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09/12/2019

Os testes com animais são mesmo uma necessidade?


A verdade dos testes de laboratórios com animais é uma só: sofrimento atrai sofrimento. Os testesratos com câncer provocado fazem os animais sofrerem dores e incômodos inauditos. Não se trata de feridas, o que ocorre é a produção de tumores, deformações internas e externas, mal estar durante toda uma vida. Você pensa que esse sofrimento todo é pago no altar do bem estar humano? Não! A maior parte dos laboratórios que lidam com testes fazem pesquisas encomendadas pelos aparatos militares dos seus respectivos países. O que se quer saber é o que é que pode dizimar o homem, fazer o homem sofrer, e quanto o homem pode aguentar tendo ingerido substâncias X ou Y. Ninguém sabe até hoje ao certo se a AIDs foi ou não produzida em laboratórios desse tipo. Mas muitos bons cientistas que dizem claramente que animais infectados podem ter escapado de laboratórios, e que o HIV não era alguma coisa existente, que ele realmente tem tudo para ser visto como cria artificial.

Bem, mas uma parte dos laboratórios que se utiliza de testes em animais fica com o setor de saúde, efetivo, não fica? Não! A parte que não é militar é a parte que serve ao dinheiro. Mais de 70% das pesquisas da parte não militar se faz não em torno de doenças, mas em torno da criação de variações de produtos que possam induzir novos consumos. A indústria dos cosméticos, alimentos e mesmo a indústria da saúde, trabalha com a perspectiva econômica imediata como prioridade, colocando a questão da descoberta da cura de doenças em segundo plano – às vezes em plano nenhum. Mesmo as universidades têm trabalhado nesse sistema. Os financiamentos saem antes para a pesquisa que busca criar produtos para a indução de consumo que para a solução de problemas de saúde da população. Nem mesmo as pesquisas para “doenças de ricos” têm prioridade diante da prioridade da criação de produtos que possam ampliar as possibilidades de consumo.
O supérfluo do supérfluo é a regra de um lado, o necessário para a indústria da morte é a regra do outro. Os animais sofrem para que nós, depois, possamos sofrer com a ideia da guerra segura e com a péssima ideia de que precisamos comprar mais coisas do que necessitamos. Não há lado bom nessa história.

É bobagem dizer “isso é o capitalismo”. Sim, é. E daí? Dizer isso é dizer o nada. Ou melhor, é dizer o tudo em um grau tão genérico que é dizer o nada. O que é necessário é perceber que nenhum dos dois grandes blocos de interesses – o militar e o financeiro – que sustentam os laboratórios que, por sua vez, causam sofrimentos nos animais, diz a verdade sobre a necessidade de testes em animais. Estamos diante da maior mentira do século. Uma mentira contada por gente que está atrelada à fabricação da paz, que é na verdade a indústria da guerra e da morte. Uma mentira também contada por gente que está atrelada à fabricação do bem estar, que é na verdade a indústria do dinheiro e do falso bem estar.

Não é necessária uma revolução mundial comandada por algum Che Guevara para parar isso. Basta que a cada dia possamos fazer protestos como os que foram feitos contra o Royal. Ali, um nível de consciência pelos direitos dos animais aparece. São passos em direção a mais níveis de consciência. Ao mesmo tempo, conquista-se nas fileiras do inimigo muitos que estão lá enganados, ou parcialmente enganados. Muita gente inteligente funciona assim. É comum isso. Os protestos não clareiam as coisas somente de um lado, mas de todo tipo de lado. E o número de pessoas que acha que sairá ganhando com a indústria da morte e com a indústria do dinheiro-que-falseia-a-felicidade paulatinamente decresce. Nosso desenvolvimento moderno tem sido assim. Temos reformulado e melhorado nossas práticas de vida dessa maneira. Deixaremos de usar animais em teste, exatamente porque sabemos onde está a mentira, e vamos, em cada luta setorial, conquistar mais gente pelo coração, e integrá-los do trabalho da razão. Duvida? Você verá!

Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ.

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40 Responses “Os testes com animais são mesmo uma necessidade?”

