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18/10/2019

Massacre de Suzano: a seita dos Chans e o mundo das imagens


Não há dúvida que os assassinos do massacre da escola Raul Brasil, em Suzano, passaram pelo fórum virtual dos Chans. Trata-se de um grupo de anônimos na Internet que cultiva as armas, o “fazer justiça” e, enfim, a morte. Há vários desses grupos pelo mundo virtual, em todo tipo de língua.  Os estudos sobre esses grupos, infelizmente, é levado adiante, no mundo todo, principalmente por psicólogos. A tendência dos psicólogos, no caso, é a de reduzir a visão a questões de bullying, baixa estima, narcisismo, predisposições suicidas, descaso dos pais etc. A maior parte dos artigos vindos dessa área desconsidera o estudo histórico de grupos desse tipo e, pior ainda, não dão atenção para a própria estrutura dos fóruns, que são como que seitas organizadas.

Ações de ataques seguidas de suicídio são bem diferentes de suicídio solitários, de pessoas depressivas etc. Ações de ataques são feitas com objetivos grandiosos.

Em geral, o que se busca no mundo antigo, com tais ações, é a glória. Não é necessário, no caso, qualquer visão substancialmente transcendente. Basta que o nome seja inserido no panteão dos deuses. Mas não como uma homenagem individual que, afinal, não poderia ser observada pelo autor, pois este já está morto quando o respeito da comunidade vier a cair sobre ele. Trata-se, no caso, de não desobedecer aos deuses, cumprir seu destino, não deixar que se impere o caos. O cosmos precisa ser mantido. Ou seja, a harmonia tem de prevalecer. Quem nasceu para herói, então, que seja herói. Foi por isso que Aquiles voltou à Guerra de Troia, para cumprir seu destino. Não honrar a morte de seu companheiro, matando o adversário, seria tirar a Terra do seu eixo, seria fazer o Cosmos virar o Caos.

Mas como ocorre a glória, ou o que restou dela, no mundo moderno?

A visão moderna apela para a transcendência: Cristo se oferecendo na Cruz, os kamikases se jogando contra navios aliados e ganhando uma atenção do Imperador divino, os terroristas do mundo árabe atual se colocando a caminho das mil virgens, e por aí vai. Mas o que resta da glória, na comunidade dos Chans, nada tem de apelo ao transcendente. Nem se trata de uma volta à glória antiga. Não se quer passagem para o Céu ou outra vida, nem se quer entrar para o panteão dos heróis cultivados na memória dos que ficaram. É aqui que os estudiosos erram. Imaginam que com o movimento No Notoriety (sem notoriedade), eles podem barrar as ações dos Chans. Basta não publicar nada sobre eles, e então eles perderiam a motivação. Não é isso. Não se consegue barrá-los por meio dessa atitude. Pois os Chans não querem notoriedade pela imprensa comum, e nada querem a posteriori. Eles obtém a reverência necessária no exato momento apoteótico da ação. E isso, de maneira real. Pela profusão na Internet e perante outros Chans, das imagens de sua ação. Trata-se de espetáculo. Minutos antes do final da ação, na hora do suicídio, eles ainda olham a comunidade que já os glorifica, gritam por eles, transmitem as fotos em tempo real e os cultiva. Tudo é questão de minutos. Mas vale a pena. Pois a endorfina obtida ali é maior que um gol marcado, uma droga, um êxtase religioso ou um êxtase sexual. É na verdade um êxtase e um ecstasi (no sentido heideggeriano), ou seja, um gozo e também uma confluência do tempo, um acontecer que funde passado, presente e futuro num só ato. Isso é essencial para a glória moderna, que é glória individual. Mas, nesse caso, uma glória realmente vivida, sem apelo transcendental. Isso singulariza dos Chans e grupos similares.

