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16/12/2018

2 Responses “Nazismo: a direita salvando o capitalismo a qualquer preço”

  1. Eduardo Henrique
    23/09/2018 at 13:52

    Concordo plenamente contigo Paulo!

    Penso que quem diz que o nazifascismo seja de esquerda não compreende conceitos básicos de política ou quer jogar a “conta pesada do fardo do fracasso” nos outros. O nazifascismo jamais poderia ser considerado de esquerda, pois os valores “absolutos” das esquerdas são a igualdade e a justiça social, coisas que os nazifascistas desprezam e odeiam.

    Vejo muitas pessoas falando em esquerda e direita e no desenrolar da conversa percebo que essas pessoas não entendem muito de política simplesmente porque não leem e nem procuram se informar, mas querem “debater” como se fossem filósofos ou cientistas políticos. Não que precisem ser formadas nessas áreas para poderem falar de política, mas pelo menos poderiam ser informadas (penso que isso seja o mínimo!).

    Penso também que nem se deveria falar em esquerda e direita, e sim em esquerdas e direitas (ambas no plural). E por quê? Por que não existe monolitismo em ambas.

    No campo da direita existe a direita conservadora que é formada por conservadores tradicionais defensores de padrões morais e socioculturais definidos onde não há espaço para diferenças, e na área socioeconômica são contrários as políticas de combate as desigualdades sociais. Já em sua ala extremista estão os nazifascistas e os fanáticos religiosos, ambos conservadores de extrema-direita, também defensores rígidos de padrões definidos e absolutos de comportamentos e moralidade, entre muitas outras coisas que foram expostas no vídeo (no caso do nazifascismo) e em outros artigos do blog.

    Existe também a direita liberal que é formada pelos liberais clássicos (tradicionais), pelos neoliberais (defensores do Estado mínimo) e pelos anarcocapitalistas que defendem a extinção total do Estado, propondo o livre mercado radical como o grande administrador da sociedade.

    Já no campo da esquerda temos a esquerda reformista formada pelos social-democratas, pelos trabalhistas e pelos liberais sociais. Todos os três propõem reformas sociais (cada um à sua maneira) visando a igualdade e a justiça social.

    Temos também a esquerda revolucionária formada pelos anarquistas e pelos comunistas. Ambos defendem uma revolução social redentora que transformaria radicalmente a sociedade extinguindo os Estados nacionais, a propriedade privada, as classes sociais, o trabalho assalariado, o dinheiro, etc, ou seja, defendem a formação da utopia da sociedade perfeita. Porém ambos divergem nos meios (caminhos) para se chegar a esse fim (a utopia).

    É claro que toda essa “esquematização” acima é “arbitrária” e sujeita a críticas, pois sempre há divergências sobre diversos pontos de qualquer argumentação.

    Forte Abraço!

  2. LMC
    22/09/2018 at 14:39

    Os mesmos que acreditam que o
    nazismo foi de esquerda,acreditam
    que o Foro de São Paulo existe,
    que,se Haddad ganhar,o Brasil vira
    uma Venezuela e também nos incas venusianos.

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