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22/06/2017

Para ler Peter Sloterdijk: roteiro introdutório


Peter Sloterdijk nasceu em 1947 ao sul da Alemanha, quase na fronteira com a França. É hoje a principal figura filosófica do mundo germânico, dividindo com Rüdiger Safranski o posto de intelectual mais criativo da Europa na atualidade.

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15 Responses “Para ler Peter Sloterdijk: roteiro introdutório”

  1. Rafa
    15/03/2017 at 12:35

    Olá professor, como conseguir o seu livro sobre Sloterdijk?

    • 15/03/2017 at 17:36

      Pela editora ou pela Fran. Via Veritá ou pelo Facebook da Fran

  2. Miriam
    03/10/2016 at 22:20

    Paulo qual a implicação da frase: ” há informação” para Peter sloterdijk?
    Obrigada

    • 03/10/2016 at 23:29

      Miriam, assim isolada, não sei, dá o trecho por favor.

  3. Maximiliano Paim
    05/02/2016 at 17:22

    Então, a partir de Rousseau, se pode afirmar que, nessa sociedade da leveza, até mesmo o pensamento é um peso na medida em que se torna um compromisso de quem, por exemplo, tem a tarefa filosófica, apesar de ser uma suspensão, segundo a Hannah? E se pode talvez afirmar que a busca da felicidade do homem para Aristóteles se encerrou?

    • 05/02/2016 at 17:25

      O pensamento sempre foi um peso, não mais agora, onde se torna nutrido pela informação e não pela formação. Fui claro no artigo.

    • Maximiliano Paim
      05/02/2016 at 18:01

      Sim, claro. E a busca da felicidade? Ainda segue?

  4. Lívio Ferreira
    05/02/2016 at 00:25

    Paulo, quando você cita “religiões reparadoras”, imediatamente penso no exemplo do candomblé como uma religião deste tipo. Os negros africanos escravizados no Brasil, portanto desligados de seu “espaço de invernada”, transferindo “aquilo que viveram de bom para a nova situação, mas agora no âmbito da criação de uma imunologia simbólica e psicológica”. Assim podemos entender a religião (‘religare’) afrobrasileira como resultado do mecanismo de transferência?

    • 05/02/2016 at 00:53

      Religião reparadora é sempre a quer repõe, repara, reconstrói. O cristianismo é uma grande reparação.

  5. Micaías Souza
    04/02/2016 at 16:43

    Paulo, Quando li a parte da “Bastardia”, Francisco de Assis, lembrei-me de Thoreau, principalmente a obra “Walden ou A vida nos Bosques” que dá enfase ao seu individualismo autossuficiente e sua busca por simplicidade. E na outra obra “Desobediência Civil”, ele descreve o governo como uma “maquinaria complicada” e “uma tradição” (p. 8-9) e o povo estaria alienado ou, na terminologia do próprio Thoreau, ” […] os governos mostram até que ponto os homens podem ser enganados […] “. É possível conceber Thoreau como símbolo da bastardia? Há alguma ligação entre a subjetividade de Sloterdijk?

    • 05/02/2016 at 00:56

      Micaías tem tudo a ver sim. Isso vai se completar na individualidade de Rousseau, no texto Estresse e liberdade.

  6. Raimundo Marinho
    04/02/2016 at 13:58

    Mestre Ghi, boa tarde.

    Obrigado pelos textos.

    Quando sai seu livro (Peter Sloterdijk ) ?

    Obrigado.

    • 05/02/2016 at 00:58

      Tenho vários em projetos. Hoje uma editora me pediu um introdutório.

  7. João
    04/02/2016 at 12:17

    Uma pergunta paulo:

    Rorty seria um sofista contemporâneo ?

    Att.

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