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18/10/2019

Seis filósofos brasileiros para serem lidos


Traçado breve de seis filósofos paulistas cuja leitura se tornou obrigatória entre nós, mas que em geral acabam sendo negligenciados pelos estudantes mais jovens.

Scarlet Marton é filósofa e professora da USP. Trata-se de uma scholar nietzschiana de mão cheia. Todavia, mais que isso, Scarlet é uma filósofa leitora de filósofo; sua interpretação de Nietzsche é bastante original, colocando-o antes com um cosmólogo (no estilo dos pré-socráticos) que como metafísico ou simplesmente como uma crítico da metafísica. Sua tese de doutorado de título Nietzsche, das forças cósmicas aos valores humanos diz muito do percurso que ela escolheu. O texto foi publicado em livro originalmente pela Editora Brasiliense, tornando-se leitura obrigatória para quem quer conhecer Nietzsche. Aposentada da sala de aula, atualmente a filósofa gasta seu tempo em pesquisas, alimentado seus grupos de estudos no Brasil e na Europa. A escrita de Scarlet honra a escrita de Nietzsche, pois ela é dona de um estilo próprio, preocupada com a fluência do texto e até mesmo com a cadência, caso se queira ler em voz alta. Está na ativa, publicando vários trabalhos interessantíssimos, que haviam sido projetados e adiados por conta do trabalho em sala de aula.

Olgária Matos é filósofa e professora da USP e, uma vez aposentada, tornou-se docente da UNIFESP. Especializou-se em Escola de Frankfurt, com destaque para Walter Benjamin. Sua tese de livre-docência foi publicada em livro originalmente pela Brasiliense, com o título O iluminismo visionário. Neste e outros livros a filósofa expõe não só uma visão original de Benjamin, mas, mais que isso, e talvez de modo único, alerta para uma compreensão especial a respeito da modernidade. Descartes é tomado então como um pensador barroco, na linha de sugestões benjaminianas.  Proprietária de uma cultura humanística invejável, Olgária Matos é pensadora de assuntos variados e nos anos oitenta e noventa teve presença na mídia impressa escrevendo sobre mulher, política, vida urbana, Escola de Frankfurt, corpo etc. Ainda presente nas salas de aula, Olgária Matos representa a fina flor da geração uspiana formada nos anos sessenta e, portanto, extremamente politizada. Ao mesmo tempo, é entusiasta da universidade antes como templo de cultivo do saber que como curso superior profissionalizante.

Marilena Chauí é filósofa e professora da USP. Foi secretária da cultura da cidade de São Paulo (gestão de Luiza Erundina, na época filiada ao PT) e mantém uma militância de esquerda bastante ativa. Essa sua postura nem sempre a ajuda nos escritos filosóficos de abordagem do cotidiano. Todavia, isso não a atrapalha quando trata de assuntos filosóficos mais técnicos, especialmente a sua visão de Marx, embasada por uma imensa cultura filosófica. Para além de ser uma scholar espinoziana, Marilena Chauí esteve durante décadas na imprensa escrita, defendendo pontos de vista interessante sobre mulheres, política, Partido dos Trabalhadores, a Universidade brasileira, cultura etc. A filosofia brasileira deve a ela o pioneirismo quanto à ideia de que o filósofo deve ultrapassar os muros da academia. Ela fez isso em vários sentidos, inclusive com preocupação de formação de jovens, para os quais produziu manuais temáticos e históricos. Seu livro publicado pela Cia das Letras, A nervura do real, sobre Spinoza, sistematiza seus estudos filosóficos de mais de três décadas e é leitura obrigatória para qualquer um que queira abordar assuntos sobre tal filósofo.

Rubens Rodrigues Torres Filho é professor aposentado da USP. Além de filósofo é um poeta original e arrepiante. Sua cultura imensa se expressa não raro em uma sutilíssima ironia e um humor só para abençoados. Foi sem dúvida um pioneiro e mestre maior da chamada “leitura estruturalista” em história da filosofia, exibida em livros e sala de aula com inigualável brilhantismo. Continua sendo a referência principal entre nós, brasileiros, a respeito de um filósofo muito citado e pouco estudado, Fichte. Além disso, Rubens Rodrigues Torres Filho é daqueles tradutores do alemão que todo outro tradutor tem de consultar. Um de seus livros se tornou um clássico da produção nacional em filosofia: publicado originalmente pela Brasiliense, Ensaios de filosofia ilustrada contém um dos mais significativos comentários a respeito do célebre ensaio de Kant “Resposta à pergunta ‘O que é o Iluminismo?’”.

Maria Lúcia Cacciola é professora aposentada da USP. Especialista em Schopenhauer, essa filósofa publicou pela Edusp o livro Schopenhauer e a questão do dogmatismo, que é, sem dúvida, um marco nos estudos sobre o filósofo alemão no Brasil. Cacciola não é de escrever muito e restringiu seu trabalho à academia, especialmente na formação de gerações de pesquisadores. Sua visão da história da filosofia e sua compreensão geral da importância da Schopenhauer no panorama da filosofia moderna, em especial quanto ao quesito “saber do corpo”, que esse filósofo introduz, faz de Cacciola uma daquelas mestras que é necessário conhecer.

