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29/05/2017

O deslumbramento subserviente


Vou usar do êxtase do professor de História Karnal, ao escrever para o Estadão, para comentar aqui um dos terríveis efeitos da mídia e, ao mesmo tempo, do desprestígio da carreira de professor, pelo qual o Brasil está passando. 

Quando eu era garoto a filósofa e professora da USP Marilena Chauí tinha uma coluna na Folha de S. Paulo. Falava sobre cultura, feminismo etc. Aqui e ali, alguns intelectuais também tinham seus espaços nos jornais. Os filósofos Bento Prado Jr, Olgária Matos, Rubens Torres Filho e vários outros também apareciam circunstancialmente. Logo depois, com 25 anos, tornei-me professor universitário. Estou encostadinho nos 60 anos agora. Creio que passei por mais universidades que qualquer outro professor brasileiro. Fiz concurso para um bocado delas, inclusive nos Estados Unidos e Nova Zelândia. E ao mesmo tempo que fui publicando meus livros acadêmicos, também surgi no jornais, lá no início dos anos noventa. Parei de lidar com o jornal e só voltei ao final da década e, depois, esporadicamente no Estadão, Folha, Correio Brasiliense e O Globo. Nunca me passou pela cabeça achar que o prêmio da minha vida era estar numa universidade para então estar na mídia. O trabalho na escola é um trabalho de professor e pesquisador. Pode-se gostar dele, mas vê-lo como prêmio é esquisito, e vê-lo como porta para um prêmio maior ainda, que é ser subserviente à grande mídia, é algo um tanto torto. Tomar a entrada num jornal de grande circulação como um ápice de vida, um motivo de deslumbramento, me parece algo até patológico. Foi assim que tomei, ao menos à primeira vista, um quase patético artigo do professor da Unicamp, o Karnal (ainda não chegou a Espiritual) no Estadão, na sua apresentação de colunista (Sobre a vaidade). Que coisa aquilo! Que coisa!

O artigo é religioso. Ele faz idolatria de si perante o Deus Mídia que lhe deu um chance! Mas chance de … que isso?  Uma chance de ser gente! Ele diz: vou estar num lugar que têm uma tiragem enorme, maior do que a sala de aula e maior que a possibilidade de meus livros. Num primeiro momento eu ri dessa coisa meio de criança do Karnal, algo que ele, no mesmo texto, repete sobre a Unicamp, como se fosse um aluno pobre e fraco beneficiado pelo Prouni, e que agradece ao PT (talvez ao Lula!) por entrar na escola. “Cheguei à Unicamp!” “Viva viva, eu que nem paulista sou, cheguei à Unicamp!” Triste né? Agora: “cheguei ao Estadão, ai como sou premiado pela vida, mesmo não sendo paulista!”.

Mas logo que vi isso, assim, volto a dizer, patético, refleti melhor, porque junto de tais frases estava lá, purinha, a cabeça do monstro do terrível ressentimento – aquele do qual nos fala Nietzsche. A cabeça emergiu com força, em frases defensivas vindas antes do ataque. As frases que tenho dito que são atuais, e que tentam fazer a blindagem antecipada.

As frases a que me refiro são os ataques a colegas da própria Unicamp, que Karnal, sem coragem, omite o nome. E depois são as frases relativas a um possível ciúmes ou inveja que tais colegas dele – e críticos aos borbotões que ele acredita ter – estão sentindo. Inveja do que? Denunciei isso como fenômeno de época no Brasil: o intelectual monta uma claque e lança ordens diretas e indiretas que dizem o seguinte: “se me criticarem, diga que é inveja”. Ou seja, não há a vontade de realmente agir como intelectual, não há a determinação de equacionar problemas. Tudo é feito para se proteger antecipadamente, e isso motivado pelo que corre nas veias do parvenus. Ser jornalista era o sonho desse professor. Ser ouvido para além da rua de uma cidade do interior do sul era o seu desejo. Poder receber atenção de mais gente é seu deslumbramento. Virar de barriga para que lhe cocem ´é tudo que pede, mas, pior, parece dizer aos seus alunos: “isso é ser professor!” E há aluno acreditando! Tudo isso revela uma psicologia fraca, típica do ressentido e espezinhado de que Nietzsche falou tanto, e que Cioran mostrou ser um perigoso candidato a fanático. Mas, no caso, tal figura serve até de exemplo didático em sala de aula. Pode-se dar aula sobre a personalidade fraca com tal exemplo. Mas a questão maior não é essa.

