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23/03/2017

O Feminismo que não aceita a diversidade geme diante da beleza de Marcela


Marcela Temer pode ser a primeira dama do Brasil. A revista Veja a descreveu como ela é, sem imputar qualquer artifício. Ela pode ser tida como “bela, recatada e do lar”. Noventa por cento da reportagens sobre ela, antes da Veja, em diversas revistas de várias tendências, destacaram esse predicados, especialmente o recato. 

As mulheres que não se dizem feministas ainda que possam endossar várias teses do feminismo, gostaram da reportagem. As mulheres que militam no feminismo parece que não gostaram. Entre estas, muitas disseram que a mulher não tem que ser retratada por “bela, recatada e do lar”, que fazendo isso a revista Veja quis fazer o elogio de uma mulher submissa ou coisa parecida.

Eis aí um erro crasso. Não um erro diante do que eu avalio ou quero. Mas um erro diante do que o próprio feminismo tem dito. Ultimamente o feminismo tem dito algo como “lugar de mulher é onde ela quer”. Bem, se é assim, se o slogan é válido, então Marcela Temer está usufruindo do feminismo, pois ela escolheu o lugar dela. A moça foi miss e fez a faculdade de Direito, conheceu Temer, se apaixonaram, se casaram e Marcela não passou a frequentar palanques, mas se recolheu ao lar porque realmente gosta de cuidar da casa.

Isso não quer dizer que Marcela vá fugir dos afazeres oficiais se for Primeira Dama. Talvez nem lhe seja permitido isso. Ou seja, Marcela está ocupando o lugar que ela quer, como o feminismo diz. Mas tem lá sua cobertura universitária, presença, beleza e recato que permitem que ela marque o trabalho de Primeira Dama com altivez. E isso, de nenhum modo, desmerece uma mulher que, como primeira dama, tenha outro perfil, desde que honesto e eficiente.

Marcela entendeu o feminismo. As feministas ou não entenderam ou então estavam mentido.

Na verdade, muitas feministas fazem como certos liberais tendentes à direita ou `a esquerda, que logo se esquecem de que são liberais e ficam só com a raiva que possuem quanto à regra da livre expressão. Querem uniformizar a mulher. Ou seja, a conversa da aceitação da diversidade vira mera retórica barata, pois a mulher deve é seguir pretensas vanguardas e pretensos modelos. Esse feminismo militante vira militarista. Se puder, compra até coturno para a mulher e a obriga a ser livre, ou seja, alguém que não pode ser recatada e do lar, aliás, nem bela.

Esse feminismo não aceita a diversidade. É inimigo de toda e qualquer mulher livre. É o feminismo excludente e, talvez por isso, tenha tanta dificuldade em conquistar a mulher brasileira. A mulher brasileira tem raiva do feminismo, do movimento feminista, mesmo quando abraça teses do feminismo.

Paulo Ghiraldelli, 58, filósofo

PS: fiz esse artigo bem fácil de entender, de modo que até a feminista militante possa ler, mas, aposto, aparecerão algumas que, mesmo assim, ficarão fazendo como o ursinho Puff, batendo na cabecinha e dizendo “pensa, pensa”, sem entender nada. Pensar dói a cabecinha delas. Tais tipos virão me xingar novamente. A estupidez cerebral cria mesmo esse tipo de mulher feminista bem conhecida das próprias outras mulheres.

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45 Responses “O Feminismo que não aceita a diversidade geme diante da beleza de Marcela”

  1. fabio josé
    27/04/2016 at 10:33

    O Brasil pós-pt tá muito chato… Os trapalhões, mussum bebendo cachaça, a narizinho do sítio tirando a roupa na playboy, as mulatas do Sargenteli, as garotas tuti-fruti, as garotas do fantástico, as pornochanchadas, a “modelo” que namorou o jogador de futebol e ganhou um programa de tv pra crianças, o fio dental… O Brasil sempre foi sinônimo de putaria e carnaval e as mulheres sempre usaram seu poder pra conquistar lugares dentro da sociedade… Elas inventaram o casamento, a pílula, o shopping center, o emprego, o dinheiro, a troca, usam o sexo pra crescer na vida… Pois quem manda são elas… Senão é estupro… Então mulheres, aproveitem seu poder!!!

  2. 25/04/2016 at 07:34

    Penso eu que seria uma matéria comum, sem rebuliço algum SE este casal não tivesse uma diferença de idade tão grande (50 anos de diferença).
    Se fosse um casal mais ou menos da mesma idade, não haveria motivo para mimimi… dá até para imaginar a matéria e considerá-la normal. Sem incômodos.

