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17/12/2018

Por que a mulher inteligente tem dificuldade em ser feminista?


Esquerda e direita não conseguem ajudar a mulher.

Virou moda agora tentar destaque na imprensa atacando o feminismo. As feministas criaram esse movimento contrário a elas, feito gora não mais pelos que as combatiam no passado, mas até por seus aliados ou potenciais parceiros. Muita gente passou a se irritar com o feminismo, inclusive uma boa parte das mulheres, quando o movimento deixou de lutar por mais direitos para as mulheres e se concentrou em aspectos comportamentais gerais, já sem parâmetro do que pode ou não pode ser uma boa bandeira.

Talvez eu consiga dizer mais claramente o que venho advogando por meio da questão da palavra “machismo”.

A maneira como as mulheres menos ou mais ligadas ao feminismo começaram a tratar o campo semântico desse termo o destituiu de qualquer legitimidade. Ou seja, é “machista” o namorado que não quer que a namorada dê bicotas em qualquer amigo, mas é igualmente “machista” o delegado que, recebendo uma queixa de abuso sexual, acaba registrando a queixa com má vontade, revelando claramente que está desaprovando a mulher por conta das roupas que ela está vestindo. Ora, é machismo? A primeira atitude é ciúmes. A segunda é descumprimento de função no serviço público. São duas coisas completamente diferentes. Ao coloca-las sob o guarda-chuva “machismo” eu não explico nada e, ainda por cima, acabo por não conseguir lidar com nenhum. Não vou compreender a atitude do moço ciumento e não vou ser capaz de responsabilizar o delegado perante seu superior.

Mas não é só nesse esgarçamento que a palavra “machismo” é um elemento péssimo por conta do feminismo emburrecido. Olha outro caso.

A mãe que coloca a filha para lavar pratos e libera o filho, logo após o jantar, sem ensiná-los a dividir o serviço, é a mesma mulher que aparece em rede social para me perturbar dizendo

Fu

Funk é feminista quando reivindica o prazer da mulher

que eu estou sendo machista ao postar a foto de uma mulher de joelhos fazendo sexo oral no namorado. Ela confunde tudo. Não sou machista por postar cenas de sexo sejam lá quais forem. No máximo, posso ser acusado de um indivíduo que gosta de pornografia, o que não me aborrece nem um pouco. Um filósofo como eu, que pesquisa o corpo, está acostumado a esse tipo de avaliação. (Além disso, avaliação de gente ignorante sobre o meu trabalho não me afeta, não no Brasil – afinal temos uma situação educacional péssima é há muitos de cabeças de bagre que não sabem o que nós, filósofos, realmente investigamos).  Ela é sim, moralistóide (e não moralista, o que é algo interessante até), pois não sabe como criar situações de igualdade entre homens e mulheres, mas se preocupa muito com a mulher quando a questão é sexo. Nesse caso, nota-se aí aquela velha preocupação de certo feminismo que nos deixa pouco alvissareiros, aquele que pune prostitutas ao invés de colaborar com elas, de ajuda-las numa profissão terrível.

Sim, eis aí outro problema do feminismo. As donas de casa de classe média que fazem lá seu mestrado ou, sem isso, frequentam as Casas do Saber da vida, possuem várias domésticas que elas tratam como escravas, e com isso ficam com tempo livre para acusar aqui e ali todo mundo de machista. Isso irrita e já é velho até. O que não é velho, mas já está irritando também, é essa mesma dona de casa se preocupando com a tal “violência” contra a mulher e, ao invés de ver como que sua empregada doméstica pode voltar para casa à noite, fica achando que violência vem da TV. O sexo e a violência na TV são culpados de todos os estupros do mundo. Aliás, esse feminismo se casa com o pior machismo ao falar da morte do estuprador sem que se use a lei e a justiça. Nessa hora todo o suposto aprendizado na Casa do Saber cai por terra. A dondoca de esquerda adere à nazista mais dondoca ainda.