A questão maior é a seguinte: o que ocorreu com a profissão de intelectual e de professor de desprestígio intrínseco que a levou a isso? Lembro-me da minha carreira inicial. O importante era ensinar e pesquisar. Teria eu um aluno ou dois? Ora, se tivesse um, a ele me dedicaria. Meu pai fez o mesmo, logo que formou na USP e foi dar aulas. Meus professores fizeram o mesmo. O modo como Olgária Matos conta de sua formatura e início diz muito isso. Não cabia para a minha geração, que agora se aposenta, ou para a geração da Olgária, achar que tínhamos que falar para muita gente, e que importava mais estar na mídia que com a pesquisa e o ensino. A sala de aula não era um palco. Nem ponte para palco. E o mundo dos intelectuais não era um palco. Mas aos poucos o salário foi diminuindo, ao mesmo tempo as coisas foram se banalizando, a mídia de grande porte foi se tornando o substituto da escola e a função intelectual perdeu para os autores de auto-ajuda, psicógrafos e militantes partidários disfarçados de professores. Em vários graus isso ocorreu no mundo todo. Mas no exterior esse erro não extrapolou limites do bom senso. Aqui no Brasil, a coisa desandou.

Estou aposentado e pronto para recomeçar, não perdi o pique, e vejo alunos na sala de aula que dizem: quero ganhar dinheiro, ser famoso. Aluno de qual tipo de sala de aula? Vocês vão rir: aluno de filosofia, de história etc. Eles querem ser famosos e até ter dinheiro! Ora, todos nós queremos viver bem, mas entrar em curso dizendo isso é a mostra de que a besteira dos deslumbrados está formando gente – gente tonta, claro!

Esses alunos que seguem os midiáticos deslumbrados imaginam que ser filósofo é pertencer à mídia que censura, que é comandada por ditames comerciais, e que é parametrizada pelo eterno “escreva o que o Homer Simpson pode entender” – como William Bonner deixou claro um dia. Estudar e virar professor para ensinar a refletir? Não! Nem pensar. Refletir? Nunca! E eis então que agora somos dominados pela febre do que Hannah Arendt chamou de atuação dos filisteus da cultura. Não o filisteu que somente compra livros, mas o filisteu que lê e utiliza disso para “subir na vida”, não notando que o saber que ele vomita, do modo que o faz, não é saber. O pior filisteu não é o inculto, mas o semi-culto. A semi-formação, tão denunciada por Adorno, é a regra desses meninos deslumbrados que viram professores universitários e colunistas de jornais. Não percebem eles que esse deslumbramento os faz subservientes. Que eles se tornam presas fáceis de não-grevistas, de reitores sacanas, de governadores sem escrúpulos e, pior de tudo, da massa de leitores que, por conta da disseminação do senso comum, formam claque de proteção. Essa claque, ao dizer ao crítico “você é invejoso”, cria a censura prévia, cala a crítica, extermina a ideia de que jornal serve para por problemas e levá-los em discussão.

É preciso enfrentar isso no Brasil. Gente como eu, que passou por essas etapas da carreira de professor, e não se deslumbrou porque na época não havia nenhuma razão para se deslumbrar, uma vez que a profissão era, sim, uma profissão, e não um teatro de rebolado, tem obrigação de mostrar que essa “Mídia Turn” é uma espécie de morte da intelectualidade brasileira. É também a época do fim do jornalismo sério. É a época de tornar professores deslumbrados por escreverem sem receber, pondo-os na mesma condição de jornalistas que foram treinados para serem o que são, mas que, por direito, são profissionais assalariados dos jornais. Trabalhar de graça para um jornal e ainda por cima agradecer é a degradação moral máxima. Mas, o pior ainda, deixar de trabalhar a sério na universidade para virar Macaquito do Artigo Fácil – pois gasta-se um tempo do Tempo Integral Universitário para tal – é a mostra que, em algum momento, a verdadeira relação professor-aluno não importa mais. O ideal é falar para muitos, reiterar o senso comum que a mídia pede e, enfim, não ter que ouvir ninguém. O jornal não permite real réplica. Todos sabemos que a grande mídia não permite diálogo, réplica etc. Estamos muito cientes que colunistas de jornal são as pessoas que não respondem aos seus críticos, o jornal e sua claque os faz não terem responsabilidade mais. Entram nisso porque não refletem, e ensinam todos a ouvir e ficarem calados. Se alguém falar algo, nem é necessário chamar mais a claque, ela vem sozinha para dizer: “não fale o meu ídolo, ele vai sair na Playboy, cale-se seu invejoso”. E eis então que nem vestido de calcinha de purpurina se pode ousar dizer “olha, naquele seu artigo, eu acho que há algo equivocado, pois …” Não! “Não pode falar não, invejoso” – esperneia a claque.