Bentro Prado Jr. foi professor emérito da USP e faleceu como professor da UFSCar. Foi um filósofo que não escreveu muito, mas deixou ensaios com ideias originais na leitura de Rousseau, Hume, Bergson, Deleuze, Freud etc. Bento Prado cultivou uma prática que tem desaparecido ultimamente, que é o diálogo filosófico entre pares. Não só vinha nas aulas de colegas como fazia questão de publicar resenhas críticas sobre seus livros. Uma das principais ideias de Bento Prado, nem sempre consideradas nos textos dedicados a ele, é a respeito da noção bergsoniana de “familiaridade”, com a qual tenta solucionar problemas colocados por Wittgenstein contra a “linguagem privada”. Bento Prado destacou-se por praticar entre nós, com bom humor e amizade, o trânsito entre filosofia continental e filosofia analítica, que em geral é algo desconhecido dos mais jovens, formados hoje em dia em cânones de especialismos que nunca se superam. Há uma coletânea de artigos seus recentemente publicada: Erro, Ilusão, Loucura”, da Editora 34.

Paulo Ghiraldelli, 57, filósofo.

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124 Responses “Seis filósofos brasileiros para serem lidos”

  1. Átila de Almeida Ribeiro
    27/11/2016 at 16:42

    Professor Paulo, o que aconteceu que nos últimos anos as pessoas resoveram bombardear o senhor?
    Eu sempre acompanhei seu trabalho no sentido de tornar a Filosofia algo acessível. Não entendo. Hoje o senhor não pode nem opinar… lamento.

  2. Vítor Paranhos
    22/11/2016 at 14:29

    Coitado de René Descartes que nunca fez a USP. Na realidade ó grande mestre pensante, faculdade de Filosofia em nenhum lugar no mundo criou grandes filósofos. Se o senhor crer nisso, sinto muito, só mostra a sua incompetência em analisar fatos históricos de grandes nomes da sua área.

    • 22/11/2016 at 16:35

      Vítor coitado de você que não sabe contar, não sabe entender um texto simples: eu coloquei seis filósofos. Escolha minha. Outra pessoa pode colher mais 6, próximos dela.Consegue entender isso sem essa grande mágoa pessoal que tem da USP? Vai dar uma de olavete repetente?

  3. Sérgio Murilo
    07/11/2016 at 12:48

    Pelo que vi, os Grandes filósofos Brasileiros, que merecem ser citados são todos eles Professores da USP, posso então inferir que a boa filosofia só exite em SP, e mais, com o seu núcleo na USP. Seria Isto??? Ou faltou o texto foi teve a intenção de falar do universo da USP mesmo?

    • 07/11/2016 at 13:33

      Sérgio Murilo são OS MEUS citados, numa escolha de seis. Não se ofenda, faça o seu texto no seu blog com os seus, os magoados.

  4. Pitasi
    20/10/2016 at 23:39

    Não consigo ver filósofos autênticos nessa seleção, somente professores acadêmicos e que me parece fizeram ou fazem um bom trabalho institucionalizado. Me formei em filosofia e não vejo protagonismo filosófico, so vejo um monte babacas acadêmicos que concertam e desconcertam verdadeiros filósofos. Devemos ler a literatura brasileira, tem mais filosofia autêntica do que ler a interpretação de Marton sobre Nietzche.

    • 21/10/2016 at 00:00

      Pitasi você se formou em filosofia e ninguém sabe da sua existência ou publicação. Mas vamos segui-lo. Você é o autêntico intelectual que precisamos. Esses estudiosos aí são “babacas” né? Ah, vamos deixar essas pessoas que estudam de lado. Vamos agora para o Pitasi! Ele sim!

    • Pitasi
      22/10/2016 at 13:39

      Não, professor, não tenho a pretenção de ser um filósofo brasiliero, nem mesmo de ser um místico pós-contemporâneo com seus discípulos a espera de uma nova verdade para ser seguida. Inclusive não tenho a pretensão de segui-lo. Sem ofenças. Mas leio seus livros, com algum entusiasmo de pensar que tenha um pouco de juízo filosófico. Mas aqueles que o senhor atribuiu a alcunha de pensadores (filósofos) são bons, competentíssimos, mas como comentadores, escritores, leitores ávidos e questionadores ( e se me permite um pouco de opinião, oh prolífico mestre das encandecências acadêmicas) não os vejo como filósofos, já os li com alguma frequência e penso como maravilhoso são sua criatividade para transpôr a barreira da tradução e trazer para nós, brasileiros suas contribuições. Mas não consigo vê-los fora de uma lógica academicista, pensando junto com os alicerces sequelados da academia. Não vejo uma repercução filosófica de concepções que podem inclusive dá rumos mais adequados a problemáticas em nosso país. Me parece que os pretensos filósofos brasileiros gostam de publicações, amam ler suas credenciais, mas fazem ainda muito pouco pela educação filosófica no país. Ao bel prazer de um vento que dá cala frios os nossos operadores educacionais oscilam a obrigatoriedade da filosofia e de outras disciplinas. Cadê os filósofos, só sabem fazer nota de repúdio no facebook, não têm uma voz maior? São apenas questionamentos professor de um jovem que não pretende de forma nenhuma abalar sua rara consciência e paciência.
      O que o senhor chama de publicações? Escrever artigos, resenhas, publicar livros? Mas qual a fundamentação de tudo isso? De fato publicar porque lhe interessa o desenvolvimento filosófico no país, pensar nossos problemas educacionais, econômicos, ecológicos, religiosos? Publicar porque é bom que tenha seguidores para lerem, seguirem seus pensamentos e vagloriar sua astúcia como pensador da moda? Publicar porque existe uma exigência institucional?

