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20/04/2019

O atraso da narrativa de “A elite do atraso”


Os gregos antigos nos ensinaram a narrativa da tragédia. Nela, nunca se disse que não eram os homens os autores da própria história. Os homens eram de fato postos como fazendo a sua história, mas, por mais que quisessem fugir do destino traçado pelos deuses, pegando vários caminhos diferentes e mudando de percurso, sempre terminavam por realizar o traçado desenhado pelas divindades. Até hoje esse tipo de narrativa faz sucesso. A consciência popular diz: “ninguém foge de seu destino”.

Os historiadores modernos, entusiasmados pela ideia de aventura, típica do mundo do Renascimento, deram crédito para os indivíduos intrépidos. A tragédia se separou da escrita da história definitivamente. Ela passou a contar para o teatro e tão somente para o teatro. Os pensadores vieram a falar de um outro modo e estilo, conferindo um poder de decisão aos indivíduos – noção esta então recém criada – jamais vista antes. Guardamos desse tipo de história, em nossos manuais escolares, as aventuras de Cristóvão Colombo, de Vasco da Gama e tantos outros. É nessa linha que, até hoje, falamos de Napoleão. Não raro ainda falamos de Stalin e Hitler assim! Isso quando não começamos, a partir daí, a falar no estilo das teorias conspiratórias!

Nos dias de hoje, quando a regra é a auto-intensificação, acreditamos na filosofia de Sartre em sua colaboração maior com a ideologia do momento. Para entendermos como nos vemos hoje em dia, vale aqui repetir Sloterdijk:

“O indivíduo é simplesmente o homem sem missão, o não-mensageiro. Constitui uma espécie de produto semi-acabado o que, de resto, é precisamente aquilo que a educação moderna pretende fazer da criatura humana: produtos semi-acabados que devem trabalhar-se até se tornarem produtos acabáveis utilizáveis – o que quase ninguém alcança. Foi Sartre quem forneceu a ideologia deste fenômeno ao dizer que o importante é fazermos alguma coisa do que fizeram de nós” (1)

Não sei o quanto eu gostaria de responsabilizar Sartre pela ideia de que, agora, temos de contar a história como sendo feita a partir de nossa intervenção pessoal e voluntariosa, uma história de reconstrução pessoal, de re-invenção (como está na moda falar). Mas sei bem que é assim que temos, ao menos alguns de nós, nos empenhado em narrativas históricas. Essas narrativas são diferentes daquelas que Marx, também no início da modernidade, exatamente por seu respeito a Hegel, nos ensinou escrever. Narrativas como as atuais, que fazem sucesso entre nossas esquerdas, esqueceram completamente de Marx, e passaram a gerar histórias em que os indivíduos agem como protagonistas exclusivos dos feitos. Fazem do que fizeram delas algo extraordinário! Mas, o que é mais grave, ao serem postos como donos de todo destino, logo esses indivíduos se apresentam também como senhores do bem e do mal, agindo então como mentirosos espertalhões, que sem convencimento do que dizem, enganam uma massa de tolos – ou seja, todos nós.

Vi esse último tipo de narrativa no livro de Jessé de Souza, A elite do atraso. É uma narrativa em que nós todos somos vistos como tontos, e a Lava Jato associada à Rede Globo, como donos do mundo e do destino, e sendo formadas por pessoas de profunda má fé, e que nunca fizeram qualquer denúncia séria sobre a corrupção. O que fizeram foi apenas exercer suas funções de bandidos com poderes quase mágicos de contarem mentiras, com o objetivo de nos levar a entregar a Petrobrás para estrangeiros milicianos. Esse tipo de narrativa é, a meu ver, menos útil para mim; não vejo como uma pessoa que a vive, que se situa nela. Inclusive, uma narrativa assim poderia estar extremamente a serviço de uma visão generosa demais para com os políticos da coalização governista imperante nos últimos entre 2002 e 2018. Um trecho do livro do Jessé exemplifica bem o que quero dizer:

“A Globo, em associação com a grande mídia a maior parte do tempo, e a Lava Jato fizeram o contrário disso tudo [proteger o patrimônio nacional] e a nós todos de perfeitos imbecis. A título de combater a corrupção dos tolos, turbinaram e legitimaram a corrupção real como nunca antes neste país das multidões de imbecilizados”. (2)

Nesse tipo de narrativa, a Globo e os homens da Lava Jato surgem como deuses malévolos, enganadores, e nós, então, tontinhos que precisamos do grande Jessé para deixarmos de sermos os imbecis que somos, para abrir os olhos e ver como que o único objetivo de tudo era a entrega do nosso petróleo aos … yankees! “O petróleo é nosso” brada Jessé, como se estivesse nos anos 50, servindo de bucha de Vargas que, na verdade, tomou tal frase para si após ter prendido o real defensor dela, Monteiro Lobato.

Para escapar desse tipo de narrativa, que repõe a história de indivíduos poderosos e a completa com chistes sobre mocinhos e bandidos, nada melhor que reinvocar Marx. Para este, as relações postas pelo capitalismo invertem a relação sujeito-objeto. As relações sociais e o dinheiro, que se completam formando o capital, saem da condição de objetos e se transformam em sujeitos. Nós viramos os objetos – somos coisificados, mas não nos tornamos tontos. Marx fornece a narrativa em que o capital se põe como sujeito e, então, não traça o jogo e o vencedor, nem chama os jogadores de bandidos de um lado e tolo de outros; mas, o que o capital faz, e o que é o importante de ver, é que, antes do jogo, ele traça o campo do jogo e a escolha do desporto praticado. Quem faz essa escolha é o capital. Ele é o sujeito da história. Se não atentamos para os seus deslocamentos, se não vemos que o jogo é jogado no campo do capitalismo financeiro, e não mais no capitalismo comercial e industrial, ficamos perdidos, e passamos a achar que a Globo e a Lava Jato são feitas de deuses que sabem tudo e mentem, e que nós não sabemos nada e que somos enganados pela nossa idiotia. Eu falaria assim para Jessé:  desculpe-me meu caro, mas eu não sou idiota, eu não preciso de sua narrativa pseudo-reveladora para entender um pouco da realidade que vivo. Falo isso por poder ver que os poderes da Lava Jato e da Globo não advém da mentira, mas do fato de estarem na perspectiva fortalecida de quem é o sujeito da história, o capital.

Quando pegamos um livro como o do professor Ladislau Dowbor, A era do capital improdutivo (3), temos o perfeito antídoto à narrativa policialesca de Jessé de Souza.  Nesse livro, o que interessa é o campo de jogo. Como o capital financeiro se fez presente? E então, por sua obra, como ele fez pessoas simplórias, que pronunciam “conje” ao invés de “cônjuge”, chegarem a ter poder? Os que aparentemente mentem, de fato não mentem não porque são virtuosos, mas simplesmente porque são simplórios e acreditam no que fazem. Ou acreditam no que fazem porque estudaram e encontraram na narrativa autojustificadora do capital um aspecto racional. Então eles, os poderosos, falam coisas que acolhem muito da verdade. A corrupção denunciada pela Lava Jato existiu. Essas pessoas simplórias que ganharam o poder e o prestígio e começaram a falar grosso, durante um tempo, assim puderam agir porque falam a voz do capital. Jogam o jogo traçado pelo campo posto pelo capital. Não destoam dos interesses do dinheiro-que-gera-dinheiro-sem-que-ocorra-produção, que é o mundo da felicidade da Bolsa de Valores.

Se olhamos assim a história, pela via de Marx, então podemos tratar nossos adversários políticos com seriedade. Entendemos a visão deles. Passamos a respeitá-los diante do que acreditam, e nos qualificamos para a discussão com eles, invocando o direito de fornecer nossa narrativa, por exemplo, para as mudanças das leis trabalhistas e a reforma da previdência. Não fazendo isso, não poderemos sentar à mesa para negociar e propor alternativas, pois, afinal, não teríamos o que falar para bandidos que sabem que estamos certos, mas teimam em advogar suas saídas para a crise mesmo não acreditando nelas.

