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27/04/2017

18 Responses “Senso comum e sua diferença para com a consciência filosófica”

  1. Paulo Carmargo da Silva
    23/08/2016 at 14:10

    Eu sinto muito dizer: o sistema capitalista matou o melhor que um dia existiu em você, Paulo Ghiraldelli! Aquele jovem curioso, doce no trato humano, entusiasmado, bem humorado, cooperativo, que eu conheci um dia no Curso de Educação Física, deu lugar a um egoísta dominado pelo ego, amargo, mal humorado, chato, competitivo, raivoso… Provavelmente, você sobrevive em uma tensão permanente e não é feliz, e isso reflete na sexualidade de qualquer gente assim. Por isso, responde com grosseria muitos comentários dos(as) leitores(as). Recomendo-lhe buscar algum(a) Psicoterapeuta e desconstruir o teu ego, se autoconhecer e recuperar a saúde integral, viver mais anos e com maior lucidez. Caso o contrário, o seu fim será trágico e produzido por você mesmo.

    • 23/08/2016 at 16:47

      Paulo sinto lhe dizer, mas você não me conhece nem antes e nem depois de nada, apenas é um cara que não entende textos desde que nasceu. Sou uma glória, e não tenho fim. Agora, no teu caso, perceba, você não teve começo. Termine o ensino fundamental, faça o enem e, então, volte.

    • 23/08/2016 at 16:56

      Paulo Burrão Camargo da Silva: https://youtu.be/dTvTs9E0lI0

    • 23/08/2016 at 18:31

      Paulo camargo, só de você falar “o sistema capitalista”, todo mundo aqui já começou a rir de você e dizer “burrão”.

  2. Paula Ocampos
    20/08/2016 at 11:41

    Paulo Ghiraldelli, Mais humildade! Títulos acadêmicos por títulos acadêmicos você não é nada comparado com o Ricardo Boaventura. Sorte sua que ele nem os mencionou aqui para você.

  3. Nayala Maia
    17/08/2016 at 14:26

    Excelente. Assino em baixo!! Desculpem meu nome saiu errado no primeiro comentário.

  4. Nayala Maian
    17/08/2016 at 14:23

    Excelente. Assino em Baixo!!

  5. Ricardo de Oliveira Martins
    17/08/2016 at 14:20

    Caro Paulo, Olá! Boa tarde! Meus parabéns por compartilhar conosco o teu ponto de vista! Isso contribui ao debate intelectual. Agora, pergunto: a causa da crítica infundada será a inveja e a projeção do teu ódio e das tuas próprias frustrações e insatisfações? Por mais trivial que tenha sido o discurso do Karnal, entre a ditadura civil-militar e a ditadura democrática, a última opção ainda é a menos pior, não é mesmo? Além disso, ele é docente Historiador da UNICAMP e não um Filósofo. Estude o que significa a inveja e perceba o quanto a manifesta, e livre-se desse defeito psicológico que nada serve à saúde. O tempo que você perdeu ao criticá-lo é o mesmo que se fosse melhor utilizado serviria à escrita de um bom livro, por exemplo. Concordo com o comentário da Filósofa acima. Aliás, o teu discurso no vídeo ficou um tanto injustificável, pois defendeu o indefensável. Eu espero que continue a divulgar os teus pensamentos que muito colaboram à análise dos fatos da nossa época.

    • 17/08/2016 at 14:26

      Ricardo eu sei que é difícil entender um filósofo, mas o vídeo é simples, nem é texto, é vídeo! Mas mesmo assim você não entendeu. Acho que você é quem deveria pensar em projeção. Não eu. Eu peguei o Karnal e poderia pegar qualquer outro. Ele é historiador e, então, melhor ainda, pois foi o que quis mostrar: que nós intelectuais podemos estar no senso comum. Eu também. Agora, no vídeo, mostrei como sair disso, e você não conseguiu entender, dado que estava preocupado com inveja, com proteção do seu guru ou coisa parecida. Perdeu a chance de aprender. Eu não faço filosofia contra as pessoas, eu faço filosofia pelos problemas da filosofia. Da próxima vez pego outro professor para você não ficar triste. Juro. Agora, olha só minha resposta para pessoas como voCê: https://www.facebook.com/ghiraldelli.filosofia/videos/1073294162707426/

  6. Filósofa Verdadeira
    16/08/2016 at 22:25

    Paulo, Sim, eu sinto te dizer, mas senso comum é a postura de quem ignorou o autoconhecimento e acha que é Filósofo; quando, na realidade, não passa de um conjunto de condicionamentos e de imposições sociais, um conjunto de ”deverias”, que a sociedade moldou e fez: o ego, a pessoa (máscara social). Ser quem se é, um indivíduo, continua a ser o primeiro passo para conseguir pensar de forma original, e isso implica necessariamente em conhecer bem quem se é e para isso ir fundo no processo de autoconhecimento a fim de largar influências sociais nocivas recebidas (de: família, religião, amizade, ciência, filosofia…), e deixar a verdadeira essência se manifestar. Sem isso, escrever e falar é ignorância; silenciar, sabedoria imensa.

    • 16/08/2016 at 22:29

      Bem, não é por aí meu vídeo. Meu vídeo vai por outro lado.

    • Joana Lopes de Andrade
      19/08/2016 at 08:59

      Você tem medo do autoconhecimento, Paulo Ghiraldelli! Um Filósofo não pode ter medos! É um indivíduo destemido. Por isso, você precisa ficar se declarando Filósofo, para se autoafirmar e se autoenganar, pois no fundo sabe que nunca foi nem é um Filósofo.

    • 19/08/2016 at 09:13

      Joana! Eu começarei logo a ler seus livros e terei autoconhecimento e, então, abandonarei Sócrates, Platão, Aristóteles, Agostinho etc. Aprenderei com você e me tornarei filósofo. Estou correndo às bibliotecas e voltarei para uma fecunda viagem pelo meu Eu. Fique bem.

    • Ricardo Boaventura
      20/08/2016 at 09:33

      Quem disse para você que Filósofo(a) escreve livros? Outro condicionamento banal, golpe do sistema, que você caiu. Veja quem foi Rajneesh Chandra Mohan Jain (mais conhecido como Osho), um Filósofo com o pensamento tão poderoso que foi proibido de pisar em 21 países, e não escreveu um único livro.

    • 20/08/2016 at 09:38

      Ricardo você ouviu falar de Sócrates, que não escreveu? E Diógenes? Como vê, se tivesse feito o ensino médio, pegaria exemplos melhores. Faça isso. Termine o fundamental e aí poderá fazer o ensino médio. Quem sabe, depois, não consegue até prestar o exame do Enem?

    • 18/08/2016 at 14:00

      Parece que você fez um bom retrato de si mesmo. Mostrou que tem autoconhecimento. E um pouco de dor de cotovelo por ser um … nada.

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