    • 22/10/2016 at 13:41

      Pitasi falta você ficar adulto, se conseguir vai entender como que um scholar pode ser um filósofo. Poe enquanto, peça para sua mamãe trocar suas fraudas.

  5. joe
    10/09/2016 at 10:29

    Primeira vez que entr aqui e diga se de passagem ….ver olavo e outros “filosofos” brasileiro da a impressao que estamos vendo meros papagaios aprendizes ..nada de novo ,nada de descobertas genuinas apenas copias

    • 10/09/2016 at 10:32

      Joe é que você não está acostumado a ler filosofia, não sabe do assunto. Então você fica com o repetente, o tonto do Olavo que para você é um herói por que você não sabe o que é ser culto. Você segue o carinha que não conseguir passar do terceiro ano primário, o carinha que acha que o adoçante da Pepsi é feito de feto, o carinha que acha que há buracos onde a lei de gravidade, em certas cidades, não funciona. Vá em frente Joe.

  6. Mateus Robert
    04/07/2016 at 00:19

    Paulo, a partir de qual momento você considera que alguém tem legitimidade para se intitular Filósofo?

    Quando você concluiu que já fazia jus ao termo filósofo?

    • 04/07/2016 at 01:13

      Filósofo não é um deus, é uma atividade intelectual com determinada técnica. Faz-se a graduação, aprende-se a técnica, faz a convivência com a confraria de filósofos. Pega-se experiência. É como o sociólogo ou o médico etc. Eu sou filósofo, faço filosofia, fiz meus estudos para tal, além de duas graduações fiz dois mestrados e dois doutorados. Fiz pós doc. Trabalhei no exterior. Ensaio alguns passos de originalidade. Vou melhorando. Um músico é um músico, ele não está dizendo que é o Bethoven. Eu não sou Hegel. Talvez após eu morrer pode ficar algum livrinho por aí, que tenha algo original? Talvez.

  7. Fraga
    03/07/2016 at 19:58

    Ri de chorar da querela do Paulo com o Dr. Peixoto… da mulher, da tsunami kkkkkk…serio , ficou muito engraçado.

  8. Ulisses Fonseca
    03/07/2016 at 11:49

    Paulo, você conheceu o genial professor José Cavalcante de Sousa? Caso positivo, tem algo a falar dele?

    • 03/07/2016 at 12:51

      Não sei quem é. Há dezenas de filósofo bons no Brasil que eu admiro. Coloquei os que são próximos, os que foram professores, claro que assim mesmo não coloquei todos. Por exemplo, não falei de Dermeval Saviani, de Paulo Freire etc. Não falei de meus colegas no exterior. Minha experiência é paulista.

  9. Arnaldo Costa
    25/06/2016 at 03:04

    Indicar leitura de livros da Marilena Chauí é muito correlato com o atual nível intelectual reinante no Brasil. Os nossos antigos intelectuais estão se revirando nos seus túmulos. Ler Chauí é uma coisa das mais infelizes. Coitada a geração de jovens brasileiros!

    • 25/06/2016 at 09:37

      Arnaldo quando escuto gente como você, tenho pena.

    • Rodrigo Carrasco
      08/10/2016 at 11:57

      Achei bravo a sua percepção em correlação a Chauí. De fato sua posição política não correspondem com a bravura acadêmica da pessoa. Antes de fazer uma crítica a pessoa, deve-se primeiro conhece-la. Quanto os “Olavetes” e Críticos de Marilena Chauí, só lamento.

    • 08/10/2016 at 14:11

      Marilena perdeu o pé, perdeu o “time”. Só isso.

  10. José RRR:
    28/05/2016 at 22:06

    Quanta gente ignorante nos comentário!!!
    Até eu que estou no ensino médio ainda tenho mais conhecimento que muitos aqui.
    Em breve iniciarei o curso de filosofia e por mim na própria USP, irei seguir carreira acadêmica e desenvolver pesquisas e projetos!
    Quero ver quem vai me dizer que não sou filósofo… Aliás, todo filósofo contribuiu para um bem social, seja ele vivo ou morto. E estes daí que você citou querendo ou não tem sua importância para nossa sociedade atual!
    Abraços, ótimo post. 🙂

    • 29/05/2016 at 02:36

      José RRR antes de mim mesmo os professores a USP não se diziam filósofos. Rompi com isso.