Nada que se faça para barrar o aparecimento do feitos desses jovens na imprensa regular, mudará as coisas. A ideia dos Chans é a obtenção da supremacia. Portanto, prova-se para si mesmo que se é melhor que outros, tidos como melhores, exatamente pelo ato de matá-los, “fazer justiça”, e ultrapassar a morte pelo suicídio – os outros, os mortos ou feridos, correram, fugiram, foram covardes. O atirador se mata, em comunhão com sua arma, sua adoração. Morre completamente feliz. Não fugiu. Em um momento único, foi ungido rei. E sempre o será, pois a comunidade, nos minutos antes de sua morte, presencia todas as imagens e sabe que está diante de alguém que não voltou atrás. Que se impôs. Aliás, quando alguém está disposto a dar esse passo, começa a postar fotos referentes ao que vai fazer, denuncia o assunto, deixa claro para todos que algo grande vai ocorrer, que devem ficar atentos, pois a missão de bravura e supremacia está para acontecer. E acontece.

Todos os meus estudos sobre essas comunidades, de uns três anos para cá, me deram condição de ver essa regularidade de comportamento, e a regularidade da cerimônia instantânea de cultivo à gloria. Quando Bolsonaro cria, a partir do poder, o cultivo às armas, e quando a Taurus vê seu lucro crescer, essas comunidades ficam visivelmente excitadas. Jamais faltou nessas comunidades frase de regozijo com a morte da Marielle. Não por Marielle, mas pelo modo como ela morreu. Os tiros, a ação, a aventura – tudo isso encanta esses jovens. Mas os assassinos de Marielle não foram comemorados. Não se mataram. Não foram dignos. Isso, para os Chans, ficou bem claro. A família Bolsonaro é vista com bons olhos por eles, mas por estarem vivos, ainda são de segunda categoria, são covardes.

Paulo Ghiraldelli Jr., 62, filósofo.

42 Responses “Massacre de Suzano: a seita dos Chans e o mundo das imagens”

  1. Célia
    17/03/2019 at 08:23

    Olá professor, obrigada pela pesquisa e a crítica sobre o assunto. É bem complexo, pois abre um grande leque de possibilidades relacionado à atitude de muitos jovens. Trabalho como coordenadora e estou repassando aos professores , pois precisamos ver com um “olhar de
    águia” , o vício de alguns alunos, pela internet.

  2. Não interessa
    16/03/2019 at 15:51

    Pra mim são jovens depressivos que não são aceitos e reconhecidos como queriam pelos outros jovens. Então eles decidem que não querem mais viver essa existência medíocre. Mas simplesmente se matar não basta, eles morrem e os outros que os rejeitaram continuam suas vidas felizes e eles serão esquecidos pra sempre. Desaforo. Se for pra morrer será pra levar o maior número dos “desgraçados” juntos. De quebra entram pra história de forma a anular toda mediocridade de suas existências até então.

    • 16/03/2019 at 17:25

      Não interessa, olha, interesse-se, pois assim você melhora. Sua interpretação mostra desconhecer o que é depressão. Depressivo não sai matando ninguém não.

  3. 16/03/2019 at 09:10

    Ótima análise! Sempre desconfiei da postura barata da Psicologia, todo o comportamento esses “comediógrafos da alma (Arendt)” querem patologizar e claro encontra no átomo individual do sujeito a resposta!

  4. 16/03/2019 at 05:20

    Professor, é a primeira vez que me reporto a senhor e nao quero perder esta oportunidade de manifestar minha grata satisfação, de reconhecer em sua pessoa um dos luminares saberes do Brasil atual e de poder sorver de seu conhecimento! E, por assim, ver a Filosofia atuando com vigor e desembaraço eficiência e eficácia, para além da Cátedra, no seio da sociedade pos-moderna!
    E dizer-lhe, que tenho assistido muitas de suas análises e as vejo sempre clareza, imparcialidade, pontuadas com precisão cirúrgica, sem arrogância ou a desfaçatez de quem sabe muito (e assim o Sr. sabe!) e na linha de coerência com o propósito basico ao qual se impôs, de informar e esclarecer!!
    Mas o que me acabou me trazendo a esta manifestação hoje, foi o tema ‘a seita dos Chans’. Eu não sabia da existência dela e ouvi, hoje, agora há pouco, sobre a mesma em “live” ,do DCM. Mas lá, falava-se de passagem SOBRE ela(tudo bem!), mas em nenhum momento em COMO ela CONSISTIA e em QUE PARÂMETROS ‘surfava’. Assim, passei a querer saber sobre ela. Eis que, pouco depois, vendo as publicações do YouTube, dou ‘de cara’ com a sua “live” sobre o assunto. Não tive duvida, imediatamente, me pus a assisti-la! E, pra meu deleite, fui não só informado a respeito da seita mas, também a sabe-la, e bem! Muito obrigado! PARABÉNS por está sua EMPREITADA e pelo DENODADO EMPENHO com que se há, em prol de iluminar as mentes de parte da Sociedade que tem e terá acesso ao seu SABER!! Seja pelo SENHOR MESMO, seja por NÓS ou por ambos, POR FAVOR, SIGA EM FRENTE!!! Fraternalmente, meu abraço!

