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23/11/2017

O caso Kim na Folha de S. Paulo


Tanto a Folha de S. Paulo quanto a rede Globo estão como barata tonta diante da Internet. Não conseguem se adaptar ao fenômeno, não o entenderam ainda, e então se perdem na ideia de correr atrás de quem eles acreditam que tenha popularidade. Mas popularidade é um coisa, jornalismo e entretenimento é outra. Um calango pulando dentro de cuecas no varal pode dar um vídeo legal no Youtube, mas não é o caso de querer que esse tipo, o calango, atraia leitor e telespectador.

Estamos vivendo a prova cabal de que a garota (ou garoto) que faz o primeiro ano de ciências sociais no estilo anos setenta ainda está por aí e que agora poderia ver o quanto está errada. Ou seja, há quem insista, como faz essa garota, em dizer que a “a mídia manipula” e “faz a cabeça da população”, uma tese infantil e, claro, errada. O correto é outra coisa, e atualmente estamos podendo ver isso de modo mais claro. O que ocorre, no caso, é a população, sabendo ou não, influenciando diretamente jornais e TVs, e até mesmo manipulando-os. Ou seja, bolhas de popularidade por conta de eventos passageiros fazem os meios de comunicação acreditar que é daí que devem retirar pessoas para transformá-las em atração jornalística ou televisiva, e isso num passe de mágica. O desespero em torno de conseguir rapidamente público (nem todos podem ter a garantia da Veja, de ser comprada pelo governo do Estado para ser distribuída nas escolas, ou contar com apoio estatal federal, como a Carta Capital) fez a Globo contratar Adnet, realmente muito bom, mas bom somente fora da Globo. Fez o Roberto Carlos engolir no seu programa anual um bocado de gente que poderia estar num circo de periferia ou num bailão de bairro sem saneamento básico. Tudo isso contraria o que sugere o antigo diretor da Globo, hoje aposentado, o Boni. Em entrevista ao Roda Viva, ele garantiu: a Globo está errada ao baixar o nível da programação, pois sempre temos que fornecer um pouco a mais que a média e puxar a população para o melhor. De fato, é isso que dá audiência, pois é assim que se amplia o público. Em marketing isso é visível e bem conhecido, chama-se “criação de demanda”. O que se está fazendo hoje é reiterar a demanda imposta pelos setores menos instruídos. Isso só aparentemente amplia público. Em médio prazo, diminui o público. A porcaria é mesmice, e mesmice cansa até o público porcaria.

Toda nossa imprensa está passando por esse dilema que, enfim, é mais visível na Globo. E a resposta para tal crise de falta de público, por todos os outros, vai no mesmo sentido do que a Globo vem fazendo, mas é até pior: há o afastamento de jornalistas profissionais e tarimbados em troca de gente que, de maneira nada profissional, escreve em torno de ideologias ou auto-ajuda, e que parece ter público. Nessa hora, desaparece o conteúdo legítimo, para que se abra espaço ao conteúdo pautado em pseudociência, como no blog da Susana Herculano, na Folha, e agora, de maneira quase que agressiva ao país todo, a estreia do ginasiano Kim Kataguri, que nunca produziu sequer um redação escolar e é visivelmente um perturbado por ideias neonazistas. Ou seja, esse tipo parece reunir gente e, então, é chamado ou enfiado por parceiros que já estão na panela desse jornalismo marrom (em crítica ao Bolsonaro, Kim Kataguiri foi atacado por outros extremistas da laia dele, e teve em Reinaldo de Azevedo um defensor irritado, quase que com traços de homossexualidade enrustida – o que é engraçado uma vez que esse pessoal da direita é todo homofóbico. Tudo isso já não indicaria o caminhos adrede preparados para Kim?).