    • 25/04/2016 at 09:20

      Denise, a Veja acertou, além disso, toda primeira dama é uma forma de novela.

  3. Marilia
    24/04/2016 at 19:11

    Sou mulher e tenho duas filhas adultas, uma de 29 e a outra de 30. Todas nós trabalhamos e somos independentes, nenhuma de nós se sentiu ofendida pela reportagem da Veja. Nenhuma de nós se sente menos do que qq homem, apenas diferente.
    Não conheço nenhuma feminista, graças a Deus! Tenho dezenas de amigas, a grande maioria na faixa dos 60, bem resolvidas, muitas delas casadas e felizes. Nenhuma delas é submissa, mas todas repudiam esse discurso de quinta que a esquerda tenta implantar, com um certo sucesso infelizmente, no país.
    Ser bonita, vaidosa, bem tratada, bem vestida, ter marido, ser inteligente e ser livre para ser o que quiser… a esquerda não admite! Eu entendo, deve ser mto triste não ser nada disso, por isso os gritos e ataques à linda mulher do Temer!

  4. Alec Willian
    23/04/2016 at 15:16

    Qual é a utilidade de usar linguagem depreciativa para referir-se ao feminismo esquerdista? Se queremos educar, conscientizar e fazer pensar, que seja pela diplomacia, pela polidez nossa de cada dia. Certamente, mulheres que entenderam o verdadeiro feminismo merecem homens inteligentes, os quais, ao se manifestarem, não precisam recorrer às táticas que criticam. Saber falar é saber viver, pois nossas palavras revelam parte de quem somos.

    • 23/04/2016 at 16:34

      Alec William o feminismo de gente burra é coisa de gente burra.

  5. Wagner Santos
    22/04/2016 at 20:56

    Fica cada vez mais claro que, para esse feminismo: “lugar de mulher é o lugar onde o feminismo quer”. Lugar de mulher não pode ser, em hipótese alguma, numa reportagem da Veja.
    A Veja se transforma em um entidade monstruosa, capaz de escancarar e rir do lema que o próprio feminismo não consegue suportar. O ódio à revista serve para denunciar a insuportável contradição exposta a alguns, não todos.
    A militância não enxerga a contradição; enxerga o ódio à revista, apenas.
    Enxergada a contradição, aceito o erro, vencida a paixão ideológica, o monstrengo desaba e o feminismo respira novamente ar puro.

  6. John
    22/04/2016 at 18:56

    Paulo, por que quando é homem discordando, vc desce a lenha, mas quando é mulher, vc fica manso? Sexismo?

  7. AS
    22/04/2016 at 14:30

    Indevido não foi a colocação da revista, muito menos a interpretação das feministas; mas sim o fato de alguns simplesmente não aceitarem opiniões e posicionamentos diferentes. Na realidade, esse é o grande problema: Achar que só você pensa de forma inteligente e qualquer pensamento divergente do seu é completamente ridículo ou sem fundamentos.

  8. Bianca
    22/04/2016 at 11:09

    Lugar de mulher é na rua, lutando contra o patriarcado e o machismo.

    Mascus não passarão!!!

    • 22/04/2016 at 18:02

      Ha ha ha ha o mais engraçado é “lutando contra o patriarcado”. Feminismo virou ser rainha do jargão!

    • Marilia
      24/04/2016 at 19:18

      Lugar de mulher é aonde ela quiser estar, com quem ela quiser e da maneira e forma que ela escolher! Somos livres para escolher e não vai ser um discurso medíocre típico de pessoas mal amadas e mal resolvidas que vai nos intimidar.

  9. Renata
    22/04/2016 at 09:36

    Paulo, você e o texto tem razão em um ponto: se a mulher pode fazer o que quiser, ela pode ser bela, recatada e do lar. No entanto, para além disso, o que você fez ao longo do texto foi corromper o movimento feminista e usar a velha (e já vencida) tática de por uma mulher contra a outra. Já no título ele diz que as mulheres gemem diante da beleza da marcela, como se tudo o que envolve as mulheres girasse em torno de beleza e inveja. O que as feministas criticam não é a escolha dela. Pelo contrário! Eu li vários textos muito bons (e escritos por mulheres, que é quem vive isso diariamente, não esse homem que abordou de forma quase “desonesta” o tema, invertendo as situações como jogos bobos de palavras) dizendo exatamente isso: o erro da Veja não foi retratá-la dessa forma, porque pode ser que ela seja assim mesmo. O erro foi começar e terminar a matéria repetindo que “Michel é um homem de sorte” por ter ao seu lado uma mulher que a própria matéria descreve como submissa. A formação profissional dela é mencionada rapidamente, enquanto se dá destaque a quantas vezes ela vai ao dermatologista por mês. Dizer que o homem de sorte é o que tem uma mulher que se dedica a se manter bonita para ele é uma ofensa à igualdade, ao feminismo e até à dignidade da pessoa humana. A mulher pode ser o que quiser e estar onde quiser. O que ela não pode é ser tratada como um artigo de luxo. E, nesse ponto, as feministas estão cobertas de razão. Beijo.