  5. Everaldo Barboza
    16/03/2019 at 00:10

    Com toda humildade do mundo, pergunto:
    O que quer dizer baixa estima?

    • 16/03/2019 at 10:02

      No jargão comum: baixa auto-estima, falta de amor próprio.

  6. Ronaldo Ângelo
    15/03/2019 at 23:00

    Paulo, tenho quase 50 anos, em minha época havia bullying mais duro que os atuais e não exista nada disso. Parece que eramos mais preparados ou inocentes mesmo. Só quero entender se pudesse explicar?

    • 16/03/2019 at 10:03

      Ronaldo, tenho 62 e digo para você que não víamos o que ocorria com quem sofria o bullying e não aguentava o tranco. Mas não pense que não teve gente fazendo barbárie por aí, por ter sido humilhado. Foi uma época dura. Nós éramos duros. Mas nem todos.

  7. vera bosco
    15/03/2019 at 23:00

    A tal cermônia instantânea de cultivo à glória equivale à catarse (individual) moderna?

    • 16/03/2019 at 10:05

      Não é uma catarse. É uma endorfinização. Uma glória não é uma catarse. A catarse traz vida

  8. Cesar Buno
    15/03/2019 at 22:45

    Muito bom o texto! Isso nos impele a uma análise sociológica dos chains enquanto um campo social, com suas hierarquias, e a doxa que une os indivíduos a ele. São espaços marginais, mas que diante o domínio do Estado por um “dos seus”, ganham solidez e praticamente viram uma instituição. São espaços que precisam ser combatidos pela inteligência policial, ao menos no curto prazo. Essa situação é muito preocupante.

  9. LMC
    15/03/2019 at 12:23

    Pro Paulo Augusto que escreveu pro
    blog:VAI TOMAR NO TEU RABO!!!!!!!!
    E obrigado pelo texto,PG.

  10. Leandro
    15/03/2019 at 10:55

    Se não tivesse, já pode se dizer “tradicional” cegueira dualista política do último paragrafo, seu texto seria o mais fantástico que encontrei sobre o assunto até agora.

    • 15/03/2019 at 11:45

      Leandro, leia dez vezes o parágrafo que não gostou, você vai entendê-lo. Acho que vai. Não tem nada de dualismo ali.