Os homens do governo atual, de Bolsonaro, e os seus intelectuais, estão convictos que suas explicações da crise brasileira são corretas. E em parte, para os interesses do capital, estão mesmo! Eles falam da crise gerada pela necessidade de combater a inflação, não deixar a corrupção reaparecer, e então fazer o “ajuste fiscal”. Nós, vendo como o capitalismo financeiro funciona, queremos colocar que a crise é devido à dívida, que esta deveria ser auditada, e que se não trouxermos o capital para o campo da produção, com algum controle sobre a financeirização, não teremos chance de sobreviver. Podemos sentar para conversar e podemos por na mesa a nossa narrativa, levando a sério a deles, porque não estamos nos sentando com gente que sabe de tudo e que só nos ludibria com sacanagem, ainda que saibamos que os adversários jamais seriam canonizados pelo Papa Francisco.

Quando abandonamos o capital na sua tarefa invertida de ser sujeito, e começamos a olhar só para o jeitão de Dalagnol e William Waack, acreditando no poder enganador deles sobre nós, e achando que isso é a história, pegamos uma via que não é a da minha preferência. A narrativa de Jessé serve para a rede Globo fazer novela, ela até nos mobiliza emocionalmente, mas ela ajuda pouco na hora de enfrentarmos a política.

Paulo Ghiraldelli Jr., 62, filósofo.

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23 Responses “O atraso da narrativa de “A elite do atraso””

  1. arivan
    12/04/2019 at 11:35

    O senhor não entendeu a tese o Jessé

    Tudo fica explica aqui

    Resposta a Paulo Ghiraldelli – entendendo Jessé Souza | Canal do Partigiano
    https://youtu.be/isWV3CMXa1M

  2. João Henrique Abbud
    12/04/2019 at 07:32

    Minha única crítica é ao ecletismo do autor! Se fosse um marxista e realiza-se esse tipo de análise derivada da crítica de Marx ao capitalismo eu acompanharia mais seus textos, porém, me parece que o senhor a usa apenas quando lhe convêm, procede essa crítica?
    Pois seu domínio quanto a categoria do fetchismo e sua ilustração para “os homens fazem, mas não sabem pq o fazem” foi cirúrgica, difícil encontrar “marxistas” que tenham esse domínio!

    • 12/04/2019 at 10:27

      João, paramos de falar em “ecletismo” nos anos 70/80. Somos intelectuais, não religiosos.

  3. lucas
    11/04/2019 at 20:40

    Belo texto Paulo!
    Estou com seu livro o que é pragmatismo, e estava pensando se a crítica feito aos pragmatistas por suas posições políticas serem mais a direita do espectro político são verdadeiras, ou se são somente críticas por desconhecerem a filosofia pragmatista. Neste mesmo sentido algumas críticas feitas ao pragmatismo que deixaram de lado análises importantes sobre a estética são da mesma forma por desconhecimento do que seria o pragmatismo, ou fazem jus a filosofia pragmatista.

    Att,

    Abraços.

    • 12/04/2019 at 10:26

      O preconceito contra a filosofia americana é vigente. As pessoas acham que um país altamente tecnológico não tem filosofia.

  4. mathaus
    11/04/2019 at 19:54

    Desculpa, é que eu me apaguei a um trecho específico e fora do contexto influenciado por noticias recentes.