Quando a Folha mandou Nassif embora, fez o certo. Não se trabalha com jornalista que é dois para se transformar em funcionário de partido e que, no cume da desonestidade, prepara dossiês para negociar publicação. Mas a Folha depois começou a agir errado. Mais recentemente trouxe elementos da extrema direita para o jornal misturando-os com humoristas de esquerda que falam de política, mas que tentam se proteger se dizendo humoristas. Errado, mas diante do que veio agora, nem mais sabemos o que é o certo e o errado para a Follha. Na direita posso admitir até um Reinaldo de Azevedo, embora já existisse gente no jornal falando o que ele fala e de modo mais resumido, e talvez sem o anti-petismo cansativo. Na esquerda posso admitir um Duduvier, embora já existisse ali gente formada em jornalismo e realmente capaz para falar de maneira menos bagunçada o que ele fala. Mas, quando o jornal põe uma coluna na mão de coreano garotinho Kim Kataguiri, aí realmente se trata de um tapa na cara do brasileiro. Isso é duro de engolir. É triste.

O Bonner tem uma regra para o Jornal Nacional: é necessário que a notícia seja explicada, que até frases em latim que são corriqueiras sejam explicadas. Pois o que o Bonner toma como tipo médio de telespectador é o Homer Simpson. Isso não é um tapa na cara do brasileiro. Acho até que é uma caridade. Na verdade, o homem médio brasileiro é pior que o Homer Simpson. Agora, no caso do Kim, na Folha, aí sim é dizer para os da direita que ali estão o seguinte: para vomitar frases de extrema direita não é necessário ter nenhum diploma e nem nada. Como eu disse, a Folha já estava errada, agora, errou mais ainda. Xingou o leitor e ao mesmo tempo deixou um sabor de derrota para todos que estão na casa. Uns porque são agora inúteis mesmo, como os da direita, outros porque foram nivelados por baixo. Como ficam os bons agora? Como ficam agora profissionais como Hélio Schwartsman e Marcelo Coelho, ou Clóvis Rossi e Jânio de Freitas, tendo de trabalhar como um “igual” ao Kim Kataguiri? Isso é desrespeito, além de uma total falta de noção de marketing e de capacidade de ver o que realmente atrai público.

É completamente louco e desnecessário a Folha agir como está agindo. Não vai atrair leitor algum a mais e, para piorar, desqualifica o que já possuía na empresa. Os editores, proprietários e conselheiros dos jornais brasileiros não estão sabendo lidar com a falta de leitores. E esse problema não é tão difícil de lidar não. Há quem saiba fazer isso.

Estamos vivendo o que Peter Sloterdijk chama de época da formação pós-acadêmica, pós-literária, muito mais desonerada e, portanto, facilitada. Uma época sem Paidéia ou Bildung, Mas essa tendência geral não precisa ser incentivada pela Folha trazendo para suas escrivaninhas latinhas de lixo no lugar de jornalistas.

Paulo Ghiraldelli, 58, filósofo.

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53 Responses “O caso Kim na Folha de S. Paulo”

  1. Silvan Matias
    17/02/2016 at 12:52

    Kim é apenas um cachorro de juba, pensando que é um leão.

  2. Carlos
    20/01/2016 at 08:12

    Eu acho que o tal Kim é um radical dogmático com a seta invertida. Ele é o Boulos de “direita”. Tem um monte de Kim nos DCEs.

    • 20/01/2016 at 10:06

      Carlos o Boulos estudou e pode ser dogmático, mas não é burro. Não vamos fazer um professor ficar equivalente a um tonto de 19 anos.

    • LMC
      20/01/2016 at 13:08

      Felizmente,Carlos,nem o Kim nem o
      Boulos são publicados na versão
      impressa da Folha que eu leio.Não
      sinto a menor falta dos dois.

    • 20/01/2016 at 13:14

      Putz, tem essa da “versão impressa” agora? Que triste isso. A versão imprensa ninguém lê. Imprimem com prejuízo.

    • Carlos
      20/01/2016 at 22:38

      Eu acho que todo extremismo é burro, pois vive de simplificações da realidade e caricaturas dos seus adversários políticos. Existe um monte de alunos de ciência sociais que possuem diploma, mas não saíram do primeiro ano.