  1. Raquel
    04/11/2013 at 17:35

    ” O motivo pelo qual todo aquele dinheiro do governo continuava, e o motivo pelo qual continuaremos a ter problemas com fraude em pesquisas é duplo: (1) Existia, e ainda existe, uma rede cerrada de cientistas que se conhecem muito bem, e que dependem reciprocamente de favores e revisões e, portanto, hesitam em provocar ondas, especialmente se o pesquisador em busca de verbas for bem conhecido e puder influenciar a carreira do outro. Frquentei muitos congressos científicos nos quais 10% do tempo é gasto no congresso e 90% é gasto em socialização …”
    ” (2) Se você souber o que está fazendo, e essas pessoas são peritas nisso, é relativamente simples ocultar ou manipular dados para conseguir os resultados desejados. A menos que alguém fique de pé ao seu lado toda vez que você coloca os pés no laboratório, você poderá fazer qualquer coisa que quiser e escapar impunemente.”
    ” Qualquer um que pense que não é fácil manipular dados ficaria surpreso em saber que é tão simnples quanto decidir jogar fora um valor indesejável ou eliminar um animal ou dois dos conjunto de dados para conseguir um resultado estatístico melhor( lembre-se dos estudos do aspartame). Testemunhei tal atividade em diversas ocasiões. Por exemplo, sempre que os dados eram coletados, o Drº A eliminava meus valores que não se encaixavam no padrão normal que ele teria previsto, se os valores”deveriam supostamente” ser baixos, ele eliminava os valores altos…”

    Por: Andrew Goliszek – COBAIAS HUMANAS – páginas 271, 275
    Editora Ediouro

  2. Marcos
    29/10/2013 at 18:46
  3. 26/10/2013 at 17:17

    Para quem ainda acredita que os labortários realmente querem curar alguma doença:

    O pesquisador norte-americano denuncia que os laboratórios só investem em medicamentos que sejam necessários para a vida toda.

    Thomas Steitz.

    O Prêmio Nobel de Química de 2009, Thomas Steitz (Estados Unidos), denunciou, no dia 26 de agosto, que os laboratórios farmacêuticos não investem na pesquisa de antibióticos que possam curar definitivamente, mas que preferem centrar o negócio em medicamentos que seja necessário tomar durante “toda a vida”.

    “Muitas das grandes farmacêuticas fecharam suas pesquisas sobre antibióticos, porque eles curam as pessoas e o que estas empresas querem é um fármaco que se tenha que tomar a vida toda. Eu posso parecer cínico, mas as farmacêuticas não querem que as pessoas se curem”, enfatizou.

  4. 25/10/2013 at 23:03

    Senhor Paulo copie e postei seu texto no meu facebook, pois milito e acredito em cada linha.
    Todo universo tem evoluido, O SER HUMANO PRECISA APRENDER COM UNIVERSO.
    Abraço fraterno
    Liê mãe de um rapaz 25 anos, autista.

  5. Lucas de Almeida
    25/10/2013 at 20:03

    Paulo, não duvido que existam pesquisas para os fins que você apontou. Mas remédios sempre foram testados em animais, e até hoje esse método é necessário para tal fim. Agora passar a ideia de que testes em animais devem ser extintos porque eles são usados apenas para os fins que você citou é idiotice. Ok, fica proibido o uso de animais para qualquer tipo de experiencia. Não teremos mais beagles mortos para a fabricação de cosméticos ou para testes militares – o que concordo. Mas e os avanços na área da saúde, como fica? E outra, dou crédito a coisas que podem ser provadas com evidencias, e não com alguem que levanta uma questão sem mostrar o mínimo de provas.

    • 25/10/2013 at 21:33

      Lucas, já escrevi sobre isso e expliquei, mas você não entendeu. Vamos ver se consegue agora, na minha última tentativa: a ciência inventa tudo e não inventa métodos alternativos (quer dizer, inventa, já há muitos) para suas próprias pesquisas e testes. Não acha estranho?
      Se não entender agora, não entende mais.

