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16/12/2017

Fernando Haddad, o prefeito que adora ver pobre morrer


Não estou brincando nem um pouco com esse título. Nem é exagero.

Uma vez no MEC, Fernando Haddad gastou mais em propaganda que nas obras que as tais propagandas anunciavam. Propaganda de obra estatal é campanha política imoral. Propaganda mais cara que a própria obra é banditismo.

Uma vez na prefeitura de São Paulo, Haddad prima pela propaganda. Mas nada dele passaria pelo crivo do PROCOM. Tudo é falso. Apresenta na TV uma São Paulo em mudança, mas esse mudança, se existe, representa apenas chão pintado de vermelho e, de resto, tudo transformado para pior. As poucas boas iniciativas, só se fizeram no papel. Na prática cotidiana, foram abandonadas. Da política de recuperação de drogados de rua até o cuidado com os mais pobres, tudo foi sucateado. Mas o que é mais sucateado na gestão Haddad é o seu próprio coração. Talvez nunca tenha sido outro senão um órgão de pedra.

Haddad é a pior espécie de político. Sua preocupação é com ele e somente com ele, mas de uma maneira que faz o corriqueiro egoísmo dos políticos algo de anjinho. As medidas simples que pode tomar para salvar vidas nesse frio, não foram tomadas. Morreu gente na rua, e ele continuou em sua casa, quentinho, na lareira. Tomando seu todinho, ele viu os jornais da TV mostrarem os moradores de rua morrendo e foi dormir – “Haddad tranquilão”, eis aí seu marketing no Facebook. “Tranquilão e bandidão”, dizem os que trabalham com ele.

Os albergues fedem, não possuem vagas e, quando há vagas, não permitem que o morador tenha família ou cães. Além do mais, os albergues obrigam a pessoa a sair do local às seis da manhã. Sem contar que os albergues estão em locais que impossibilitam o acesso do morador de rua ao seu local de trabalho. Se já não bastasse isso, Haddad tem ordenado à polícia: tirem os cobertores dos moradores de rua durante o dia, para “limpar a cidade”, para evitar a “refavelização”. Juro, essa é a ordem! O morador de rua tem seu cachorro e seu cobertor. Seu cachorro é odiado pelo Haddad, seu cobertor é roubado pelo Haddad. É demais.

Ou seja, tudo é feito com tamanha crueldade que torna a rua, por definição o local da barbárie, menos ruim que o falso albergue do Haddad. Em termos práticos e numéricos, a gestão Haddad já foi mostrada como não avançando em nada a gestão Kassab no tratamento do morador de rua. Ora, apenas capa de esquerda, como tudo que o PT faz, mas, nesse caso, com um tipo de maldade intrínseca que causa revolta.

Há pessoas em São Paulo tentando salvar essas vidas noturnas perdidas na rua. Há procuradores tentando colocar a lei em cima da prefeitura. Mas há a proteção de Haddad por parte de um empresariado em São Paulo que ainda está envolvido com falcatrua petista. esse pessoal ainda protege o dito cujo. Nada na política de São Paulo, após Pitta, foi de tamanha irresponsabilidade. Nada aconteceu aqui que denotasse tamanho desprezo pela vida alheia, pelos animais, pela família. Haddad é o tipo de figura que provoca nojo, ânsia de vômito. Conheço de perto essa praga, infelizmente.

Paulo Ghiraldelli, 58, filósofo.

Veja o barbarismo de Haddad aqui: Higienização de São Paulo

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22 Responses “Fernando Haddad, o prefeito que adora ver pobre morrer”

  1. Juquinha
    19/06/2016 at 17:02

    Tem anos que o apelido dele é Malddad.

    • LMC
      20/06/2016 at 14:25

      Se não existisse essa porcaria de
      segundo turno,o FERRANDO
      MALDDAD não seria eleito Prefeito.
      Isso é fato.

  2. LMC
    17/06/2016 at 14:48

    Eu disse que o Pondé é o Olavo de
    Carvalho que deu certo,ironicamente.
    Ele só fica repetindo quase tudo
    o que o astrólogo diz,só que em
    vez de um site,fala no rádio,TV e
    ainda tem coluna num grande jornal.

    • 17/06/2016 at 22:07

      lmc ESSA SUA ilusão é a dele. É gozado como as pessoas param no passado. Coluna ou blog na Folha não tem leitor. A Folha está com mais de cem blogueiros. TV ninguém vê, menos ainda jornal. O próprio JN está nadando com dificuldades. Chalita precisou de dinheiro da corrupção para ser deputado, mesmo tendo tido uma super exposição na mídia. Esse pessoal pensa que o público ignorante deles os lê. Não. Esse pessoal pensa que os programas policiais vão dar espaço para eles, ou que Tiririca vai dar espaço ou que a Lava Jato vai dar espaço. Estão competindo com o errado. A mídia não é para professor. No mundo da filosofia é necessário, antes de tudo, ser um bom acadêmico. E esse pessoal da direita não consegue isso.