    • 22/04/2016 at 18:10

      REnata eu defendo ofeminismo, mas não esse feminismo burro que se insurgiu contra a reportagem e que veio aqui me xingar. Olha: se fizer uma pesquisa sobre a descrição da Marcela por outras revistas, inclusive as não conservadoras, nos tempos anteriores, verá muitas semelhanças ao que apareceu agora.

    • Demótenes
      22/04/2016 at 21:16

      Paulo, você percebe o absurdo no discurso comum feminista quando nota-se quase sempre nos argumentos: – ” …O que não pode é …”, ” …É um erro tentar mostrar…”
      Percebe, Paulo, o quanto esse pessoal é cerceador do direito de pensar e se comportar? São tão tomados pela vontade incontrolável de rotular quem pensa minimamente diferente. São crianças não crescidas ainda, distantes da filosofia, uma pena.

  10. Orquideia
    22/04/2016 at 08:56

    Hum…

    …depois de passear em alguns sites que estavam falando no mesmo assunto,captei sua sutileza,prof.Ghi.
    Por enquanto nós mulheres podemos ter o “melhor” de todos os mundos,não?
    Isso combina com “sua” sociedade da leveza?
    Oxalá essa “sociedade leve” não feche as portas tão cedo,como certos parques urbanos fecharam.

    [ou quem sabe eu misturei os assuntos,nesse caso,desculpe o engano]

  11. Laura
    22/04/2016 at 06:39

    Coisa mais estranha é quando feministas querem impor um jeito de ser às brasileiras e ao mesmo tempo ao se depararem com o achaque das mulheres de alguns países, como os do Islã, diz que é cultural. Aí pouco importa o apedrejamento, a burka, a castração. Se é cultural, pode atingir a dignidade, pensam.
    Detesto essa tese seletiva e hipocrita.

    • Orquideia
      22/04/2016 at 08:15

      Laura,

      vc tem razão.

    • deonisio
      22/04/2016 at 10:23

      concordo plenamente contigo , nos últimos anos de pt, tentaram criar em todos uma conotação de quebrar nossa sociedade pela criação de estereótipos dos mais variados e terríveis, destruindo assim a simples liberdade ser.

    • Amanda
      22/04/2016 at 10:52

      Querida, se alguma feminista lhe disse essa coisa de ser cultural e se confirmou com isso, ela simplesmente não é feminista. Apenas cuidado para não confundir as coisas, pois existem pessoas que se apropriam destes termos e os usam de forma conveniente e ignorante, sujando assim o nome do movimento. O que as milhares do islã, por exemplo, vivem, é absurdo e necessita urgentemente de mudança. O que o feminismo traz é a liberdade e confiança para que a mulher viva a vida da forma como desejar. Seja no lar, como a Marcela Temer, seja trabalhando fora, seja do jeito que ela quiser. O feminismo traz a sororidade, a confiança, o respeito às diversas opiniões, à diversidade de corpos que não precisam estar no padrão imposto pela sociedade e retratado pelas revistas, o amor próprio, entre outros, e muitos vão deturpar o significado do feminismo, então cuidado para não cair nessa. Ele é importante nas nossas vidas, a mulher é antes de qualquer coisa, um ser humano, que tem direito de ser livre e fazer o que quiser dá própria vida.