  11. Gabriel Diniz
    12/04/2016 at 19:20

    Faltou o maior filósofo brasileiro da atualidade: Wesley Safadão

    • Antonio
      30/04/2016 at 21:51

      Huahuahuahua… o sr eh um fanfarrão! Já tentou sair da USP pra ver se tem algum outro filósofo que valha a pena? Já sei, já sei “a lista é minha e eu coloco quem eu quiser”. Então muda o título pra evitar erro de pensamento de nós burros que não somos filósofos:
      Seis filósofos da USP para serem lidos, simples não?

    • 30/04/2016 at 23:32

      Antonio posso fazer outros seis de outros lugares, mas nenhum incluirá você ou qualquer professor do seu supletivo.

    • Jonas
      02/05/2016 at 08:30

      Paulo Ghiraldelli
      Qual o problema com Supletivo? Aprendi a ser autodidata com o supletivo. Infeliz seu comentário.

    • 02/05/2016 at 08:40

      Jonas, autodidata é sempre um problema – e seu comentário dolorido mostra isso.

    • Andre Signorelli
      06/06/2016 at 10:54

      Caro professor, após um determinado nível, não somos todos nós autodidatas, já que realizamos buscas individuais sobre dúvidas pessoais?

      Não foi o autodidatismo o percursor da filosofia, já que os primeiros filósofos surgiram e fundaram eles mesmo as primeiras escolas, ou seja, tudo começou no desenvolvimento voluntário!

    • 06/06/2016 at 12:17

      André, não para a primeira pergunta e não para a segunda pergunta. Explico. 1) A filosofia, como o próprio nome já diz, envolve uma amizade ou amor para como o saber, mas esse saber é o saber que é também sabido por um outro. A filosofia é fruto de confraria, não de pensadores isolados. O criador da palavra, Pitágoras, é conhecido por ser uma homem de confraria. As confrarias e escolas são o berço da filosofia. 2) Ao acharmos que somos autônomos intelectuais, mais percebemos que precisamos de mestres. Sócrates dizia que os professores dele, então já adulto e “formado”, era os habitantes de Atenas. E todos nós, professores universitários inteligentes, somos os que não saem dos bancos escolares, assistindo as aulas dos colegas. Bento Prado viaja toda semana de São Carlos para São Paulo, perto dos 70 anos, para assistir aulas de colegas. Nossos encontros da ANPOF são para isso. Nosso trabalho de pesquisa em grupos é para isso. Só os tolos, que não amassaram o barro da filosofia, acham que podem fazer algo de modo “autodidata”.

  12. Ana
    27/03/2016 at 01:02

    Paulo Ghiraldelli
    Você é um arrogante

    • 27/03/2016 at 01:04

      Ana! Sou mais inteligente que arrogante. Agora, você lê seis filósofos que escolhi, meus, e acha isso arrogante? Não posso escolher seis filósofos? Parece que a arrogante é você, não? Vem no meu blog para dizer que não posso apresentar sei filósofos que conheço? Canso de escutar aqui gente que geme e geme e xinga e grita. Cada vez mais me convenço que essa doença da birrinha tá pegando nessa gente, mais ou menos igual a você. Que coisa!

  13. joão senna
    22/01/2016 at 14:26

    fantástico que os seis melhores filfósofos sejam todos todos da Usp.

    • 23/01/2016 at 07:47

      Não está escrito “melhores”, e são os meus. Você pode indica os melhores e os seus. Faça seu blog ó sábio.

    • Carlos Carneiro
      20/02/2016 at 09:06

      Me senti lendo uma sentença de hospício…

    • 20/02/2016 at 12:42

      A filosofia é para loucos inteligentes.

  14. Yacov
    06/01/2016 at 07:39

    O Prof.Dr. Paulo Ghiraldelli citou seis “scholars” em Filosofia, o que é muito diferente de Filósofos.
    Verdadeiros Filósofos no Brasil são raros, mas penso em Vicente Ferreira da Silva e Mario Ferreira dos Santos, e não posso olvidar de Matias Aires “nosso” La Rochefoucauld tupiniquim rs

    • 06/01/2016 at 09:29

      Yacov eu sei que pensadores como os que citei incomodam que cita aquelas figurinhas que tentaram passar em concurso público de filosofia na USP (ou outra universidade) e não conseguiram. Isso indicou uma deficiência deles, que nunca foi suprida nem poderia. Mas, acalente-se, a periferia tem sua vez na cabeça dos desinformados. Não há filósofo que não seja scholar, e todo scholar em filosofia é filósofo. Se é bom ou não, aí é outra coisa. Agora, curioso autodidata em filosofia, como os que citou, não aprenderam o ofício, pensam que aprenderam, e fica nisso.

  15. Alex
    04/01/2016 at 11:20

    Gostaria de colocar algumas palavras, que talvez se relacionem de forma limitada ao tanto apresentado.

    O juízo do gosto, a beleza e a generosidade nos meus conhecimentos imaturos e empobrecidos talvez sejam “pedras” de um muro – com capacidade de separar ou unir pensamentos acorrentados, no sentido de conexão e continuidade.