A mulher pobre, negra, trabalhadora e excluída de tudo não tem feminismo. Sua vida não permite tal sofisticação. Está aquém de poder conter a prostituição das filhas. Ela mesma às vezes se prostitui. Quando cai nisso, perde os filhos. Aí todo o feminismo das ricas cai sobre ela, acusando-a de explorar as filhas. E se essa mulher aborta ou entrega um filho, meu Deus! aí sim as ricas aparecem e todo feminismo  e solidariedade veem por água abaixo. Aparece aí aquilo que chamei em outro lugar, sobre protestos dos energúmenos, de “ditadura do amor”. Quem é mãe tem de ser mãe. A qualquer preço. Não há perdão para a mãe. Entrou em depressão pós-parto, sendo rica, tudo bem, não sendo vira “mãe desnaturada”, “vagabunda que tem um monte de filhos”, “mulher aproveitadora que é incentivada pelas bolsas do Lula a ter mais filhos” e por aí vai. Some o feminismo, aparece só a face da política perversa eu põe o dedo no rosto da mulher pobre. A esquerda nessa hora apoia menos ainda, pois esquece da mulher, da mãe, para vir com a ideia de que aborto é coisa de saúde pública e se for legalizado todo os dramas da mulher acaba. Isso não é feminismo! Isso é simplesmente dizer para a mulher: mate seu filho que vamos dar costa quente por meio de nova lei.

pos-feminismo-webMas o pior de tudo mesmo é que o feminismo, como qualquer movimento de minoria, não raro gera o fanatismo militante. E no fanatismo, surgem as gangs que se aproveitam para massacrar adversários. Então, pessoas que caem sob a desgraça do feminismo oficial começam a ser tratadas como bandidos. Escritores, professores universitários, intelectuais de todo tipo começam a ser policiados: ou falam o que as tais “feministas” ordenam, igualzinho, ou então vai sofrer campanhas mentirosas que irão, ao final, levantar gangs que os farão perder o emprego. O feminismo começa então a gerar a face perversa não como feminismo, mas como lugar de máfias de mulheres de péssimo caráter. Na direita e na esquerda aparece gente assim, ainda que com distintas características secundárias.

Por isso tudo, o feminismo hoje não é bem visto pela mulher comum e é bem mal visto pela mulher acadêmica inteligente. Ela sente o cheiro de dogmatismo e maldade nisso tudo, e se afasta. Não quer pertencer a isso. Não quer ser ridícula, ainda que saiba que um bocado de bandeiras do feminismo foram úteis e são úteis.

2014 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo

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125 Responses “Por que a mulher inteligente tem dificuldade em ser feminista?”

  1. Edwaldo Parisi
    27/11/2018 at 18:51

    Paulo o nível de realidade que você coloca nos vídeos sobre a direita é desproporcional a realidade da “direita” Brasileira atual. Há só medo de sua parte… tem pessoas ou instituições Paulo que não abicam dos seus erros porque devem a ele a sua existência. Aceite a derrota faz parte da História de mudanças ideológicas.
    Hermam Hesse disse: O que há de verdade em uma História é apenas aquilo que cada ouvinte quer acreditar.
    Carl Jung: “O propósito da vida é ascender uma luz na escuridão do Ser”
    Paulo. O mundo é imenso e não existe uma única teoria que posa explicar tudo. A vida não é uma questão de direita ou de esquerda isso é muito redutivismo.
    Morenolevi@bol.com.br é verdadeiro meu E-mail

    • 27/11/2018 at 19:48

      Parisi você é tão ingênuo que não sabe que a frase que você fez, “aceita, a derrota faz parte da História”, com “H”, é da esquerda bolchevique, típica. Eu não estou preocupado com direita e esquerda, meu caro, eu estou preocupa com a burrice na direita e na esquerda, estou preocupado em ver que pessoas como você não estudaram e não sabem o que é saber e não saber um assunto.

  2. Renato
    20/10/2018 at 22:22

    O q vc entende por ser inteligente, Paulo?