  12. lee schuster
    22/04/2016 at 05:40

    Sempre tive receio do feminismo que não fosse para garantir direitos civis e políticos. Acontece que aqui na América do Sul, vivemos tudo em atraso. Movimentos deturpados por interesses duvidosos se apoderam de algo que foi útil na europa e américa do norte dos séculos XIX, XX e inserem no atual contexto, com uma roupagem obtusa. Países em desenvolvimento compram essas ideologias distribuídas por sociólogos que confundem questões de ordem como Violência Domèstica com Feminismo, não conseguem separar uma coisa da outra. A péssima informação acaba cooptando jovens desavisadas que, já bem doutrinadas com outras ideologias de cunho político acabam formando uma bomba relógio, e, naturalmente, se revoltando com a figura masculina. A cada dia vejo valores familiares sendo enfraquecidos, lares desfeitos e mulheres mais descrentes da importancia do relacionamento homem/mulher. Para esse feminismo ditatorial, é necessário que você se rebele, que mande tudo às favas porque homem não presta mesmo, são todos iguais, logo casar, ter filhos, formar sua família é coisa ultrapassada, então dar mais que chuchu na serra e dormir com qualquer um é legal, é certo é aprovado pelo nazi feminismo, pou feminismo pós/ultra moderno. Não se depilar também é muito natural, aliás, quanto tudo for mais natural melhor, inclusive a promiscuidade e homossexualidade mesmo você não sendo bissexual vale experimentar, tá na moda, tá valendo, tá legal. Tudo é permitido, incluindo o aborto, drogas, alcool, nunca as mulheres beberam tanto e fumaram tanto também, não é a toa que estão com a pele destruída aos 27, com cara de muito, muito, mais. Isso sem falar nas doenças venéreas e AIDS que não se consegue diminuir, só aumentam os casos na população mais jovem. E tudo isso em nome do que? Em nome da LIBERDADE, dos DIREITOS conquistados pelo FEMINISMO que te deu a chancela de ser um zumbi e não uma pessoa normal e saudável. Queimar sutiã? Não, a gente hoje nem usa mais, calcinha nem sutiã tia, pra que?

  13. Alexandre
    22/04/2016 at 03:56

    Paulo, como seu amigo, dica de proteção estomacal e bucal.

    Quando pronunciar o nome desse senhor, Márcio Tiburi, corra rapidamente até ao vaso sanitário, e sem medo de ser feliz, vomite o mais que puder. Não esqueça de dar a descarga. Vai sentir um alívio imediato.

    Muito importante também: escova os dentes com Listerine, excelente antisséptico bucal para proteção dos seus dentes. Bactérias tiburianas, além de nocivas, fedem.

    Acabei de receber um telefonema do amigo Vinícius, o de Moraes: “Pô cara, é tão simples, é só pedir perdão, beleza é fundamental”.

    Em tempo, se pegar algum livro dessa intelectuerda, lave em seguida as mãos com Protex, elimina 99,9% das podridões mentais.

    Um grande abraço,

    aos amigos saúde e prosperidade,

    ao inimigos, as feministas.

    • 22/04/2016 at 07:05

      Essa MÁRIA TIBÚRCIO realmente, Alexandre, é um desserviço à filosofia, talvez mais que o Pondé. A incultura não combina com filosofia.

    • Alexandre
      22/04/2016 at 10:45

      … e a narrativa limitada , aquele mantra político insuportável, todo previsível.

  14. lenarte
    22/04/2016 at 02:55

    sem duvidas é ela q lava e cozinha e lava as cuecas do temer tb kkkkkkkk

    • 22/04/2016 at 07:07

      Pode ser, Lenarte, Simone de Beauvoir lavava as do namorada e minha mulher também, e adora. Mas eu gosto mais de lavar as calcinhas dela.

  15. Bel Antunes
    22/04/2016 at 01:07

    Omi falando sobre feminismo!!! Migo, vc NÃO TEM AUTORIDADE PRA FALAR SOBRE FEMINISMO. Você NÃO É MULHER!!! Deixe que Marcela se defenda sozinha, já que ela escolheu estar onde quuer.

    • 22/04/2016 at 07:08

      Bel Antunes você nunca viu um homem em cima de você, só omi. É seu problema.

    • Walter Calienes
      22/04/2016 at 15:39

      Tem “feministas” que nunca apreendem o conceito do feminismo. Bel Antunez, seria bom que vai a revisar esses seus conceitos, está avergonhando as feministas de verdade.

      Ah! e se escreve “homem”, e não “omi”. Até eu como estrangeiro escrevo melhor que você.

    • Cida
      23/04/2016 at 02:13

      Walter: volta para seu país.

  16. Vítor Mazzuco
    22/04/2016 at 00:18

    O senhor acha que a fúria das pseudofeministas da internet tem uma explicação psicanalítica, originando-se diretamente do ressentimento do tipo “eu queria ser bela igual a Marcela, não precisar trabalhar e não ter que fazer militância em prol de alguma bandeira, por isso eu a odeio e tenho que falar mal da maldita reportagem da Veja, essa revista reacionária e machista”? Ou isso é algo raso demais?