Estamos caminhando mal no Brasil se deixarmos a atividade do intelectual e do professor ser dominada pela fraqueza, como a que exemplifico e explico acima. E isso não é um problema do Karnal somente. Se fosse algo dele somente, não perderia meu tempo escrevendo. Ele é apenas uma peça de um jogo que está já em vigência a mais de uma década, com uso contínuo, e que mostra uma fraqueza brasileira que é a fraqueza do idealismo de ser professor. Ao mesmo tempo, mostra a crise da mídia, que elimina jornalistas para colocar amadores. Ensinar mesmo, para um ou dois, não vale nada, o que quero é ser censurado pelo senso comum na Mídia – eis o imperativo dos psicógrafos atuais. Karnal é a ponta de um Iceberg que já não aparece só para pegar Titanic, mas aparece para pegar tonto de todo tipo, pois o mar abaixou e o corpo da pedra besta está visível demais.

Volto a insistir: Karnal apenas é um exemplo didático de um sintoma de época. Um sintoma que a filosofia como crítica da cultura precisa saber notar. Talvez, até, tentar lutar contra as causas de tamanha degradação.

Paulo Ghiraldelli Jr., 58, filósofo. São Paulo, 26/07/2016

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38 Responses “O deslumbramento subserviente”

  1. João da Silva
    12/03/2017 at 16:39

    Há alguém de quem vc não concorde que não seja um ‘óide’?

    • 12/03/2017 at 19:53

      João o problema seu é que não lê os textos, só os que tocam seus idolozinhos, seu molecóides.

  2. Rogerio Gorelcenkavos de Carvalho
    15/08/2016 at 00:37

    Um dos problemas de intelectuais brasileiros parece ser a vaidade. Pois, uns a reconhecem, e de boca cheia, afirmam possuí-la, e outros, nem percebem que a carregam em demasia… Uns e outros tendem a esmorecer, seja a realização de um livre experimentalismo na cultura, como proposto por filósofos pragmatistas, seja a disseminação do sapere aude, como proposto por filósofos iluministas. Entretanto, já dizia Millor, “não ter vaidade é a maior de todas [as vaidades]”.

  3. Filósofa Paulista
    09/08/2016 at 16:28

    Subserviente é você em relação às palavras; elas mandam em você! Você é um escravo fiel a elas, Paulo. Você não passa de um ser programado!!! hahahaha

    • 09/08/2016 at 16:58

      Filósofa Paulista com vergonha de colocar o nome: sim, você está certa, sou subserviente às palavras. Diógenes tentou se libertar delas. Não sei se conseguiu. Creio que não tanto. Talvez Wittgenstein esteja certo: os limites do meu mundo são os limites da minha linguagem.
      Agora, sobre ser programado, você acertou de novo. A diferença entre e e outros é que, nesse caso, meu hardware é bom e meu software é ótimo.

  4. Valmi Pessanha Pacheco
    27/07/2016 at 10:11

    É prof. Paulo
    Não é de hoje que a girândola, o espetáculo tautológico da pirotecnia, vem tentando dominar corações e mentes.
    Nos últimos tempos, a exacerbação das ilusões ficou caracterizada pelos espetaculosos lançamentos de pedras fundamentais de obras nunca concluídas ou realizadas, na suposta diminuição das desigualdades sociais e, infelizmente, em projetos educacionais efêmeros, inconsistentes e extremamente dispendiosos, com pífios resultados.

  5. Paulo Roberto Moraes de Mendonça
    27/07/2016 at 00:48

    Muito boa crítica, professor! E, de fato, sinto que estamos atravessando – já há algum tempo -, uma crise de intelectualidade no Brasil muito séria. Parece que a criticidade vem se tornando um artigo de luxo, no sentido de que cada vez mais os espaços
    para a mediocridade cresce assustadoramente. O pior é quando esse processo vem assessorado por falsos intelectuais presentes nas mais diversas universidades. Sua crítica quanto a isso é clara e pertinente.

  6. LMC
    26/07/2016 at 10:52

    Pode ser que no Estadão não
    aconteça,mas na Folha quando
    alguém escreve uma coluna e
    não concorda com ela,existe
    a réplica.Principalmente no
    caderno Ilustrada.

    • 26/07/2016 at 10:55

      LMC tá piorando sua situação heim? Réplica? Como, no carta do leitor? Tem dó. A mídia brasileira é completamente ditatorial .

