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30/04/2017

Estupro e violência em geral – a lição da redescrição de Rorty


Campanhas como “contra a cultura do estupro” tem alguma utilidade?

Fazemos campanhas tolas do tipo “não mereço ser estuprada” ou “contra a cultura do estupro”. Ou então encerramos o assunto com a frase ridícula “é a sociedade machista e patriarcal”. Há se de pensar saídas filosóficas melhores. Richard Rorty tem algo a dizer nisso.

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14 Responses “Estupro e violência em geral – a lição da redescrição de Rorty”

  1. Isabel Cristina da Silva Teixeira
    22/06/2016 at 20:08

    Concordo que devemos mudar o tratamento uns para com os outros pois acredito que toda linguagem falada deveria ser polida, medida como a escrita.
    Quando estamos com raiva de alguém a primeira coisa que fazemos é xingar ao invés de nos acalmarmos , pensarmos e refletir no que devemos perguntar ou se queremos saber realmente.
    A falta de reflexão ou até mesmo a de pensar leva o Ser Humano as piores tragedia.

  2. Romildo
    30/05/2016 at 23:43

    Como vc é levado facilmente pela maré do senso comum, cara. Vc tá totalmente por fora da verdade, se informe melhor, não pela tv. Tem ‘prints’ de tudo o que ela tava planejado e já havia feito, não é fake. Tem colegas delas falando sobre ela. No máximo houve “estupro” de vulnerável( quando ela tava dormindo deram uma mexidinha nela usando as mãos ), “estupro” com aspas pq a Lei foi alterada ridiculamente em 2009, dando peso negativo a palavra. Um simples assédio físico pode levar qualquer maluquinho à cadeia por estupro e sofrer o pão que o diabo amassou. E as feministas querem mais! Esse caso só foi explosivo por causa da divulgação nas redes sociais, isso é mais comum que vc pensa nas favelas do RJ, e com CONSENTIMENTO de algumas dessas meninas que fazem competição entre elas e participam de orgias que te deixaria de cabelo em pé! Vc é do RJ e desconhece? Nesse caso ela ficou envergonhada por causa da família e rapidamente foi levada pelos movimentos feministas do bairro 4 dias depois a denunciar o suposto “estupro”.
    Resumindo: as feias feministas querem inibir a mulher de dar para mais de 10, 20. É SOBRE A QUESTÃO DA SUA liberdade como mulher, vadia, e quer punir o homem que vê essa mulher como objeto descartável, entende? É uma contradição esse movimento.

    • 31/05/2016 at 07:24

      Romildo, acompanharemos você na verdade. Vamos segui-lo e beber de sua sabedoria, o deus invisível.

    • Romildo
      31/05/2016 at 14:54

      Sim, não só a mim mas na imprensa também, mesmo ela sendo apressada em concluir hipóteses.

    • 31/05/2016 at 18:02

      Acho, Romildo, que o que lhe interessa é apenas culpar a vítima, sabia? No fundo, não é isso não?

    • Romildo
      01/06/2016 at 19:42

      Você acredita na tese de que 30 moleques premeditadamente raptaram e estupraram a suposta vítima? Eu acredito que somente houve assédio, no final, visto as imagens. Não se esqueça do papel da imprensa sobre a Escola Base nos anos 90.

    • 01/06/2016 at 20:02

      Romildo acho que você não entendeu que o problema não é este caso, e não prestou atenção em como estou tratando o tema: http://ghiraldelli.pro.br/delatores-ou-cidadaos/

  3. thiago leite
    30/05/2016 at 15:11

    Da forma que eu entendi, o uso de termos pejorativos podem levar a uma autorização pessoal para algum tipo de violência. É isso?

    • Matheus
      01/06/2016 at 20:11

      Thiago, acho que a questao nao é exatamente a linguagem, é um problema quase conceitual que se expressa obviamente atraves de palavras. O homem nao bate na mulher pq simplesmente a chama de “puta”, mas porque chama de puta e toda puta merece apanhar.

      Nada contra quem chama sua mulher de puta ba cama, e nao faz nada alem de amor com ela. O problema nao é a palavra em si, mas o que se associa à palavra, no caso, como se ser puta fosse inferior, descartavel.

    • 01/06/2016 at 20:40

      Não há um “problema conceitual”, não falamos por conceitos, há um problema semântico. Puta autoriza ações porque puta está inserida em narrativas em que puta é para tal coisa. O problema, colocado assim, segue o pragmatismo, e não um filosofia platônica, conceitual.

    • Matheus
      02/06/2016 at 10:55

      Obrigado por me corrigir, paulo, pq não sou filósofo, sou só leigo amante da filo mesmo…

    • 02/06/2016 at 10:57

      Não foi correção, Matheus, foi apenas um realinhamento para que a perspectiva da coisa fosse exibida. Nesse caso, por outra perspectiva, caberia falar o que falou, sobre conceito.

  4. Romildo
    29/05/2016 at 21:15

    Será que dr. Paulo, que se acha filósofo sabe que esse caso não passa de manipulação? Sabe exatamente o que está acontecendo ou só tá ligado na globo?

    • 29/05/2016 at 23:37

      Romildo só você tem o segredo sobre “o que está acontecendo”, nos nos achamos filósofos e não sabemos nada, muito menos “o que está acontecendo” ha ha ha

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About Paulo Ghiraldelli

Filósofo