    A busca pela razão perdida no esvaziamento do ser ecoa aos ventos, se me permitem a licença poética. Portanto continuo pobre e ignorante, mas vivo, de muito pouco tempo para cá, procurando maiores fontes – que permitam o crecimento consciente livre de dogmas e doutrinas.

    Este artigo (o primeiro que li) de Paulo Ghiraldelli e os comentários de todos os envolvidos só fortalecem a minha percepção de que estamos (como espécie “dominante”) muito distantes… talvez eu esteja distante de algo coerente.

    Sobre a escola: Estudei pouco, mas este pouco serviu para que eu soubesse respeitar a pedagogia que falha ao que se intitula autodidata. Infelizmente acredito que temos muita pressa… até a fila do pão incomoda (risos).
    Mergulhamos, mas apenas ficamos ali na superfície. Vestir o escafandro e assumir os riscos das profundesas é algo para poucos. Vejo que o Sr. Paulo Ghiraldelli veste este escafandro e, me perdoe pela minha cegueira, mas esta vestimenta produz a permuta – onde a orientação é crítica.

    Aprendi um pouco mais e espero continuar assim. Agradeço pelo artigo e pelos pontos de vista apresentados.

    • 04/01/2016 at 11:44

      Alex às vezes eu vou sem escafandro mesmo. Quase me afogo.

    • Alex
      04/01/2016 at 12:34

      Imagino… crítica e razão (ou o inverso), na forma como você nos apresenta, trás impacto e a discórdia brotará naturalmente.

      Sua disponibilidade é notável. Quantos, ditos “detentores do saber”, detém estudos e julgamentos no cárcere. Pelo contrário, sua contribuição trás diálogo conciso e objetivo.

      Ficarei atento ao seu blog e, na medida do possível, mesmo que eu seja apedrejado (risos), tentarei colocar algumas indagações que busquem a luz.

      Obrigado por responder ao meu comentário.

  16. Evair
    10/12/2015 at 12:42

    Quando vejo alguém dizendo que não é necessário ter cursado filosofia para ser filósofo, usando o argumento que Sócrates e Platão também não cursaram, ou que a escola não é necessária logo percebo que o cara nem faz idéia do que é escola qual sua função e sua origem..Sobre universidade então nem se fala.

    • 10/12/2015 at 14:03

      Sim Evair, infelizmente no Brasil estamos tendo esse tipo de ignorante. Antes, os ignorantes sabiam ao menos o valor da escola. Agora, temos a arrogância da ignorância.

  17. thiago
    19/11/2015 at 16:24

    Talvez tenha faltado Oswaldo Giacoia Junior, Eduardo Viveiros de Castro (que apesar de Antropólogo, tem um voo firme no mundo filosófico) e no Paraná há um lógico muito cotado internacionalmente, Newton da Costa.

    Abs

    • 19/11/2015 at 20:05

      Thiago aprenda a contar até 6. Putz! Será que é tão difícil assim contar até seis?

    • thiago
      20/11/2015 at 14:02

      Realmente usar “faltado” é um equívoco. E não, não é difícil contar até 6. Difícil mesmo é entender a atitude e postura de acadêmico irresponsável que você é ao tomar o número “6” como um imperativo que impede a interação entre autor e leitor. Realmente, seu formalismo demonstra o quão obtuso é seu pensamento.

      Até

    • 20/11/2015 at 16:45

      Thiago, você não consegue contar até 6 e, pior, não consegue sequer fazer um texto dos 3 ou 4 ou dez filósofo seus. Entre na escola, aprenda a contar até 3. Depois, tente falar de três filósofos que goste. Como não vai conseguir, fale dos três porquinhos. Acho que é o que dá para você fazer.

    • Newton
      01/02/2016 at 10:56

      Visito teu site só pra ler as tuas respostas aos comentários dos outros. Muito boas.

    • 01/02/2016 at 11:29

      Newton, eu dou muito valor ao leitor e crítico. Claro, há tonto que vem aqui só criar casinho. Mas em geral eu aprendo muito com o leitor. Felizmente. Sempre procurei escrever meus livros com respeito ao público, ou seja, querendo saber a opinião do público (que realmente lê). Tenho um profundo desgosto com os filósofos que não promovem o debate público, e pior ainda com os que só respondem em privado.

  18. fernando
    17/11/2015 at 01:33

    Faz tempo que o Brasil não produz intelectuais. Os atuais estão presos ainda na década de 60 pois só falam em liberdade e ditadura! Eu vou gastar meu dinheiro com gente vazia! Vou ali no banco da praça que é de graça. Está cheio de filósofos que dão uma lição nesses intelectuais que estão presos dentro de bolhas infladas com seus egos e sem originalidade nenhuma.

  19. Gabriel
    11/11/2015 at 18:13

    Um bom! como se todos os filósofos de valor no Brasil são todos que trabalham ou que trabalharam na USP

    Ninguém no Brasil nunca fez nada importante na Filosofia não, sorry

    • 11/11/2015 at 18:17

      Gabriel, sua mágoa advém do fato de que você não sabe nem contar e nem escrever. Se soubesse contar veria que seis são seis. Seis que eu posso falar, que sei as teses bem. Se soubesse escrever, você escreveria sobre os seus seis. Sua mágoa de Usp poderia se desfazer se você estudasse, passasse no vestibular e, então, fosse estudar numa boa faculdade. OK? Faça isso.