    • LMC
      26/07/2016 at 11:03

      Não,não,dando o mesmo
      espaço de texto na coluna
      onde o articulista escreveu.
      Quando o Contardo Calligaris
      falou sobre a Escola Sem
      Partido,um defensor dela
      escreveu-um deputado
      do PSDB!!!!-a réplica dele
      foi tão ruim que no final
      ele escreveu:Que Deus
      te abençõe.Rarará!!!!

    • 26/07/2016 at 11:07

      LMC mas se não fosse um deputado não sairia. Caso fosse um professor universitário, sem claque, não sairia.

  7. Wagner de Araújo
    26/07/2016 at 10:21

    Putz Paulo, que texto!

    Será que essa temática não poderia ser discutida em um Hora da Coruja? Mais uma vez, parabéns pelos artigos.

    • 26/07/2016 at 10:27

      Wagner, vamos retomar o Hora da Coruja, estamos remodelando a coisa.

  8. Luma
    26/07/2016 at 09:42

    Paulo, o que foi aquele texto do Karnal? KKKKK
    Nem parece que ele divide o mesmo espaço no jornal com o Kim.
    Você está certo em dizer que agora a figura do professor intelectual nada mais é do que a do semi-culto.
    Mal sabe o Karnal que na UNICAMP tem um professor que trabalha na Faculdade de Letras que é referência internacional nos estudos de ritmo da entoação. Pesquisadores de fora vem pra cá para aprender com ele.
    Isso me faz perceber que figuras como o Karnal serão sempre trocadas pela mídia. Esse sucesso dele vai ser atingido sempre com o mesmo público semi-culto e é, bem provável, que seja muito passageiro. Logo, logo aparece outro “Karnal” e o substitui. O público de uma grande mídia como esse jornal descarta rapidamente essas figuras porque se sentem entediados.

    • 26/07/2016 at 09:46

      Luma eu de fato fiquei chocado com a coisa patética dele. O garoto não formado por São Paulo que … venceu na vida! Vencer na vida é escrever no Estadão! Mas tentei sair do choque, olhar no exterior, olhar para a análise de Sloterdijk sobre a mídia, e escrever.

    • LMC
      26/07/2016 at 10:48

      Luma,o Kim escreve na Folha e não no
      Estadão.Bastou o Karnal,que é ateu
      escrever no Facebook que,quem
      critica as religiões por promoverem
      guerras,esquecendo que Estados
      ateus como a URSS e a China também
      fizeram,foi xingado por isso.Porra,
      isso não é verdade?

    • 26/07/2016 at 10:51

      LMC acho que você já faz algum tempo que não consegue entender artigos meus e agora, falando para Luma, vi que não consegue mesmo. Que dificuldade estranha. Sempre querendo fazer pêndulo, quando os textos não são sobre esses assuntos. Nunca imaginei que a tentativa de ser de centro fosse um fanatismo embotador de mente.

    • LMC
      26/07/2016 at 10:59

      PG,era sobre a claque que,
      quando alguém escreve
      aquilo que seus seguidores
      não concordam,partem
      pro linchamento dizendo
      que ele está “mal-desinformado”.
      (está na moda essa palavra).

    • 26/07/2016 at 11:06

      E daí? Se está mal informado, isso não há problema. Se aparece uma claque que diz que estou mal informado, posso mostra que estou bem informado. Há resposta objetiva. Agora, quando aparece claque para dizer “inveja”, aí ela trava tudo, pois nada que se escreve pode desmentir isso. E nisso consiste o autoritarismo atual, recorrer a situações subjetivas pessoais, que não tem como serem desmentidas. Ou seja, o conteúdo é desconsiderado porque desde o início já estava desconsiderado pelo autor do artigo criticado, dado que ele escreve por ter recebido de Deus o presente de trabalhar de graça.

  9. Isaias Bispo de Miranda
    26/07/2016 at 09:35

    Paulo, tive o azar de assistir o Jornal da Cultura num barzinho com amigos (NUM BARZINHO!). Quando o Karnal disse ao Pondé que eles eram radicalmente diferentes, Pondé respondeu: ”É! Mas somos dois carecas!” Durante todo o jornal, os radicalmente diferentes concordaram com tudo que o outro disse, tal como se fossem um casalzinho de ensino médio.

    • 26/07/2016 at 09:40

      Sim, esse é o truque da mídia: ela exige a igualação. A Casa do Saber faz debates entre Pondé e Safatle!!!