    • 21/10/2018 at 08:50

      Renato, a noção de “inteligência” tem uma história. Sócrates não foi chamado de inteligente, mas de sábio. Nós modernos temos essa ideia de “inteligência” que, dado nossa mentalidade científica, virou a capacidade de formular problemas, a capacidade equacionar, a capacidade de dar caminhos criativos para solucioná-los. Quanto tempo vai durar essa noção? Não sei.

  3. 14/05/2018 at 16:28

    Artigo excepcional, bela descrição do conceito e preconceitos do feminismo.
    É normal que muitas pessoas não compreendam o que está escrito, porque como o próprio autor disse, temos um péssimo sistema educacional em nosso país, por isso a maior parte da população não sabe ler e interpretar corretamente um texto,
    O caminho para a igualdade entre os gêneros ainda é muito longa, e talvez inalcançável.

  4. Gabrielle
    21/04/2018 at 21:51

    É por causa desses textos ridículos que as feministas são acusadas de femistas kkk mais um estímulo à ignorância. E lembre-se, meu querido, publicar um livro não é prova de inteligência e vc devia saber mt bem disso. Sócrates deixou pra gnt a frase mais inteligente “só sei que nada sei”, coisa q vc provavelmente nunca disse a si mesmo.

    • 22/04/2018 at 08:24

      Gabrielle esses ditos seus mostram bem que você não sabe que não sabe. Seja burra, como mostra, mas não precisa rebolar dizendo “sou burra”. Seja discreta na sua estupidez, senão fica assim, como hoje aí nesse texto, passando vergonha sem saber.

  5. Sophia
    14/03/2018 at 16:17

    Caramba Paulo, fiquei um pouco magoada com esse texto, mas por falta de capacidade desenvolvida, invés de apontar onde me incomodei, farei um caminho diferente e vou tentar te apresentar argumentos que me fazem pensar diferente. Ainda assim , estou tentando escrever depois dessa mensagem que te mando, outra mensagem pontuando onde me incomodei com sua fala.
    Me desculpe talvez a falta de conceitos e vocabulário e mesmo as questões ortográficas, sou só uma feministinha de 20 anos, mas gostaria muito de poder conversar com você.

    Tento alinhar meu discurso e prática às ideias libertárias/anarquistas pois vejo nesse pensamento maiores possibilidades de mudanças e mudanças essas que trariam condições de vida muito melhores pra muito mais gente em comparação com outros pensamentos e práticas. Visto isso, entendo o feminismo como parte muito importante e necessária de um conjunto de práticas que podem levar nós, pessoas que sofrem opressões dentro do sistema/lógica de sociedade em que vivemos, a uma emancipação da alienação pesada a qual somos submetidas. Quando digo pessoas que sofrem opressões, falo de toda a gente que intencionalmente (intensão de quem tem poder de oprimir: o Estado, a polícia, as corporações, os juristas/legisladores) é alienada a todo momento, seja através da televisão/mídia, da falta de acesso a educação de qualidade (ou o acesso a educação alienadora, que desestimula todo tipo de reflexão), do enaltecimento do trabalho explorador, do patriarcado (que é na verdade o conjunto desses grupos com poder de oprimir que mecionei), do consumo como legitimador de status, da construção da necessidade ilusória de tutela (o distanciamento da autonomia, do empoderamento do próprio corpo como instrumento de ação em diversos sentidos da vida como trabalhar para si invés de pelo beneficio do patrão, ou se permitir o prazer sexual saudável não reprimido e tabulizado), entre outros instrumentos.
    Todas esses mecanismos oprimem não só as mulheres ou as pessoas pobres, as pessoas que não se enquadram na lógica de gênero imposta ou as pessoas pretas, as populações indígenas, (posso falar de muitos tipos de opressão), mas a TODAS AS PESSOAS, todos que vivem nesse planta e estão subordinados a esse sistema e estão inseridos nessa sociedade: as pessoas que querem mais poder e se sentem pressionadas a vivem em razão disso, aos homens que precisam ter carrões pra impressionar as mulheres, as mulheres que escolhem os maridos de acordo com a condição financeira, as travestis ou mesmo as pessoas trans que fazem cirurgias baratas e perigosas para se sentirem parte de uma lógica maluca e opressora de padronização do corpo, os filhos de juizes que se sentem bem espancando empregadas domésticas, os policiais, as mães, os pais, os filhos, os estudantes, os trabalhadores , as pessoas desempregadas, os casados, os depressivos, os esquizofrenicos, TODOS são oprimidos dentro desse “projeto”, pois ele é tão ramificado e enraizado que está presente em tudo que fazemos e pensamos e já não percebemos mais o que é natural do ser humano e o que na verdade aprendemos e reproduzimos dessa lógica de exploração e opressão.