  5. Anderson Thadeu
    07/04/2019 at 16:00

    Tudo bem Professor? Sou admirador do seu trabalho, especialmente do canal do youtube. Também já acompanho entrevistas do Jessé Souza, especialmente sobre o livro citado. No meu entender, a maior contribuição do autor é quanto à natureza escravocrata do Brasil que não foi desfeita. As relações entre Casa Grande e Senzala continuam mantidas, o que as estatísticas, os acontecimentos e as relações quotidianas não desmentem. Ele faz uma crítica acerca de um suposto ‘brasileiro cordial’, perfil que foi montado por intelectuais como Sérgio Buarque de Holanda, Raimundo Faoro, dentre outros. A tese que ele expõe tem uma linha de argumentação bastante sensata e, me parece, inédita; e incômoda. Com relação ao termo “tontos” ela desperta uma mesma inquietação de desconforto similar a palavra “medíocre”, que ganhou ares de pejorativo, quando faz alusão ao que é médio, corriqueiro. O tonto que ele usa refere-se ao fato de a população em geral ter sido feita de tonta. A corrupção, e uma gama substancial de temas, é tratada no jornalismo (brasileiro) como a causa de todos os males. O jornalismo elegeu o bloco político como o único responsável pela praga da corrupção, quando sabe-se, e os jornalistas acredito que mais do que a média das pessoas que estão informadas, que a corrupção é sistêmica. Nesse sentido, ao transmitir a imagem de que a remoção de um determinado partido político da cena eliminaria a corrupção, fez a população de tonta, sim. E tonto não quer dizer burro. Tonto que dizer no contexto da discussão do livro, feito de bobo, que foi enganado, ludibriado.

  6. andre ribeiro filho
    07/04/2019 at 13:20

    ÔÔÔ Professor…. a título de curiosidade…. o Senhor gosta de bolinho de laranja….????

  7. mathaus
    06/04/2019 at 04:48

    Ora! Ora! Mas ele pode ter mirado onde viu e acertado de raspão o que não viu.
    Olavetes do MEC(Que comandarão TV escola), Guedes, Globo, Moro e seus bluecaps são apenas um bando de mercenários seguindo a risca a idelogia que professam:”ai de fazer tudo de interesse próprio, pois responsabilidade é coisa de esquerdista”.
    Não há maldade aqui, só estão fazendo o que a ideológia diz que é moralmente correto.

  8. Richard Huston Figueredo
    05/04/2019 at 16:20
  9. Assis
    05/04/2019 at 00:24

    Boa noite, professor Ghiraldelli!

    Ganho muito com seus ensinamentos, e certamente o que tratarei agora não é exatamente pertinente, mas creio ser importante. Quero falar sobre a ignorância da maioria das pessoas quanto ao que é dinheiro e o que é riqueza.

    Um assunto nunca tratado é que bastantes cidadãos, principalmente na minha região, pensam que o dinheiro público vem da mágica. Pensam que o governo fabrica papel moeda e o distribui sem lastro. Não associam uma cédula de R$ 100 a algum produto ou serviço gerado em outra parte do país, ou no lugar onde estão, lastreando tal cédula, fazendo a razão dela existir.

    O que acontece?! Muitas pessoas veem no político que administra o FPM, FPE, emenda parlamentar, alguém que possui as chaves do cofre da riqueza, e, talvez por isso, buscam no Estado brasileiro, no poder público, a fonte de tudo o que lhes pode ser oferecido. Vou citar exemplo para que eu possa ser entendido: o empresário desconhece que presta um serviço, qual seja, trazer ou comprar de longe, em grande quantidade e a preço mais barato, produtos que, se não fosse por ele, os consumidores só teriam acesso pagando um preço bem maior. Esse empresário imagina que o seu lucro advem unicamente do dinheiro originado dos agentes públicos, que compram no seu estabelecimento.

    Essa é a questão! É como se ninguém gerasse riqueza, é como se ninguém prestasse serviços ou fabricasse produtos, ainda que sejam os mais elementares possíveis. É essa consciência que muitas pessoas não tem, e é por isso que não valorizam o dinheiro público, pois é como se fosse algo gratuito e dependesse somente da benevolência do governo.

    Não sei se consegui passar para a mensagem o que quis dizer, mas, humildemente, quando o senhor puder comentar, ficarei bem satisfeito, porque é uma questão de grande importância e que ninguém liga!

    Grato!

  10. Mariniel
    04/04/2019 at 11:22

    Professor, acho seu texto muito bem colocado. Não é possível atribuir o curso da história a indivíduos mau ou bem intencionados.