  20. Rodrigues
    06/11/2015 at 16:05

    Faltou o clovis de barros

    • 06/11/2015 at 16:16

      ha ha ha faltou ele estudar filosofia de fato e parar de falar bobagem!

    • Luiz
      11/11/2015 at 19:08

      O que mostra que o Clóvis de Barro Filho não estudou filosofia, e que bobagem ele fala? cite mais de um, por favor!

    • 11/11/2015 at 20:31

      Luiz, meu tempo é precioso. Se você ler um pouco de filosofia, você mesmo faz isso.

    • Luiz
      12/11/2015 at 03:46

      Paulo Ghiraldelli, cláro que você é um cara muito ocupado. Você tem conteúdos filosóficos maravilhosos. E adoro ler os seus textos. É fruto de muito trabalho. Mas, Mestre…Para! Para agora! Para de ficar falando mal dos outros sem mostrar nada! É melhor não falar nada! Não concorda? Mas vou insistir… cadê uma bobagem do Clóvis falando ou escrevendo sobre filosofia? Agora que você falou mal, é melhor mostrar! Ou seu crédito cai amigão. É lamentável isso acontecer com você.

    • 12/11/2015 at 11:20

      Luiz, eu não falo mal de ninguém que é inteligente. Mas eu não gasto meu tempo com autor ruim. Não fique triste, cada leitor tem seu autor. Fique com o seu. Agora, não acentue “claro”. Aí você acaba dizendo que é mesmo o tal autor o seu preferido e dá as razões.

  21. 23/08/2015 at 13:22

    Quem não conhece obras filosóficas de professores da USP é sempre o retardado que, não tendo formação nenhuma, não sabe nem entrar num biblioteca.

  22. Rene Passos M
    23/08/2015 at 12:21

    Diploma de filosofia é uma coisa… OBRA FILOSÓFICA É OUTRA!!!

    Alguém conhece alguma OBRA FILOSÓFICA DE UM PROFESSOR DA USP!???

    • Maiquison
      16/09/2015 at 21:45

      A USP nunca produziu um filósofo. Esse povo ainda acredita que diploma de filosofia produz algum filósofo. A USP transmite cultura filosófica, Pois, o verdadeiro filósofo trabalha dentro da realidade. Agora, um dos nomes citados por Ghiraldelli é Marilena Chauí. Esta senhora, em seu livro “Convite a Filosofia”, título que por si só já é um plágio, pegou a página cérebre de Julian Marias e copiou ipsis literis e nem se quer citou o autor. Foi denunciada e nunca ninguém fez nada a respeito. Isto sem falar em Elmir sader, mais uma cria da USP, que escreve Getúlio com (LH) e também Fernando Haddad, que foi ministro da educação e no youtube tem um vídeo dele pra quem quiser ver, onde ele diz (CABEÇÁRIO) ao inves de (CABEÇALHO). Se isto é o tipo de acadêmico que a USP produz e que merecem ser lidos eu prefiro continuar burro.

    • 17/09/2015 at 02:44

      Maiquison fiquei com bastante dó de você. Você diz que prefere continuar burro. E vai continuar. Não tem a mínima ideia do que se faz numa universidade do mesmo modo que um Olavo de Carvalho não tem a mínima ideia do que se faz no quarto ano primário, dado que ele tomou pau na terceira série.

    • Maiquison
      17/09/2015 at 11:11

      Não sei se posso concordar com vc Ghiraldelli. Pois, até onde eu saiba, a universidade é um local propício para que as pessoas se sintam atraidas pelo conhecimento. No entanto, o que eu quis dizer é que, um simples diploma não faz de um indivíduo uma autoridade em qualquer que seja o assunto. Por exemplo: um diploma de advocacia não faz faz da pessoa um advogado. Ou faz? Um diploma de letras não significa que tal portador seja um poeta. O sr discorda? Muito bem. Por favor, me diga em qual universidade estudou Sócrates, Platão, Aristóteles. Depois que o sr me der a resposta agente volta a conversar.

    • 17/09/2015 at 11:30

      Maiquison uma forma do fracassado na escola se livrar da culpa é dizer que a escola não vale nada. Agora, o mais triste é não saber de onde vem o nome escola e então perguntar onde estudaram os filósofos. Comece por aqui: Sócrates: pensador e educador (Cortez, 2015). Aí então conversamos.

    • Cicero
      10/12/2015 at 08:21

      Para quem apontou erros ortográficos dos outros ficou feio escrever “CÉREBRE”.

    • 10/12/2015 at 10:41

      Cícero, ao contrário dos “outros”, eu aprendo e corrijo, por isso sou melhor. É por isso que Cícero não aparece, e eu sim. Obrigado pela correção.

  23. Jackson
    03/08/2015 at 22:04

    Mário Ferreira dos Santos é citado em algumas páginas como o maior filósofo brasileiro que existiu. Isso procede?