    Desculpe se não faz muito sentido o que digo, se pareço sonhadora, se só falei abóboras e te fiz perder seu tempo caso tenha lido, mas agradeço o espaço, e espero que ao menos possa entender minhas ponderações.

    Espero que tenha sempre pessoas que contribuam para sua felicidade ao seu lado e que sua vida seja tranquila e cheia de desconstrução e construção positiva para você e para todos.
    Boa tarde 😉
    Sophia

    • 14/03/2018 at 16:23

      Sophia, se todo mundo está oprimido dentro de uma cidade sem portas e sem divergência interna é um pensamento que ninguém se sustentaria. Eu participo de uma série de atos que são opressivos e de uma série de atos que não são. Todos nós fazemos isso. Participar menos dos atos opressivos, progressivamente, depende de sentimentos de identificação, depende de compreensão da justiça, depende de intelecção etc. Dá uma olhada no meu livro “Filosofia política para educadores” (Manole), em que discuto minorias. OK?

  6. Elizabeth Amorim
    14/05/2017 at 11:28

    Li seu texto e, em muitos parágrafos, consegui visualizar pensamentos com encadeamento lógico, com argumentação plausível. Sou professora de história e estudo história das mulheres, por isso, ao deparar-me com seu texto, durante uma pesquisa sobre imagem de mulher inteligente X imagem de homem inteligente, parei para ler. O fiz com todo o respeito que merece qualquer pessoa que se propõe a analisar questões e emitir opiniões que, certamente, serão alvo de críticas positivas e negativas.
    Mas, como historiadora, tenho o hábito de descer mais profundamente pelos caminhos do pensar, de verificar ações e reações… e não foi construtivo verificar que a prepotência do saber ficou impregnado nas suas respostas. É uma pena…

    • 14/05/2017 at 11:44

      Amorim você não agiu como historiadora ou pesquisadora, e sim como alguém com problemas de identidade social. É uma pena. Mas pode melhorar, pode sair disso. Tente. Por exemplo, se quiser realmente sair dessa situação, dê-me uma frase no texto que a chocou ou que discorda, um trecho, e tentarei explicar. Quer tentar ou vai sucumbir aos próprios preconceitos?

    • 23/01/2018 at 17:57

      Olha,eu também sou historiadora e sou casada, respeito o meu esposo demais.Trabalho,saio e tenho vida social.
      Só não consigo compreender as formas grotescas de se mostrarem “feministas”,pois nada que vem do feminismo me representou até hoje,pois se for para usar da cultura do estupro,nenhuma mulher aceitará ou ficará confortável com esta situação.Sem contar que as feminazis mostram os seios para dizerem que o corpo é delas,e por ser delas,vamos preservar.
      Elas vivem apoiando em sua maioria o aborto e dizem que o útero não é depósito de esperma…então podemos deduzir que são contra a família tradicional.Os homens não tem que ser tratados como inimigos,pois são as mesmas que estão todos os anos nos blocos de carnaval e ouvindo músicas baixas como “surubinha de leve”.São um bando de hipócritas,agindo como gados.

    • 23/01/2018 at 18:04

      Tamyris dá para pensar mais. Acho que dá para elaborar mais a coisa.