  11. andre ribeiro filho
    15/03/2019 at 10:41

    DESCULPA ESFARRAPADA….. ÔÔÔ Professor…. uma escola daquele tamanho… daquela importância….ela ocupava um quarteirão inteiro… se a gente analisar o quesito segurança…. ela estava entregue às baratas… não vou falar nem de policial militar ou de guarda municipal…. mas o que me impressiona negativamente nessa história…. é que não havia sequer um simples porteiro nessa escola…. em pleno horário de aulas…. e os psicopatas entraram nesse horário de expediente na maior tranquilidade…. e o segundo maluco… o filho da puta de 25 anos…. o retardado tinha um saco cheio de armas brancas…. e eram tão grandes que ficavam expostas…elas nem cabiam no saco…. até besta tinha… !!!!… ÔÔÔ Professor… o senhor é um profissional do ensino…. eu não quero fazer brincadeira com essa tragédia … longe disso… mas eu acho que até um elefante conseguiria entrar despercebido naquela portaria….é uma vergonha… mas o que me leva a escrever para o senhor foi o governador do estado se justificando… é a mesma desculpa de décadas… “”””que são mais de cinco mil escolas no estado”””” …. “””” e que não poderia botar segurança em todas…”””” … poxa… o cara é tão metido a ser moderninho… ÔÔÔ Professor…. baseado nessa impossibilidade alegada pela autoridade… eu fiquei pensando… em pensei em numa lista…. uma lista de lugares que esses malucos não conseguiriam entrar despercebidos com aquele saco infâme de armas…. vamos lá… 1 – em bancos (tem segurança)…. 2 – em todas as prefeituras do estado de São Paulo (tem segurança) … 3- em todas as câmaras de vereadores (tem segurança)… 4- em todos os supermercados (tem segurança) …. 5- na maioria dos prédios do estado (tem porteiros) …. em todos os terminais de metrô do estado (tem segurança)…. em casas noturnas (tem segurança)…. em batalhões da PM (tem segurança)…. em ônibus (tem motorista)….. em academia de ginástica (tem atendente)…. em hospitais (tem segurança)….. ou seja… a lista é extensa… devem ser mais de 30 mil lugares com um mínimo de proteção….de gente cuidando…. com a finalidade exclusiva de dificultar a vida de maníacos como esses dois… só naquela escola que não tinha ninguém…. ou seja… estamos fudidos….!!!

  12. Juno
    15/03/2019 at 10:05

    Você é o tipo de pessoa que não gosto, autoritário, arrogante, se acha o dono da verdade. O problema é que concordo com a maioria das coisas que os senhor diz, e já mudei de opinião algumas vezes ao ler seus textos ou acompanhar seus videos. Também passei a argumentar melhor e desqualificar os argumentos de bolsominions e fascistas de plantão, e tomei gosto pela reflexão filosófica. Obrigado, professor.

    • 15/03/2019 at 11:47

      Juno, não sou nada disso. É o meio que eu uso que me obriga a ser peremptório. Todos os textos são impositivos quando em blog e vídeo. O livro diminui iso, mas só a dialética ao vivo realmente tira essa impressão. Caso você possa ler a você mesmo, repare como você, falando o que falou na primeira frase, se parece com um doninho da verdade também.

  13. Jairdiota B Lixão
    15/03/2019 at 08:01

    Antes do Bolsolixo virar presidanta aconteciam muitas merdas que ele mesmo fazia, pois já era vivo e respirava pó

  14. Heloísa Helena Coleto Vieira
    15/03/2019 at 02:23

    Assiste ao vídeo sobre esse tema, e não compreendi o que o professor diz aos 14 minutos, sobre ascenção de “lucros ?!”. Não consegui entender a palavra que vem depois de “lucros”.

  15. Claudio França
    15/03/2019 at 02:02

    Parabéns professor! As suas análises e ensinamento têm me mantido lúcido diante deste festival de horrores do governo Bolsonaro e dos desastres que, na minha opinião, tem influência direta das últimas eleições no Brasil numa análise metafísica do que esta representou. Vamos pra frente!

  16. Paulo Augusto
    14/03/2019 at 22:19

    Ghiraldelli, sempre vejo seus vídeos, mas não te acho genial, te acho é ousado em suas críticas ao Bolsonaro e seus ministros. E fico vendo não para aprender ,mas fico vendo seu vídeos como um espectador que curte suas fofocas e ousadias , para ver até onde você ira e acho vc até muito corajoso. Cada ato que o governo de Bolsonaro dá, você imediatamente vem com suas críticas e esculachos e então venho assistir para ver a próxima esculhambação. Toda desgraça que acontece no Brasil atualmente vc liga ao Bolsonaro, até parece que antes de Bolsonaro não acontecia grandes desgraças no Brasil..