  6. Lucas de Almeida
    25/10/2013 at 18:15

    Paulo, baseado em que fatos você afirma que os testes são feitos para este fim que aponta no texto? Ou é só achismo com um toque de teoria da conspiração? A royal por exemplo apresentou documentos que provaram que as pesquisas eram feitas para desenvolver drogas contra o cancer e outras doenças.

    • 25/10/2013 at 18:41

      Lucas de Almeida, acho que o problema seu é não entender textos. Textos desse tipo dão as dicas, não são textos de sociologia. Você pode agora, a partir dessa lógica, ver quem financia os laboratórios. Veja, em nenhum momento estou dizendo que os laboratórios não pesquisam o que dizem que pesquisam. Pode pesquisar o câncer, mas uma coisa é pesquisar o câncer para curar outra coisa é pesquisa o câncer em um sentido amplo, onde o que é pesquisado é o sofrimento com o câncer e as substâncias cancerígenas etc etc. Esse tipo de lógica apareceu após a II Guerra mundial. Agora, se você olhar o financiamento das pesquisas, você terá indícios. Por outro lado, você não sabe o que é teoria da conspiração. O meu texto vai no sentido oposto. Você está com o conceito errado de teoria da conspiração.
      Agora, o que mais me irritou na sua pergunta é você vir falar do Royal, como se fosse algo que a gente tivesse que dar crédito. Tenha dó.

  7. Paulo
    25/10/2013 at 10:44

    Cara,ótimo texto e só pra finalizar,92% dos testes em animais não passam para os humanos,são espécies diferentes!!!! Por exemplo a penicilina,se usa-la em um porquinho da india ele morre!! (Copiando de uma ativista).

    • 25/10/2013 at 11:07

      Paulo Neto, eu entendo o processo de evolução da pesquisa, dos testes em animais, o que não entendo é os cientistas que dizem que não podem mudar. Sabemos que podem.

  8. Ricardo
    24/10/2013 at 22:40

    Paulo parabén pelo blog! Foi um prazer conhecê-lo. Leio bastante filosofia, particularmente Rorty na versão original e seus comentários sobre pragmatismo; textos do Jurandir também são muito bons. Essas ideias acrescentam muito na minha concepção de mundo e enquanto psicólogo e farmacologista mais ainda. Volto pros textos. um abraço

    • 25/10/2013 at 02:20

      Rortianos se encontram no combate à crueldade, não é?

    • Ricardo
      25/10/2013 at 08:43

      vamo nessa! as conversas pelo blog tem uma certa limitação…quem sabe qq dia a gente possa tomar um café

  9. Rafael
    24/10/2013 at 14:36

    Arrogante pra caralho…. Chamar-se de filosofo é mesmo patético. Como só ventila merda, deveria se entitular merdofono. É mesmo um ignorante inculto MUITO idiota, no sentido literal da palavra, completamente alienado por essa fixação em dinheiro, essa balela de fracassado covarde demais pra ir a luta. E diz que fica pensando… E escreve essas merda… Aí acordei e chamei o filosofo de imbecil? Ô imbecil, não estou dormindo, diferente de vc.
    Afinal, quem tem dinheiro mente e só vc fala a verdade, né, fodão? Pq não resolve então algum problema do mundo ô, retardado?
    Fica pensando, desenhando e escrevendo asneiras?
    Repito: cresça e apareça, nada pior do que um moleque velho. Ainda mais desse tipo imbecil que fica repetindo ladainhas, “dinheiro, guerra, blablabla”….. Vai abraçar terroristas, eleitor de dilma e chupador de cheguevara, bandidos de carteirinha, fascistas arbitrarios.

    • 24/10/2013 at 16:34

      Rafael, vou deixar sua mensagem aqui para divertir meus leitores inteligentes. Eles vão rir desse seu chilique.

  10. Rogério
    23/10/2013 at 18:11

    Siris, lagostas, são cozinhadas vivas antes de serem degustadas, e tudo isso para quê? É uma covardia! Abaixo as churrascarias! Abaixo as peixarias e os açougues! E os frangos, coitados, girando e sendo assados na frente dos butecos da vida, como uma tv de horror show! E as cintas, jaquetas, sapatos de couro! Isso é um crime contra os animais! E os ratos brancos, ninguém salvou? A lei da vida é devore e seja devorado.