    • 20/01/2016 at 22:39

      Não é isso, o extremismo ser burro. Muitos gênios tiveram que ser extremistas. KIM não é extremista, é apenas burro.

  3. Wagner
    19/01/2016 at 23:56

    Mais um gênio para si mesmo, barulhento o bastante, consegue ser notado!
    E começa a caminhada…
    Será eleito deputado em São Paulo, em breve.

    • LMC
      20/01/2016 at 13:19

      Caraca,moleque!Eu também ia
      escrever mais ou menos o que
      você acabou escrevendo sobre
      ele.Assino embaixo.

    • Guilherme G. Pícolo
      21/01/2016 at 12:53

      É claro que o Kim vai tirar sua casquinha no Legislativo em breve; no nosso modelo democrático não se elegem ideias ou planos, mas a pessoa, – pior ainda – a máscara que ela usa nos meios sociais… Daí que qualquer idiota com um pouco de exposição na mídia e sem nada na cabeça vira “representante do povo”. Pfff…

    • 22/01/2016 at 07:22

      Não se elege a nada. O espaço na direita é estreito.

  4. Fernando
    19/01/2016 at 23:33

    Sabias palavras. Confesso que não fiquei surpreso, mas fiquei triste. A Folha resolveu se submeter ao ranço de seu público paulista anti-petista. E ainda vão dizer que estão sendo democráticos ao abrir espaço ao garoto! Balela! É um desserviço a nossa democracia montar palanque para mais um disseminador de ódio e jogar mais lenha na fogueira.

    • LMC
      20/01/2016 at 13:15

      Pois é,Fernando.Quando a Folha
      trouxe o maconheiro,ateu e
      coxinha Gregório Duvivier não
      vi toda essa gritaria em cima
      dele,não.

    • 20/01/2016 at 13:22

      Nossa, que comentário mais tolo esse LMC, que escola do Pondé é essa? Sinceramente, desculpe-me, mas esse tipo de fala, “você não falou do outro” é talvez a coisa mais deplorável que possa sair do cérebro humano. Você repete essa fórmula de um maneira que dá náusea. Procure não fazer mais isso aqui. Que coisa chata isso.

    • LMC
      20/01/2016 at 14:28

      O Kim é uma versão
      adolescente do Pondé,PG.
      Não percebeu a coincidência?
      Reinaldo,Pondé e Kim
      juntinhos no mesmo jornal.
      É o Trio Parada Burra.kkkkk

    • LMC
      22/01/2016 at 12:07

      Outro dia,o Gregório
      Duvivier usou a coluna
      inteirinha dele pra
      defender o pobre diabo
      do Chico Buarque.
      Maconha faz mal pra
      saúde,mesmo.

    • 23/01/2016 at 07:47

      LMC você continua fazendo julgamentos político. Sua visão é politicista, tudo se reduz à política. Vou ficando com dó.

  5. roberto quintas
    19/01/2016 at 18:14

    professor, o sr leu a coluna inaugural do Kim Kataguiri? O sr viu quem foram os únicos a apoiar a contratação dele pela Folha? Dando nome aos patrocinadores: Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo. a reação pewla contratação de Kim pela Folha serviu apenas para dar cartaz ao projeto de Olavo de Carvalho. a derrocada das empresas de comunicação de massas “tradicionais” dá uma bela tese de Teoria de Comunicação.

    • 19/01/2016 at 19:54

      Quintas. Olavo? Olavo não conta, ninguém o leva a sério.

    • LMC
      20/01/2016 at 13:10

      Nem o Reinaldo,também.Já
      ouviram o programa de rádio
      dele?kkkk

    • Guilherme G. Pícolo
      21/01/2016 at 12:57

      Ainda penso que o Olavo, com todos os seus defeitos, fanatismos e visão de mundo míope, tem mais bagagem intelectual que Constantino e R. Azevedo…

    • 22/01/2016 at 07:22

      Picolo, sinceramente, acho que você está realmente fora de órbita. Ficar pensando nesses caras … O Olavo é um tonto que não passou pela escola .Não conseguiu.

