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28/06/2017

Funk delicioso e Derrida! (ou o que é desconstrução)


Você sempre reclama que não consegue apreender o conceito de desconstrução de Derrida. Ao mesmo tempo, você vê que se fala de desconstrução prá la é prá cá. Você tem a sensação de que não sabe, mas sabe que os que falam sobre o assunto, teorizando demais, parecem não entender do que se trata. Aqui está um vídeo que apresenta, em uma situação prática de dança, a própria descontrução sendo realizada. Aprenda. Caso queira depois checar isso com teoria, recorra ao livro A aventura da filosofia, volume II, editora Manole. 

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7 Responses “Funk delicioso e Derrida! (ou o que é desconstrução)”

  1. Wagner
    23/06/2014 at 22:33

    Moça obediente à linguagem denotativa!

  2. Afonso
    23/06/2014 at 11:40

    Prof. teria sido um ato de “desconstrução” o de Daniel Alves quando lhe lançaram a tal da banana e ele a comeu (devolvendo-a a seu significante de mero alimento, desmetaforizando o significado racista)?
    As repetições de adesão deglutinadora que se seguiram, todavia, não entram nesse rol de (re)interpretações multiplicadas. Sei que já tratou de “Cada macaco no seu galho”… mas, quando li esse seu post, ocorreu-me essa questão. Abraço,

    • 23/06/2014 at 11:42

      Criar significados alternativos desconstrói?

  3. Thiago Carlos
    22/06/2014 at 14:09

    Esse seu comentário me lembrou desse vídeo do Rafinha Bastos, apesar de não gostar de tudo que ele faz, achei engraçadíssimo na época. Seria nesse sentido?

    https://www.youtube.com/watch?v=nXNY8r93NT8

    • 22/06/2014 at 15:12

      Thiago, é óbvio que não. A desconstrução não é uma piada ou uma descontextualização.

  4. 22/06/2014 at 12:52

    Prof. Nós podemos dizer que o humorista realiza a desconstrução quando induz a platéia a uma interpretação e no final da piada quebra com esta expectativa?

    • 22/06/2014 at 13:19

      Não! A desconstrução não é o inusitado ou a quebra de expectativas, ela é a mostra de que a semântica tão própria pode ganhar outro mapa. É um processo para lembrar o que Quine, com a linguagem da filosofia analítica, fez com o coelho: não há tradução, sempre há interpretação e se as multiplicamos, iniciamos a “desconstrução”.

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