    • LMC
      18/06/2016 at 11:47

      PG,Qualquer joguinho de futebol
      dá mais audiência que qualquer
      desses programas policias que tem
      por aí.Só colocam essa gente pra
      escrever em jornal apenas pra tapar
      buracos,em vez de publicarem
      notícias e reportagens.É o famoso
      enchimento de linguiça.

    • 18/06/2016 at 14:35

      LMC não existe “joguinho de futebol”, sua visão de imprensa é ruim. A mídia é uma incógnita para quem está fora dela.

    • LMC
      20/06/2016 at 11:14

      Tem jogo de futebol que passa na
      TV que dá mais ibope que o JN.Sinal
      dos tempos…..

    • 20/06/2016 at 15:29

      Foi o que eu disse, futebolzinho na TV não existe.

  3. Matheus
    17/06/2016 at 13:00
    • LMC
      17/06/2016 at 14:49

      Não dê idéia pros carteiros,Matheus.

  4. Matheus
    16/06/2016 at 11:22

    Vergonhoso mesmo, Paulo, ah e sobre a propaganda > obras; não e´o PT que gosta de falar de mídia golpista, mídia quarto poder, mídia manipuladora?

    Mas são eles que usam as mídias pra enganar o povo com suas propagandas cinematográficas de invejar Hollywood…

    Hipócritas do mais baixo nível, pior é ver amigos meus tentando defender essa criatura.

  5. Max Paim
    16/06/2016 at 10:25

    E o nosso amigo cult e trágico não escreve nada que preste sobre isso na Folha. Se escrevesse, seria talvez “faz parte da vida essas piadas do deus trágico”.

    • 16/06/2016 at 10:26

      Paim, esse tal já foi desmascarado, mas vale insistirmos.

    • Max Paim
      16/06/2016 at 12:12

      Sim. Pondé, Karnal, Chalita, Mosé, Tibúrcio e outros do mesmo tipo serão constantemente lembrados como desserviços. O Pondé não consegue terminar um raciocínio no Jornal da Cultura.

      Aliás, e o Cortella? Joga no mesmo time?

    • 16/06/2016 at 13:29

      Não, o Cortella fez uma opção clara: discurso motivacional para a empresa. Os outros fazem auto-ajuda ou discurso para partido, mas dizem que não.

    • LMC
      17/06/2016 at 11:50

      Max,o Pondé já falou na TV e escreveu nos
      jornais a mesma coisa que o PG pensa deste
      Haddad:uma besta.Neste caso,ponto pra ele!

    • 17/06/2016 at 13:04

      LMC já disse mais de uma vez que VOCÊ tenta fazer balanço entre esquerda e direita, e isso não é ser objetivo como você imagina. O que o Pondé reclama do Haddad é pelos acertos do Haddad, não pelos erros. O Pondé reclama da política social, eu reclamo da falta dela, é bem diferente. É pena que você nesse balanço acabe nunca percebendo.

    • Max Paim
      18/06/2016 at 08:57

      Se o Pondé fala sobre o que não leu, ele também é desonesto, ou burro, sobre o que as evidências cotidianas indicam. Pondé é um falsário com diploma. Essa é a diferença dele com o Olavo.

    • LMC
      17/06/2016 at 11:57

      Pondé é igual ao Karnal.kkkkk…..
      Nunca vi o Karnal dizer que quem é
      vegetariano é nazista.Ou falar que
      estamos num regime bolivariano.
      O Pondé é um Olavo de Carvalho
      que deu certo.

    • 17/06/2016 at 13:05

      Pondé “deu certo”? Meu Deus, que noção triste de “dar certo”. Dar certo é falar abobrinha e ficar conhecido como papagaio de direita?

    • Gustavo
      17/06/2016 at 08:52

      Ou pior ainda, é bem capaz dele dizer que morador de rua ter cobertor e cachorro é brega.
      Ainda bem que São Paulo não é Ítaca, senão o pobre do Odisseu seria encontrado congelado debaixo de algum viaduto sem jamais ter conseguido retornar para a sua casa e Argos ainda seria chutado pelo prefeito da cidade.

    • 17/06/2016 at 10:59

      Gustavo, agora, pressionado, ele disse que vai arrumar barracas, e daqui duas semanas (quando acabar o frio) vai colocar na rua.

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