  6. ivan
    19/01/2016 at 14:59

    Olha, confesso que fiquei abismado – mas não surpreso – de ver esse Kim como colunista do Folha. Que porra é essa? Mas do jeito como as coisas andam por aqui era mesmo previsível.

    • 19/01/2016 at 15:00

      Ivan, toda a comunidade intelectual está pasma.

    • Maximiliano Paim
      20/01/2016 at 10:08

      E o Lula escrevendo, ou ditando pra alguém escrever, no NYT? Como relacionar?

    • 20/01/2016 at 12:51

      Paim que preconceito com o Lula heim? Que feio. FHC tinha e tem ghostwriter sabia? Agora, sua comparação denota uma coisa triste, triste de ver que pensa assim. Que quer comparar o Kim com um cara da trajetória do Lula. Gozado como funciona o preconceito. Eu que conheço o Lula de perto, fico pasmo e ver brasileiros pensando assim.

    • Maximiliano Paim
      22/01/2016 at 13:01

      Tá certo. Agradeço pelo diagnóstico.

    • LMC
      20/01/2016 at 14:31

      Ele escreveu no NYT,Paim?
      Com que cara ficou o amigo
      dele,o Emir Sader que só
      vive falando em “imperialismo
      ianque-sionista”?Curioso….

    • 20/01/2016 at 15:13

      LMC essa sua visão sobre a esquerda é um pouco parecida com a da nossa direita. Emir Sader nunca representou o PT. Houve um tempo que o Suplicy era mais representante do PT que qualquer um.

  7. Vandercleisson
    19/01/2016 at 14:17

    O tio Ghiraldelli, está assustado…

    Como propagador da mídia como instrumento de compreensão da realidade (ou da irrealidade) cotidiana, deve doer saber que suas tentativas frustradas – apelou até para o apelativo e breguíssimo Boni, santo Deus! – de difusão de Marshall Mc Luhan com grife teutônica não tem dado muito certo…

    Apelou ainda mais para o elitismo tabajara, associando o manjado especial do Rei (sic) Roberto à decadência por receber artistas, estes associados ao terrão mulato e negro…mas vem cá – quando o Rei (idem sic)reinava nos radinhos popularres das empregadinhas gostosinhas escravas sexuais dos molecotes ranhentos, aí tudo bem…

    O mesmo Rei (ibdem idem sic) que, inculto que só, assim como seus apreciadores, mandou apreender uma biografia que dizia o que todo mundo já sabe há anos – que o Rei é perna de pau, em todos os sentidos…

    E essa cisma com o episódio do Nassif, que parece algo concomitante com o enrustimento homoafetivo reinaldiano, algo recorrente e caquético já deu…Ah, sim, que dizer que a filósofa artista não pode dizer quem é ou não fascista, mas o sloterdijikiano Ghiraldelli acha quem deve ou não sair da Folha, do Estadão ou do jornal de Pirituba. Que beleza.

    • 19/01/2016 at 14:25

      Vander o fato de você não conseguir ler um texto é visível pelo que argumentou. O texto é fácil, acho que daria para você entender. Só o Kim não entenderia, ou o leitor dele.
      Agora, quem deve sair na Folha é problema da empresa Folha. O papel do filósofo aqui é apenas localizar o ponto problemático na questão maior da falta de Bildung. Meu texto é um episódio a mais em uma série de artigos que fiz para a mesma imprensa, na Folha ou no Estadão, ou em livros, ou que outros fizeram a respeito do atormentado mundo das comunicações atualmente (coisa que Eugênio Bucci, com outra pegada, também fazendo, coisa que antes de nós Luiz Milanesi começou, com o livro dos anos 70, o Paraíso Via Embratel). Agora, o fato de você não saber quem é o Boni, isso é preocupante, pois o torna uma pessoa realmente dentro do conjunto de leitores do Kim. Acho que a Folha vai ter leitores assim como você daqui para diante. E isso não vai resolver o problema de caixa dela. Gente como você não compra jornal ou livro.