    • Isaias Bispo de Miranda
      26/07/2016 at 09:42

      O Safatle diz que discorda das piadinhas do Pondé??? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    • 26/07/2016 at 09:44

      Bem, o Safatle diz que os ricos devem pagar tudo pelos pobres através de impostos. O Pondé diz que não, que os ricos são pobres. E assim, todos na Casa do Saber ficam horas escutando a mesma coisa e, segundo o cérebro deles, estão aprendendo algo.

    • Isaias Bispo de Miranda
      26/07/2016 at 09:50

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      É, talvez fosse melhor o Safatle continuar compondo músicas sobre o poder!

    • 26/07/2016 at 09:52

      Sim Isaías, música é o negócio dele, creio que vai estourar junto com o Pondé do The Voice.

    • LMC
      26/07/2016 at 11:40

      E o Gregório Duvivier?Ele virou
      colunista da Folha porque é um
      Safatle maconheiro.Ele se
      acha um novo Chaplin,faz
      uns vídeos engraçadinhos
      na internet e o negócio dele
      é gritar Fora,Temer.Essa é
      a nossa gloriosa esquerdalha
      brasileira

    • LMC
      26/07/2016 at 10:41

      Existem diferenças entre o Pondé é o
      Karnal.Enquanto Karnal comparou
      Trump a Mussolini,Pondé disse que
      quem é contra Trump é metido a
      intelectualóide.PONTO PARA O KARNAL!!!!!

    • 26/07/2016 at 10:45

      LMC mais uma vez você não entendeu um texto meu.

    • LMC
      26/07/2016 at 13:02

      Relaxem!A melhor coisa da Casa do
      Saber é a Maria Fernanda Cândido.
      Que mulher deslumbrante é aquela,
      meu Deus…….

    • LMC
      26/07/2016 at 11:09

      Ué,teve o azar de assistir o quê?
      Você teria azar se assistisse
      aquela novela evanjegue da
      Record,por exemplo.A TV
      Cultura foi sempre assim,
      desde os anos 70.Lembra
      do João de Scantimburgo?
      Ele tinha um programa só
      dele lá.

    • 26/07/2016 at 11:12

      LMC é um azar ver isso que ele viu, se você acha bom, tá ruim de crítica.

    • LMC
      26/07/2016 at 11:36

      Ih,tem coisa pior,aquela babação
      de ovo que a Globo está fazendo
      nos seus noticiários sobre a
      Olimpíada.A gente viu esse
      filme na Copa…kkkkk

    • 26/07/2016 at 13:22

      LMC não tem como ser diferente. Já imaginou um órgão de entretenimento dizer que uma Olimpíada é ruim? Ficou louco? Agora, que ela está denunciando os erros, está.

    • LMC
      26/07/2016 at 15:49

      Bah,Isaías,quando falavam do Trump
      e da Reforma Trabalhista não foi bem
      assim.O Pondé defendia tanto o
      Trump que parecia estar pedindo
      emprego a ele caso o Trump fosse
      Presidente dos EUA.Numa coisa,
      Karnal tem razão:Trump é um
      cruzamento de Collor com Mussolini.

    • 26/07/2016 at 19:53

      Safatle, Pondé e Karnal
      Trilogia da calvície intelectual.

    • 27/07/2016 at 08:05

      Pedro: O ILUMINISTÓIDE. Proíbe a crítica à democracia, combate a religião de modo mais dogmático que qualquer religião, acredita na ciência sem nunca tê-la feito e fala de tudo sem saber nada. Exemplo: Karnal.
      O MARXÓIDE. Tudo é “luta de classes”. Para todos os males há uma única solução: o estado deve aumentar impostos do ricos e naturalmente as coisas se resolvem. Exemplo: Safatle.
      O FASCISTÓIDE. O livre mercado é um deus, mas na prática quem manda é o estado a favor do xenofobismo. Fanático da “guerra ao terrorismo”. Quer construir, junto com Trump, uma Muralha da China protegendo Israel e os lugares americanos onde onde fica o Tea Party. Exemplo: Pondé.
      PONTOS EM COMUM: ódio à reflexão de qualquer tipo de pensamento filosófico.
      PRÁTICA COMUM: Subserviência ao poder do dinheiro e da mídia comercial.

    • LMC
      27/07/2016 at 11:19

      “Subserviência ao poder do dinheiro e
      da mídia”…..A última vez que li isso,foi
      quando o Brizola escrevia aqueles
      artigos de página inteira nos jornais
      com aquela esfinge dele que parecia
      um Lenin,falando mal da Globo e do
      “senhor Roberto Marinho”.kkkkkk

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About Paulo Ghiraldelli

Filósofo