    • 23/10/2013 at 23:34

      Rogério, Adorno tinha um pouco de vergonha alheia quando os nazistas tentavam ser sarcásticos.

  11. angela
    23/10/2013 at 15:43

    Olá Professor Paulo.
    Falou muito bem, autêntico e visão corajosa da verdadeira intenção da industria da saúde!! Dias atrás estava tentando lembrar do nome de um filme que coloca um pouco desta questão. O jardineiro fiel.

    Abraço

    Angela

    • 23/10/2013 at 16:22

      Angela, a ciência se faz de religião, e quem a financia se aproveita disso.

  12. Lucas de Almeida
    23/10/2013 at 12:42

    Não seja idiota.Os animais são usados para desenvolvimento da ciencia, para o bem e para o mal.Praticamente todo medicamente foi desenvolvido e testado em animais.

    • 23/10/2013 at 16:26

      LUCAS, E Aí você acordou e falou, “nossa, chamei o filósofo de idiota quando o idiota sou eu”. Não foi? Então tá perdoado. Qualquer dia desses você fica sabendo sobre como que a Guerra e o Dinheiro comandam certas coisas.

    • Renata
      24/10/2013 at 21:44

      Caro filósofo que demonstrou-se tão superior a nós, seus leitores, pela sua formação acadêmica;o senhor pode, por favor, citar as bases que utilizou para escrever os dados tão levianos acerca do destino final das pesquisas (setor cosmético, vulgo, supérfluo do supérfluo)?
      Gostaria de deixar claro que, até mesmo os tão supérfluos cosméticos que o senhor menciona, são testados primeiramente em animais e posteriormente em SERES HUMANOS. O uso de humanos não estende-se somente aos cosméticos, até mesmo os tratamentos para o câncer ou o HIV, só estão disponíveis a nós porque seres humanos em fase terminal cederam suas vidas em prol do avanço científico.
      Agora, Caro Filósofo, se o senhor manifesta-se contra esse sistema, não seja hipócrita de achar que vegetarianismo basta. Boite o sistema, não utilizando seus produtos, seus cosméticos, medicamentos e alimentos. Caso descubra certa doença, certifique-se de que o tratamento não foi somente possivel devido ao uso e morte de animais.
      Somente quando o senhor mostrar atitudes tão condizentes ao texto escrito, ganhará meu respeito, até lá, será somente MAIS UM FILÓSOFO HIPÓCRITA DA INTERNET.

    • 25/10/2013 at 02:21

      Renata, por favor, alfabetize-se esse “que demonstrou-se” não dá. É completa falta do ensino básico. Feito isso, aí conversamos.

    • Lucas de Almeida
      26/10/2013 at 18:05

      Não há duvidas, é idiota mesmo! faz questão de ser.Não estou dizedno que a guerra e o dinheiro não comandam certas coisa. o que não dá é pra reduzir a atividade cientifica a isso sem parecer meio idiota.

    • 26/10/2013 at 23:27

      Lucas, assim você posa de idiota. Puta merda, que cabecinha dura. Não é comando, é a lógica. É lógica posta no pós guerra que mudou a forma de se relacionar com os testes. Putz!

    • Ricardo
      23/10/2013 at 23:27

      siiiim há algo errado, muito errado!!siiim entendo e entendo sua revolta, mas nesse campo ainda estamos nesse ponto! quisera fosse diferente. A bioquímica é extremamente complexa…não tem como! pra fazer ensaios clínicos em seres humanos tem que testar em sistemas vivos – ratos, camundongos, cobaias, coelhos – cães são uma pequeníssima porcentagem dos testes. Sim são bárbaros, concordo! mas…meu caro fomos à lua, temos internet e somos genocidas!!! muitos paradoxos

    • 23/10/2013 at 23:33

      Ricardo, não estamos. Há muita coisa feita, mesmo sem grandes financiamentos. Os testes com animais são obsoletos. Eles são válidos dentro da lógica do Dinheiro e da Morte. Se a lógica muda, os testes desaparecem.