    • ghiraldelli
      03/08/2015 at 23:37

      Tolice da direita política.

    • 19/02/2016 at 13:32

      O mestre Mario Ferreira escreveu mais de 30 obras obras filosóficas. tornou-se um verdadeiro filósofo brasileiro, pois a novidade apresentada por ele reside no campo da Filosofia Concreta, proposta apresentada e que merece atenção e cuidado ao analisar suas obras concatenadas logicamente para demonstrar sua tese. Além disso, é de destacar o método dos 10 campos do raciocinio, batizado por ele de Decadialética. Dessa forma, é mister apresentar que o referido mestre retorna a problematica da dialética e que muitos problemas sociais da realidade brasileira são abordados seguindo esse método, permitindo assim uma visão clara e provocadora dos problemas nacionais.
      Não penso que Mario seja um politico de direita, pois em vários momentos de suas obras ele é contundente ao criticar os pensamentos e modelos unilaterais tanto de direita como de esquerda, pois sua vontade era de uma sociedade de “cooperadores” cada qual fazendo sua parte para construção de uma melhor sociedade.
      Seu esforço de levar a filosofia ao povo brasileiro, vendendo suas obras de porta em porta, causa-me grande admiração e respeito. Essa atitude já diz muito coisa!

    • 19/02/2016 at 14:22

      Carlos, essa história é mais folclore que filosofia. Ele era folclórico, e aquilo tudo que escreveu, cá entre nós, não seria lido hoje em dia em lugar algum.

    • jhonny
      05/07/2016 at 21:40

      falar é fácil quero ver destruir uma tese do Mário Ferreira.

    • 05/07/2016 at 23:00

      Jhonny Mário Ferreira quem? Ah, tem dó cara. Acorda!

  24. Dr.Peixoto - Médico
    08/07/2015 at 13:54

    Não podemos esquecer do Magnífico Professor e Filósofo Dr.Mario Sergio Cortella. Tenho 16 livros dele. Ele foi a única pessoa que me colocou várias lentes, apesar de não ser Oftalmologista, mas lentes para ver o mundo de forma diferente. Por isso, quando ele lança um novo livro, eu sempre repito as mesmas palavras para a minha esposa: “Veja, outra grande obra do Cortella – É muito barato!. Digo isto, pois o saber pra mim tem muito valor e as vezes faço uma analogia com o dinheiro(inconscientemente), sendo que este último não tem.

    • ghiraldelli
      08/07/2015 at 13:58

      Dr. Peixoto acho que não entendeu meu blog no caso: eu procurei colocar seis filósofos acadêmicos, com pesquisa acadêmica. Mario Sergio é meu amigo, mas o que ele faz é usar da cultura filosófica para o serviço empresarial de motivação e coisas do tipo. Inclusive seus livros são para tal. Entende agora?

    • Dr.Peixoto - Médico
      08/07/2015 at 15:07

      Entendi.
      Obrigado pela sua resposta.

      Apenas queria citá-lo, pois é um grande pensador.

    • ghiraldelli
      08/07/2015 at 15:29

      Dr. Peixoto a filosofia está se diversificando, mas os acadêmicos continuam acadêmicos. Poucos enveredam para fora. E alguns que enveredam, acabam saindo da filosofia. TEnho tentado fazer o voo exterior sem sair da filosofia propriamente dita. É isso.

  25. Matheus Kortz
    18/06/2015 at 14:19

    Interessante que a filosofia, nascida do amor entre homens, e apenas homens, tenha tantas representantes mulheres no Brasil.

    • ghiraldelli
      18/06/2015 at 16:06

      Matheus você não entendeu a coisa. Dá uma olhadinha no meu livro novo.

    • Dr.Peixoto - Médico
      08/07/2015 at 14:23

      Boa tarde Sr.Matheus Kortz!
      Se tivermos apenas uma mulher neste quadro. Então podemos dizer que esta vale por mil. O sexo feminino ao longo dos séculos e ainda na atualidade é visto por alguns como um ser inferior, mas pelo contrário, ela(a Mulher) é verdadeiramente superior, pois se olharmos para a escala evolutiva, veremos que o seres mais evoluídos são os mamíferos, que pensam(Homo sapiens sapiens) e que tem menos pêlos no corpo. Então poderíamos dizer que a mulher ainda não ocupou o seu verdadeiro lugar na escala evolutiva. Tenho muitas provas disto, mas o espaço é pequeno para tanta informação…
      Obrigado

    • ghiraldelli
      08/07/2015 at 14:26

      Meu Deus, acho que esse Dr. Peixoto ainda vai dar show! Vamos ver!

    • Dr.Peixoto - Médico
      08/07/2015 at 15:24

      Eu agradeço muito pelas maravilhosas palavras que colocou. Hoje ficarei pensando nisso e, certamente, perderei o meu sono de tão feliz que estou.
      Sua palavras soaram pra mim, como uma tsunami ! um imensos volumes não de água mas de energia que também encontramos nela envolvido. Tsunami ! podem devastar regiões, mas não no sentido de destruir(como fazem) mas devastar regiões do não pensar, no sentido de levar você para lugares que não conhecia.