  17. Sebastião G. Sant`Ana
    14/03/2019 at 21:37

    Com muita tristeza estou vivendo um ciclo do mundo cão (novamente) pois no passado já tivemos outros ciclos catastróficos no nosso planeta não vou citar nominalmente governantes enlouquecidos, ditadores sanguinários, etc. Hoje temos um declínio das religiões, das famílias ausentes da casa (a trabalho profissional) das escolas falidas físicas, e estruturais. E a tendencia do banalismo da vida, agressividades, falta de ordem e respeito. Justiça enérgica, eficiente e rápida, que seria o clamor popular mais urgente.

  18. Maris
    14/03/2019 at 20:08

    Obrigada, professor! Minha filha de 19 anos conhece bem esses grupos, falou deles para mim há bastante tempo. Fiquei horrorizada e percebi triste, a ascensão desses jovens em seus delírios violentos.
    Obrigada pela sua sábia dissertação.

  19. Lúzcia
    14/03/2019 at 19:20

    Boa noite a todos, muito boa sua linha de raciocínio professor, sim, infelizmente há profissionais da área psicológica que precisa rever suas posturas diante seus pacientes, pois há uma gama muito grande de psicólogos e psiquiatras que não está dando conta de atender casos cada vez mais complexos e acabam por danar mais ainda seus pacientes, infelizmente. Mas será que o ambiente escolar tem parcela de culpa em casos como esse?

  20. Decio Hauschild
    14/03/2019 at 19:18

    Sempre aprendendo! Ainda bem que há pessoas esclarecidas e não simplistas!
    Por favor continue!
    Obrigado
    Abraço

  21. Maria Adélia Pellizzari
    14/03/2019 at 19:17

    Obrigada professor , raciocinio brilhante .

  22. Thiago Carlos
    14/03/2019 at 18:14

    Paulo essa questão do espetáculo e da ação momentânea que gera o êxtase me lembra o porque desses grupos gostarem tanto dos desenhos japoneses (animes e mangás);

    Eu penso que muito do espetáculo grandioso, com batalhas coreografadas e nomes de golpes esplendorosos nas lutas que acontecem nesses desenhos atraem muito o imaginário desses jovens.

    E a jornada que os personagens que aparecem nesses desenhos devem trilhar se tornam parte da inspiração que esses jovens possuem porque muito dos temas relativos à superação e obtenção da glória são explorados constantemente nesse gênero de animes de aventura e batalha

  23. Kátia Sueli de Sá Rodrigues Rodrigues
    14/03/2019 at 18:13

    Fantástico!!!! Professor estou divulgando seu trabalho para pessoas … que precisam se livrar das ideologias destas pestes que são os Bolsonaros …..Deus lhe proteja .

  24. Sandra Britto
    14/03/2019 at 17:37

    Melhor análise, você é fera

  25. 14/03/2019 at 17:33

    Parabéns, professor. Como sempre, és genial com seus comentários.

  26. Silvia Helena Tomatis Petersen
    14/03/2019 at 16:23

    Fantástico seu raciocínio. Brilhante.

  27. Silvia Helena Tomatis Petersen
    14/03/2019 at 16:10

    Ola parabéns professor por todo seu esforço. Contribuição singela: me parece que o senhor confudiu Ulisses com Aquiles. Grande abraço.

  28. 14/03/2019 at 15:44

    MATOU A CHARADA

  29. Ana Nery Borges
    14/03/2019 at 15:30

    Prof. Ghiraldelli, estou impressionada com, esse, fato desse seu artigo – a seita dos Chans e o mundo das imagens. Cuja ação desses grupos, sendo reduzida a questões de bulling, baixa estima, etc. Isso é muito sério e preocupante. Nunca pensei que fosse viver para ver / saber de fatos dessa natureza. Cada vez mais sinto falta de escolas de qualidade.

  30. Anna Karenina
    14/03/2019 at 15:24

    Fiquei literalmente estupefada com sua análise.
    Nunca olhei por este prisma, e achei sua argumentação bem baseada e com fundamentos sólidos.
    Estou cansada desses psicólogos “meia boca” que pensam que sabem tudo, e fecham uma narrativa analítica sem sequer pensar que possam haver outras maneiras de pensar. Sempre o “mesmo” da mesmice de sempre. Obrigada professor!?

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