todos nós só somos metade de nossas convicções, só Jesus foi inteiramente cristão. Não temos como ser de outra maneira. Somos assim, não há como sermos de outro planeta e salvarmos este. Somos deste.

  21. MARCELO CIOTI
    19/10/2013 at 11:09

    Paulo,a Hebe Camargo era ultra-conservadora e adorava animais,principalmente cães.O Pondé,também.Só fiz o registro.
    Concordo com você.

    • 19/10/2013 at 20:10

      Marcelo, Hitler adorava animais, proibiu a caça inclusive. E agora, está feliz? Consegue começar a pensar a partir daí ou ainda não?

    • Cibela Pires
      20/10/2013 at 23:10

      tem uma foto clássica do hitler sentado ao lado do seu pastor alemão.

    • 21/10/2013 at 10:28

      Cibela, Hitler adora o seu cachorro, e proibiu a caça. Infelizmente há tonto que usa isso como argumento. Exemplos não são argumentos.

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