    Mas será que podemos simplesmente negar que existe uma minúscula elite que se conhece, se organiza e constantemente usa de expedientes criminosos para conseguir o que querem? Se tivéssemos uma Lava Jato dos trabalhadores com todos os recursos investigativos disponíveis, o que ocorreria com essa elite se posta nos bancos dos réus? Seriam eles tão ingênuos assim a ponto de deixar suas ideologias conduzirem sua ação política, sem que em momento algum agissem com o pragmatismo próprio do sistema financeiro?

    Entendo que ocorre um processo de Coisificação na política e na mídia, mas não acho que podemos perder de vista que são seres humanos reais a apertar os botões. Acreditando ou não em sua superioridade moral essas pessoas continuam se envolvendo com a sujeira da política fisiológica e com o submundo dos crimes financeiros.

    Eu vejo o trabalho do Jessé mais como um jornalismo que tenta se aproximar da sociologia e com objetivos declaradamente políticos. Se pegarmos a cobertura da TV Brasil sobre a Lava Jato e o Impeachment vemos que é possível informar a população sem poluir o debate com todo o tipo de baixaria. Por que teríamos que nos contentar com a cobertura dada pela Grande Mídia? Estariam os seus editores livres de qualquer crime?

    • 04/04/2019 at 18:36

      Marinel, eu acho que você não chegou a ver bom jornalismo. O trabalho do Jessé chama o povo de tonto a cada duas páginas.

  11. Lucas Diniz
    03/04/2019 at 23:15

    Professor, concordo com a sua análise. Entretanto, não entendi se a crítica que o senhor faz com base no Sloterdijk diz respeito a uma interpretação “equivocada” desse ser humano “inacabado”, ou se é realmente uma crítica direta ao existencialismo. Se puder me esclarecer ficarei grato.

    • 04/04/2019 at 18:37

      O trecho citado diz as coisas com cuidado. Reveja-o

  12. Assis
    03/04/2019 at 22:49

    Boa noite, professor!

    Pelo que entendi, somo pacientes enquanto sujeitos, e o capital, hoje financeiro, é agente, ditando os acontecimentos. Concordo! É como se alguém, para ser influente, tivesse de estar no lugar certo e na hora certa, ou seja, o fato de ser um político determinante, por exemplo, seja contingente. Mas, na parte relativa a Jessé de Souza, o senhor diz que não existem mocinhos e vilões nas relações sociais, afirmando que o indivíduo de direita acredita nas ideias da direita e age de boa fé, no que concordo em parte. Realmente, tem o pessoal de direita que acredita sem titubear que a meritocracia é o caminho moral a ser trilhado, pois muitos sobem na vida trabalhando duro, indiferentes à justiça social, pois o melhor é que cada um cresça sozinho, seja autossuficiente; esse é o verdadeiro bem nesta visão. Porém, tem aqueles de direita que, não sendo indiferentes, são sádicos e egoístas; estes aparentemente gostam de conservar as coisas e pessoas como são, desiguais. Acredito que é neste último ponto que é compatível a análise de Jessé, embora não o tenha lido, só visto suas entrevistas. Sádicos conservadores, muitas vezes retrógrados, é que muitas vezes chegam ao poder e são personagens decisivos no que diz respeito às grandes narrativas politico-sociais. Nisto eu acredito, apesar de poder estar errado!

    Gostaria que o senhor comentasse!

    • 04/04/2019 at 18:39

      Assis, acho que você leu muito rápido meu texto. Meritocracia não é bem o caso né? Eu estava falando de visões gerais, não de detalhes.

  13. Rosemary Roque de Aquino
    03/04/2019 at 19:15

    Boa noite professor!
    Sou professora no ensino fundamental 1 e venho lhe acompanhado pelo you tube e digo que me sentir com uma certa esperança de que ainda podemos lutar para não perdemos o Brasil. Estou lendo novos livros de sua indicação e revendo outros . Vou ler esse texto com mais atenção!!!

  14. 03/04/2019 at 15:10

    Professor, o senhor já leu “O Fim do Poder” de Moisés Naim? Ou poderia me indicar algum outro livro que você acha que deveria ser obrigação lermos?

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