  7. Samanta
    07/05/2017 at 19:59

    Achei seu texto muito fantasioso :*
    Vc fala como se o feminismo fosse algo que “pessoas ricas inventaram”
    Mas na verdade o feminismo é uma ideologia de equidade sendo homens e mulheres iguais
    Feminismo não deveria existi , sabe pq? Pq mulheres deveriam se naturalmente tratada como outro ser mas ao invés disso oq acontece?? Pós é amigo não adianta ter doutorado se vc não conversa com as pessoas e escuta suas histórias pra poder tirar um conclusão plausível

    Ah é o extremo do faminismo é FEMISMO

    ( Seja um pouco humilde quando for responder as críticas )

  8. Tamyres
    05/04/2017 at 21:45

    Boa noite caro filósofo, sou estagiária do curso de Direito e fui encaminhada, justo para o juizado de crimes contra a mulher, estou lendo tudo a respeito, me sinto completamente desambientada, faço mandados com cuidado de estudar o processo, mas o que vejo são em maioria feministas ferozes, querendo tomar partido sobre ideologia de gênero a cada minuto, esquecem de aplicar o sinônimo de justo e justiça, fazem terrorismo com pobres boletins de ocorrência, q são completamente frágeis no quesito verdade, expresso minha opinião e logo vem mulheres cheias de desamor, cansadas e chatas q eu jamais suportaria na qualidade de homem. Obrigada por seu tão rico texto q me encoraja.

    • 05/04/2017 at 22:10

      Tamyres o feminismo é uma dádiva, não pode ser estragado por política de direita ou de esquerda. É preciso sempre fazer a defesa da mulher, incondicionalmente, mas nunca para piorar a situação toda. Obrigado por ler minhas coisas. Se quiser mais, aconselho meu livro Filosofia política para educadores (Manole)

  9. luciano lima
    22/03/2017 at 15:15

    Ghiraldelli, segue link correto sobre phyllis schlafly COAUTORA DE O OUTRO LADO DO FEMINISMO: https://www.youtube.com/watch?v=_oLBC1LiVws

  10. luciano lima
    22/03/2017 at 11:27

    Prezado, li seu texto desapaixonadamente e só encontrei verdades, às vezes verdades ácidas, mas na boa… estou farto de verdades insossas e tendenciosas. Acredito que todos são iguais na medida de suas desigualdades e defenderei para sempre o direito de minha esposa e de minhas filhas de serem sustentadas por mim, se assim desejarem, e o direito delas de não servirem o exercito de forma compulsória, porque embora isso seria igualitário não acho que seria justo. Toda feminista, seja raiz, seja Nutella, deveria conhecer Phyllis Schlafly: https://www.youtube.com/watch?v=VyTaczVQCt0&list=LL675VNkyw3R_KePCnhXbUEQ&index=3

  11. Priscila
    08/12/2016 at 10:32

    Faz o seguinte: vai todo mundo tomar no c.ú.. Vai o filósofo imbecil. Vão as feministas.
    Deus deu 01 só vida pra cada um de nós. Tomes conta d de vocês e deixem as dos outros em paz!

    • 08/12/2016 at 10:50

      Priscila o legal seria você não acentuar “cu”, pois é o que está de acordo com a ortografia correta. OK? Há outros erros no seu curto texto, mas pode ser só digitação, né? Obrigado linda!

  12. Izabel
    29/08/2016 at 06:00

    Excelente, Paulo!!! Sem retoques! Vejo muita hipocrisia circulando nos argumentos dessas feministas. Elas se enchem de teorias e acham que com isso estão sendo melhores.

  13. Bia
    18/06/2016 at 04:33

    Perfeito. Duro, cruel, talvez contra o tal (e chato) politicamente correto, porem real.