    • Vandercleisson
      19/01/2016 at 14:48

      Ah, sim, perdão pela katigúrica ignorância…eu não sei quem é Boni, não…

      É aquele camarada com formação radiofônica – trabalhou na TV Bandeirantes e que surgiu na Globo de forma meteórica.

      Ele poderia ser um Kim Kataguri televisivo – um filho do proletariado (eca!) osasquense que cismou que tinha um chamado dos deuses televisionadores para entreter os mulatinhos com suas novelas insossas, seus telejornais oficialiescos e seus programas musicais que remontavam ao teatro de revista dos tempos das avós cocotas…

      Resumindo – um destes personagens de destaque’ que fazem a diferença, tanto na política, nas artes, no entretenimento, mas sempre com aquela forma peculiar. E a forma peculiar bonifaciana foi fazer o mais do mesmo com um arzinho de vanguarda…

      O jeito peculiar do Boni – e de sua cria maravilhosa, a saber o atirador de ovos na cabeça dos pobres, Boninho – é a puxação de tapete, o unilateralismo, enfim, o mau- caratismo (revire-se aí no túmulo, caro Walter Clarck).

      E o que dizer do Jô, boicotado pelo ”gênio” Boni e que teve que ir no popularesco canal do Silvio Santos para realizar seu projeto de talk-show? E que só retornou depois que o ”gênio”, cultor do melhor para as massas incultas, pendurou as chuteiras?

      Afinal, o que de tão genial o pai do Boninho fez? A única coisa a se destacar são as novelas, mas a emissora do Chateaubriand fazia até melhor do que o canal do Boni. Ele só estava no lugar certo na hora certa, no momento da nacionalização da programação via satélite, algo que a Tupi não sabia fazer, daí a falência.

      O Boni é o gênio do fraque com cueca samba canção…ou dos terninhos da Xuxa com shortinhos curtinhos a perder de vista…um David Nasser top de linha com enredos bem preparados a favor, não da cultura, mas da plutocracia televisiva como forma de pílula lenitiva ao terrão mulatinho ansioso por mais asfalto de Copacabana

    • 19/01/2016 at 14:52

      Vander parece que você carrega muita mágoa para poder continuar a escrever. Tente outra coisa. Escrever com tanto fracasso nas costas assim faz mal para vocês mesmo. Credo.

    • LMC
      19/01/2016 at 14:50

      PG,esse Vandercleissson
      é do Casseta & Planeta???
      kkkkk

    • 19/01/2016 at 14:54

      Acho que é apenas um frustrado. O cara tem raiva do Boni. Ou seja, é estranho isso. Eu nunca concordei com os métodos do Sílvio Santos de enriquecer, e mesmo de fazer TV, agora, eu seria um tonto de não ver a genialidade dele. Mas o tal de Vander é aquele Zé Ninguém com o ódio do mundo por conta do fracasso pessoal.

    • LMC
      19/01/2016 at 15:45

      Eu acho que ele se parece
      com aquele personagem
      do Marcelo Adnet do Tá
      No Ar da Globo,que só
      vive falando mal da Globo
      com um sotaque
      nordestino.É igualzinho!

    • Vandercleisson
      19/01/2016 at 17:23

      Puxa, acho que estou escolarizado com a escola Ghiraldelli de aversão ao sucesso alheio, né não Nassif?

    • 19/01/2016 at 19:56

      Vander! Taí um sucesso que nunca quis, o de ser desonesto. O fato de você não querer saber quem é Nassif, com todo mundo sabendo, leva à conclusão de que você é desonesto igual. Bem, meu caro, aí é problema seu e da polícia. Não meu.

    • Silvia
      20/01/2016 at 16:15

      Se puxou o saco do Nassif deve ser um imbecil

    • 20/01/2016 at 16:56

      Sílvia, Nassif é jornalista pago pelo PT, não tem mais carreira real. O KIM não é nada.

