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18/11/2017

No que dá ocupar escola?


O que as ocupações podem mostrar à sociedade além do óbvio, que Alckmin está errado?

Mas há mais a se pensar sobre ocupação, além de aconselhar o governador. Veja:

O QUE OS ESTUDANTES das escolas paulistas provaram, e isso é que faz todo mundo ficar com pulga na orelha, é que as escolas tiveram mais aulas e mais atividades culturais quando ocupadas. Então, e se as pessoas começarem a ocupar os lugares que gostam, para cuidar. Se uma força timótica (como Sloterdijk mostra em seus livros) vier a funcionar, onde todos, de tanto orgulho de seus lugares, resolvam ocupar e cuidar deles, como fica? Uma utopia de autogestão começaria a valer! Um simples exemplo de umas escolas e eis que um país todo poderia aí ter um caminho de funcionamento. Por que não? Ah, sim, você acha que é necessário governante né? Sim: Lula, Dilma, FHC ha ha ha ha. Tonto. Aviso: Há ocupação agora na UERJ.

Paulo Ghiraldelli

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12 Responses “No que dá ocupar escola?”

  1. Camburão!
    03/12/2015 at 18:01

    Veja, é muito simples como uma conta de matemática de ensino primário.
    Alckmin quer PRIVATIZAR!, mas o Ghiraldelli não entende.

    • 03/12/2015 at 18:51

      Camburrão, tire o cam e você fica sendo o que quer ser. Aliás, voCê tem tanta compreensão disso que tem vergonha de colocar seu nome.

  2. 02/12/2015 at 23:16

    quantas gentilezas mútuas! e esnobismos diretos ou sutis….ai, brasil, morres a cada palavra violentada por bocas falsas! com o perdão da sinceridade, saudações!

    • 03/12/2015 at 08:48

      Cida seja clara, não sei a que se refere no artigo.

  3. Guilherme Picolo
    02/12/2015 at 08:15

    Um off-topic: olha lá a diferença entre a elite estrangeira e a nossa “elite” meia boca (“caboclos querendo ser ingleses”)…

    http://finance.yahoo.com/news/mark-zuckerbergs-wife-gives-birth-213244991.html

  4. THe loser.
    02/12/2015 at 00:39

    Balela, já caiu por terra isso.
    Os europeus sempre pensavam que as outras terras eram deles mais do que indígenas? E o que foi que fizeram pelo globo? Não existe cuidar do que é seu até que aparecem terceiros e dizem a mesma coisa, mesmo não tendo o verdadeiro sentimento protetor.

    • 02/12/2015 at 01:42

      The loser, mas que bobagem de postagem é essa, tem dificuldade de entender até vídeo? Putz! Bem, é um tipo como o Danilo Gentili “The Looser”.

    • Claudio Cesar
      02/12/2015 at 03:40

      Releve, é mais um órfão da Cosac Naify, apreciador da estética do livro estacionado.

    • 02/12/2015 at 03:48

      Quem, Claudio?

    • Claudio Cesar
      03/12/2015 at 00:08

      O Geraldo (comentarista)

  5. GERALDO
    01/12/2015 at 21:22

    Confesso a minha ignorância e também a do dicionário que consultei, uma edição antiga do Aurélio; por favor, o que significa “timótica”? Mas já que estamos nessa, sugiro a sua atenção à língua correta: as pessoas não “fazem” questões pois fazer questão significa exigir, e não, cf. o caso em pauta, crie ou pergunte ou ou ou . . . e aí fica a pergunta final: será que v é capaz de explicar as coisas reais e pertinentes? Como dizia o Arrelia: “Quem sodes vodes?”

    • 01/12/2015 at 21:55

      Geraldo, vem de thymos, aquela parte da coragem, da ira, do orgulho, da identidade, própria da psicologia antiga, platônica, quando não estávamos ainda divididos somente em razão e paixão, como é na tosca visão moderna. O thymos nos dá orgulho e identidade dizermos: isso não é meu, como propriedade, mas é meu enquanto aquilo que quero cuidar. Quero ser o mecenas ou o guardião disso, tenho orgulho de assim fazer. (Ira e tempo – veja esse livro de Sloerdijk, ou meus textos no blog).

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