  14. Leonardo
    29/05/2016 at 23:54

    Você me fez concordar com a idéia central do seu texto mas acho que a forma que colocou seus exemplos carece de imparcialidade, e se assim fosse o texto seria mais abrangente. Entendi que falar que mulheres inteligentes têm dificuldade em ser feministas trata-se de uma constatação sua ou pelas percepção do dia a dia ou por dados mas essa colocação gera interpretações erradas de que feministas não são inteligente, como ocorreu em alguns comentários.
    Por último, por ter achado esse texto interessante li outros 2 textos seus aleatoriamente. Concordei com a idéia de todos mas apesar disso percebi que todos citavam o feminismo e levantavam somente pontos negativos do feminismo atual, isso me fez ter dúvidas sobre sua imparcialidade no assunto não pelo fato de você só falar do aspecto negativo do feminismo mas sim pelo fato de vc citar o feminismo como exemplo num texto que o assunto era outro.

    • 30/05/2016 at 00:01

      Leonardo eu não quero ser imparcial, eu sou inteligente e quero provocar o leitor inteligente. E por isso escrevo livros e vários textos sobre o mesmo assunto. Internet e blog são assim: drops. Por exemplo, só de feminismo tenho livro e mais de vinte textos, olha um último: http://ghiraldelli.pro.br/bolsonaro-e-feminista/

  15. Camila
    29/05/2016 at 12:35

    Para alguém que se intitula de filósofo, você está falando muitas coisas irracionais, recomendo que você leia mais sobre o movimento e reflita sobre a cultura patriarcal.
    “feminismo emburrecido” vindo de um homem que não faz ideia do que seja ser mulher e lutar contra a cultura machista, chega a ser uma piada.
    Como “filósofo” você deveria estar refletindo sobre a moral, ética e como isso pode influenciar em nossa sociedade e cultura, se você souber no mínimo fazer uma reflexão sobre isso, saberá que não existe “feminista emburrecida”, existe pessoas como você que não entende nada do movimento e que resolve jogar esse tipo de conteúdo na Internet.
    E não, mulheres feministas não são burras, aliás conheço mulheres que estão defendendo doutorado e que são feministas, inclusive eu que estou estou no final da graduação em filosofia e sou feminista.
    Então vamos refletir mais né senhor “filósofo”.

    • 29/05/2016 at 13:42

      Camila uma galinha precisa de 400 repetições para gravar algo. Você pode ler meu texto 20 vezes que talvez comece a entender alguma linha. Isso foi um elogio. Agora, sobre aspar filósofo, não faça isso com um filósofo, as pessoas riem de você.

    • angelica
      20/06/2016 at 20:01

      Como assim? Não sabe o que é ser mulher? Kkkk ser mulher é bom demais! Tenho todos direitos que um homem tem.

  16. Jacqueline
    29/05/2016 at 11:10

    Você é filósofo mesmo ou apenas mais um idiota ?
    R: segunda opção.

    • 29/05/2016 at 13:43

      Jacquile todo mundo vai dar razão para o meu artigo por conta de comentários de magoadinhas como você.

    • Andre
      30/05/2016 at 06:19

      Não, Paulo. Você é, sim, um idiota. E me surpreende um filósofo demonstrar um raciocínio tão raso e tanta preguiça de entender o que pensam e sentem aqueles(as) que são diferentes de você.
      E, Paulo, não comece respostas de comentários com “sou inteligente”. Se você precisa verbalizar isso como argumentação, não é um bom sinal.

    • 30/05/2016 at 08:05

      Sou inteligente, mas irei comprar seus livros agora para virar um gênio. Você é mesmo o André … famoso quem mesmo? Ah, tá, o André Ninguém Fracasso. Pegarei tudo publicado por você. Vou ler vorazmente. Estou ansioso. Vá escrevendo, produzindo. Não farei mais nada, só irei beber desse saber que todos estão procurando. O saber do … André!

  17. 29/05/2016 at 09:56

    Acho que se vivemos em uma sociedade, em que consiste a liberdade de homens e mulheres , qualquer comentário a favor ou contra ser ou não feminista é válido . Não existe veracidade em tudo que se lê e em tudo que crê . Afinal , opinões formam pessoas nas isso não significa que você ou eu seremos mais inteligentes e burros que alguém .

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