    • ghiraldelli
      08/07/2015 at 15:27

      Bem, espero Dr. Peixoto que leve, e já que pretende ser devorado pelo monstro sugiro este meu novo livro, feito para gente como você: Sócrates: pensador e educador (Cortez, 2015).

    • Dr.Peixoto - Médico
      08/07/2015 at 15:52

      Acabei de compra no submarino.comSócrates – Pensador E Educador: A Filosofia Do Conhece-Te A Ti Mesmo 1ª Ed _(capa dura) eComo a Filosofia pode explicar o Amor (Filosofia Prática) ebook na http://www.amazon.com.br/A filosofia como crítica da cultura – ebook na http://www.amazon.com.br/

      Obrigado

  26. Bernardo
    07/04/2015 at 17:46

    Onde está Mario Ferreira dos Santos? sinto cheiro de revolucionista!

    • 07/04/2015 at 17:54

      O Mário está onde está; no lugar que a direita tentou colocá-lo, como professor de filosofia, ele não conseguiu entrar. Ah, “revolucionista” é uma palavra que não dá certo não. Use uma melhor, isso denota gente meio capial, do interior. Intelectual de coreto do interior. Beijão.

  27. Roberto William
    15/02/2015 at 14:27

    Paulo você fala como se todo dispositivo jurídico tivesse uma lógica. O que não entendo é como pode fazer tal afirmação. E mesmo que haja uma lógica sua resposta não expõe como identificá-la.

    • 15/02/2015 at 15:46

      Roberto William eu não posso dizer mais nada para você, qualquer coisa que eu disse, ofende. Veja como ofende: você viu o código napoleônico, o código romano na faculdade, e não sabe que eles não são um amontoado de elementos históricos. O que eu posso dizer para um advogado assim que já passou na OAB? Nada. Eu tenho de me calar. É melhor.

  28. Pedro
    13/02/2015 at 13:33

    E o filósofo Antônio Paim? É relevante?

    • 13/02/2015 at 15:21

      Eu coloquei os relevantes PARA O MEU TRABALHO.

  29. Cesar Marques - RJ
    13/02/2015 at 04:55

    Sebastião Nery – 09 de junho de 2003:

    Filósofo Pé-rapado

    Na “Globo”, com a desenvolta arrogância de sempre, o misterioso e audacioso Olavo de Carvalho desanca o presidente:

    “De seus discursos em português nada (sic) sobra, exceto os erros de gramática. É um profeta (sic) intelectual com gostos aristocráticos. Há muitos estilos de um pé-rapado (sic) subir na vida”.

    Antes de exibir seu congênito e hidrófobo racismo, Olavo de Carvalho devia primeiro explicar três coisas bem simples, bem pé-rapadas, que seus alunos na “UniverCidade” vivem tentando saber e jamais conseguiram:

    1. Com base em que diploma Olavo se assina “filósofo”?

    2. Em que Universidade Olavo estudou Filosofia, para ensinar filosofia em Universidade?

    3. O Ministério da Educação permite ser professor sem diploma?

    Isso tem nome: falsidade ideológica. E está no Código Penal

    __________________________________________________

    O texto é antigo, mas achei-o de grande valia, para os que tem interesse em saber quem é, e quem não é, referência em Filosofia no Brasil.

  30. Roberto William
    13/02/2015 at 00:19

    Excelentes dicas!! Eu sei que você é filósofo e não jurista, mas você tem alguma ideia sobre como decorar centenas de artigos de leis e decretos?? hehehe Pergunto isso porque até pra se ler e aprender filosofia e qualquer outra coisa é necessário estudar de um jeito que a informação fique armazenada no cérebro por vários meses e talvez anos. Mas como?

    • Roberto William
      13/02/2015 at 01:28

      Obs: Essa pergunta é relacionada ao outro artigo “como estudar?”. hehe

    • 13/02/2015 at 10:53

      Roberto se você compreende a lei e se ela tiver disposição lógica, você as terá junto de você, ao menos o esquemão, e aí existe internet para consultar na hora, meu caro.

    • Roberto William
      13/02/2015 at 11:21

      Obrigado pela resposta. Mas tem um problema: na hora de fazer a prova (concurso público) não pode consultar a internet. heheheheh

    • 13/02/2015 at 11:32

      Roberto você não vai conseguir passar em concurso algum se não conseguiu entender minha resposta. Nem tente.

    • Roberto William
      15/02/2015 at 00:36

      Bom eu passei na OAB e ainda sim não entendi sua colocação. Você apenas disse que a lei estará comigo caso eu a entenda e ela tenha uma disposição lógica. Mas onde está a lógica na composição do Conselho Nacional de Justiça (formada por x membros) ou nas 33 hipóteses de dispensa de licitação, ou no prazo de x dias pra se interpor um recurso, etc, etc…?

    • 15/02/2015 at 02:40

      Roberto William você passou no exame da OAB mesmo assim? Putz! Minha resposta anterior contém tudo que é necessário sobre o assunto. É mais que suficiente.

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