  8. Franklin
    19/01/2016 at 13:11

    Paulo, talvez o Kim tenha pelo menos uma utilidade: o que o jovem não deve fazer ou ser. Como jovem que sou, vejo o Kim como o exemplo do que eu não quero ser: analfabeto político , autodidata arrogante, seguidor de jornalistas de extrema-direita. O comportamento dele é belicoso e beira ao fascismo mais descarado; fora isso , ele já declarou que Brasil não deveria ter partidos de esquerda.

    Ele já está na casa dos 20 anos de idade, mas ainda não está num curso superior. Faz questão de tentar desqualificar pessoas com um pouco mais de instrução que a dele, como os professores da Universidade federal do abc. Agora, ele vai para uma faculdade particular…

    Kim não é um Hitler . Mas o caso do fascismo europeu deixa muitos exemplos para o mundo. Na época ignoraram o fato de que grupos de arruaceiros de rua de Munique, formado em sua maioria por bebedores de cerveja violentos e “semi-cultos” ,poderiam representar algum perigo. Deu no que deu.

    • 19/01/2016 at 13:25

      Franklin tomara que você esteja certo. Talvez a outra utilidade seja mostrar para os mais velhos da direita, no jornal, que para fazer o que eles fazem qualquer Kim faz.

    • LMC
      19/01/2016 at 19:16

      Franklin,o Brasil do século 21
      não é a Alemanha dos Anos 30
      que tinha a URSS como vizinha.
      KK é uma besta como o Olavo,
      só isso.

  9. LMC
    19/01/2016 at 12:40

    Jânio de Freitas é o Nassif que a
    Folha não mandou embora,PG.
    Finge ser jornalista,mas é um
    Reinaldo Azevedo do PT e
    diz que Brizola era um gênio.

    E o Clóvis Rossi,então?Ele vê
    os EUA como se estivesse
    ainda na Guerra Fria.Quando
    você diz “Obama” pra ele,o
    Clóvis responde “Nixon”.kkkkk

    • 19/01/2016 at 13:08

      LMC bem se vê que você não consegue aceitar o diferente. Quando um cara não sabe quem é Jânio ou Rossi, essa pessoa deveria antes de tudo se matar. Seja inculto, mas não grite.

    • LMC
      19/01/2016 at 14:48

      Bom,o Jânio diz que as
      investigações da Lava-
      Jato só servem pra
      prejudicar o PT e que
      a imprensa não investigou
      o que houve nos tempos
      de FHC.Acho que ele
      não acessou o arquivo
      que a Folha tem na Net.
      Deve ler só a CartaCapital….

      E o Rossi….bem,ele acha
      que o governo Obama é
      pior que a nossa Dilma.
      Tá bom…….

    • 19/01/2016 at 14:52

      LMC acho que você lê as pessoas pelas posições políticas, sempre. Não acho que seja um leitura aproveitável.

    • LMC
      20/01/2016 at 10:50

      Jânio é como você diz
      do Karnal,PG.Uma besta.

    • 20/01/2016 at 12:48

      LMC já lhe disse, você só sabe avaliar politicamente, você pendula entre esquerda e direita. Um jornalista como o Jânio, de esquerda, mas experiente, não pode ser avaliado assim. Isso é um erro horrível.

    • LMC
      21/01/2016 at 10:50

      Não sou Pondé,PG,sou
      mais Hélio Schwartsman
      e Marcelo Coelho.

    • 21/01/2016 at 11:24

      Às vezes esse pessoal também fica no julgamento meramente político e tentando achar que uma posição “equilibrada”, como dizem, é a posição de um bom escritor. Essa posição dita equilibrada é exatamente a sua, de praxe, sempre cobrando do outro o que se falou de um. Pode reparar, virou um vício isso da sua parte. A maioria dos seus comentários são isso, Pondé puro.

    • LMC
      21/01/2016 at 12:22

      Quando Obama foi
      reeleito,Pondé disse que
      se ele não fosse reeleito,
      iria pra lata de lixo da
      história.Deus do Céu…..

    • 22/01/2016 at 07:23

      Tive o prazer de nas duas vezes mandar um e-mail para ele dizendo “perdeu Playboy”.

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