    • Ricardo
      24/10/2013 at 08:25

      a lógica do Dinheiro e da Morte pressupõe auferir mais lucros também. Testes com animais são muito mais caros que testes sem animais. A sua frase (Os testes com animais são obsoletos) é dita por muita gente leiga no assunto; onde estão as alternativas? Nessa hora faz-se silêncio. Os testes são o que há de mais válido no atual estado da arte, o que é obsoleto é o uso que se faz.

    • 24/10/2013 at 16:44

      Ricardo, só uma pessoa completamente desinformada não sabe que os testes são criminosos JUSTAMENTE PORQUE HÁ alternativas. A maioria dos testes feitos no Brasil, mesmo com dinheiro público, são crimes diante da nossa legislação, pois ela é clara: onde há alternativa, deve ser usada. E para tal teríamos de importar tecnologia. As duas alternativas que estão sendo usadas é a das células tronco e a das projeções computacionais e modelos matemáticos. Isso é que fez com que indústria de cosmético mudasse. Mas não pense que o Pentágono e a indústria que vende para o Pentágono quer mudar. Mas até eles vão mudar.

  13. Ricardo
    23/10/2013 at 12:15

    talvez a pergunta seja outra: “pesquisar substâncias que podem dizimar o homem são mesmo uma necessidade?” ou “pesquisar produtos que possam induzir novos consumos são mesmo uma necessidade?”
    A utilização de animais para averiguar a segurança e eficácia de uma medicação é insubstituível, ainda, antes de testar em humanos, não tem como fazer de outro modo. Além da pesquisa de novos medicamentos, qualquer novo produto (plásticos, ligas metálicas etc) também é avaliada a segurança (toxicidade) antes de ser liberado para consumo humano. Acho que a questão é esse modo de vida baseado no supérfluo, que foi o que entendi como questão central do texto.

    • 23/10/2013 at 16:23

      Ricardo, você NÃO entendeu. Preste bem atenção, bem mesmo: o homem chegou à Lua cara, o homem fez a internet, e o homem de ciência ainda usa testes bárbaros? Ou seja, a ciência evolui em tudo, menos nisso? Não há algo errado? Entende agora?

  14. Ricardo Anibal
    23/10/2013 at 10:39

    Este texto é de uma inteligência tão bem sintetizada e direcionada que faltam-me os elogios! Parabéns!

  15. Leandro Souza
    23/10/2013 at 10:32

    “Mas muitos bons cientistas que dizem claramente que animais infectados podem ter escapado de laboratórios, e que o HIV não era alguma coisa existente, que ele realmente tem tudo para ser visto como cria artificial.” o que será que vem dessa “fuga” de cachorros? outra aids?

    • 23/10/2013 at 16:25

      Leandro, esses cachorros não tem nada de grave. Esse laboratório mais blefa do que fala a verdade.

  16. Thiago S.
    23/10/2013 at 01:25

    Assino embaixo!

  17. rosemary gomes sampaio
    22/10/2013 at 13:05

    Parabéns , pelo texto.

  18. MARCELO CIOTI
    22/10/2013 at 09:22

    O que não dá pra admitir é essa asneira que está na internet dizendo que
    “em vez de cães que usem presidiários como cobaias”.Quem escreve isso,nem
    defende animais,mas são eleitores do Maluf e assistem esses programas
    policiais de direita na TV.

  19. Luis Henrique
    21/10/2013 at 22:26

    Belíssimo texto!
    Parabéns!
    A ideia de “luta setorial” parece-me bastante madura e menos afeita a grandes revoluções que nunca acontecem porque estariam num tempo fora do tempo, impedindo, de antemão, tomadas de posição (como esse ato contra o Royal) e a desmistificação que também pode acompanhá-las, às quais você se referiu.
    Paulo, você chegou a ler o texto do Derrida (“O animal que logo sou”)? Se sim, o que achou dele?
    Abraços

  20. Déborah Manécolo
    21/10/2013 at 21:21

    Adorei essa matéria. Parabéns ao Paulo Ghiraldelli.

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