    • 22/04/2016 at 07:20

      Vitor a Veja mudou de editor. O editor atual é bem mais liberal. Aliás, essa coisa de usar um único frame para entender a mídia é um erro. Esse é um ponto. Agora, o outro é que jovens adoram uma ideologia, ideologia mesmo, ou seja, a verdade que é mentira enquanto escancara verdade. E essas jovens são incultas, elas se agarram a teses da esquerda inculta pois é uma maneira de se acharem engajadas e donas de algum saber, sem precisar estudar. Ideologia sempre é algo fácil. Ninguém quer ler Simone de Beauvoir e compará-la com Marta Nussbaum. Querem apenas repetir jargões. Querem a leveza da formação que não forma. Só isso. Fazem parte dessa nossa época que colunista de jornal e piriguete do Saia Justa falam por aí aos cotovelos.

  17. Camila
    22/04/2016 at 00:16

    Acredito que o que é defendido pelas feministas não é que Marcela não possa ser bela, recatada e do lar, mas que a Revista Veja, ao expor em sua capa Marcela e salientar esses atributos, está idealizando um padrão feminino a ser seguido. Penso que no slogan feminista de que a mulher pode ser o que ela quiser Marcela está também contemplada. O que é defendido apenas é que não se use da mídia para buscar vender uma imagem de mulher ideal.

    • 22/04/2016 at 07:21

      Camila a Marcela NÃO pode ser descrita de outra maneira e assim foi descrita POR TODAS AS REVISTAS de esquerda também, quando Temer não era inimigo de Dilma.

  18. Du Leal
    21/04/2016 at 23:59

    Os memes que viralizaram na internet, e aí é um fenômeno de percepção coletiva indistinta( tenho amigos homens que tiveram a mesma percepção) criticam a revista Veja em sua mediocridade e numa matéria superficial, reacionária e conservadora. Se a matéria estivesse na Caras nem existiriam os memes. Ninguém, e aí as feministas e mulheres trabalhadoras , recatadas ou não deixaram claro, se importam com o que Marcela faz de sua vida. Penso que o filósofo deveria refletir sobre este lado. Veja digitalizou uma edição dos anos 50. Revista ruim é que escolhe mal seus articulistas e temas. A rede social responde mesmo. Viralizaram e com várias nuances. Não vi agressividade, vi bom humor, critica e reação geral à bobagem do tema

    • Du Leal
      22/04/2016 at 00:06

      A digitação saiu com erros. Telefone é difícil. Corrigindo. As mulheres recatadas ou não , deixaram claro, não se importam com o que Marcela faz de sua vida. A matéria foi pretensiosa é ruim. E como a rede é democrática viralizou e a reação foi coletiva. Este é o poder desta ferramenta…

    • 22/04/2016 at 07:22

      Du Leal a matéria é igual às outras, inclusive com os mesmos adjetivos, feitas pela esquerda, quando Marcela e TEmer eram cabos eleitorais de Dilma.

  19. samantha
    21/04/2016 at 23:47

    Muito bom! Eis o que penso, em resumo:

    Vem cá. Quer dizer que agora uma mulher não pode se definir como ela acha que é, por decisão pessoal de vida, e uma revista não pode repassar em sua entrevista o que a própria entrevistada falou, que começam as feministas de plantão com mais um de seus “mimimis” esquizofrênicos aportados no politicamente correto atual? Tenham a santa paciência. Esse pessoal é autocontraditório, não percebem que defender a liberdade da mulher inclui defender que ela possa ser e se comportar como queira, inclusive recatada, do lar, submissa ao marido, ou qualquer outro posicionamento que escandalize o politicamente correto feminista esquizofrênico atual?

    • 21/04/2016 at 23:51

      Samantha, tão simples né? Por isso eu falo, algo tão simples de entender as feministas tipo Márcia Tibúrcio não conseguem entender e teimam que, mesmo assim, são inteligentes.

  20. Letícia Alves
    21/04/2016 at 23:32

    Tá difícil mesmo! não aguento mais essas feminazi, querendo padronizar o que as outras devem ser ou fazer. Pqp deixa o ser humano ser o que quiser, não aguento mais isso. Patrulhamento nojento!

  21. Dona Lêda.
    21/04/2016 at 23:23

    Ah, se o Paulo soubesse que a maioria dos comentários rasos aqui são de garotas que nem sequer chegaram aos 25 ainda… e para se sentirem parte de algum grupo social, mais uma vez foram convocadas ao som das trombetas no quartel general do neo feminismo em algum lugar do mundo virtual para organizadamente vir se manifestar. Rss.

  22. Artigo super intgeressante, do Filósofo Paulo, parabéns, bjs

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