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26/05/2019

7 Responses “Habermas e as energias utópicas da sociedade do trabalho”

  1. Zabala
    09/01/2019 at 19:29

    Que me desculpe o professor, mas esse texto de Habermans não é uma “boa narrativa”.

    • 09/01/2019 at 20:35

      Zabala em 1987 ele era das melhores, principalmente em relação ao que você não leu, como as utopias passaram a ser históricas. Um autor clássico deve ser lido com a paixão filosófica, não com pretensão de saber.

  2. Zabala
    07/01/2019 at 22:36

    Diante do apetite voraz do capital e sua sanha por flexibilização e desregulamentação, Habermas da tomado de fatalismo histórico de põe a exigir uma resposta da esquerda e dos críticos do neoliberalismo. Diante do força do capital e de sua capacidade de codificar e, a seu modo, atender as demandas produzidas no interior da cultura ocidental, Habermans entende ser o Estado de Bem estar social uma espécie de bloqueador da liberdade humana. Ao invés de fazer a crítica do rolo compressor, Habermans o toma como fatalidade histórica que condiciona e determina os limites e a validade da própria crítica. Hoje vivemos numa epidemia de depressão e suicídio, o planeta no suporta o projeto neoliberal e o professor aí d reitera o artigo infeliz de Habermans, o cara que passou a exigir da esquerda uma rápida adaptação ao rolo compressor. Não, meu caro! Habeas não foi capaz de repetir o gesto de seus ante essores e produzir uma crítica ao instrumentalismo de sua época. Quando esteve no Brasil, foi obrigado a reconhecer que su teoria do agora comunicacional não teria validade num país com mídia monopolizada. Professor, com todo respeito, fiquei com a impressão de que o senhor sugeriu esse texto como um lembrete da suposta incapacidade do pensamento progressista, dependente do modelo do Estado de Bem estar social, de se renovar diante das alterações estruturais do mundo ocidental. Se for o caso, lamento que o senhor ignore uma profusão de intelectuais e projetos filosóficos que dialogam com a derrota flagrante e a insustentabilidade “espiritual” do programa neoliberal.

    • 08/01/2019 at 04:03

      Zabala, sugeri esse texto porque ele é uma boa narrativa. Você o leu como texto militante, normativo, e reagiu assim também. Não é assim que a gente deve ler um texto desses.

  3. Carla Volhovade
    06/01/2019 at 00:07

    Olá, professor. Obrigado pelo seu trabalho na internet, crucial nesse momento que vivemos. Gosto muito de suas considerações sobre o comunismo/socialismo. Está circulando esse texto entre os da direita delirante. Se quiser comentar, seria muito construtivo. Obrigado. Abraço. http://www.puggina.org/artigo/puggina/o-socialismo-e-seus-farsantes/14474?fbclid=IwAR3M_XqE2E3VWvSeOYGo5LVE8uL1bfNajEB4aGm18wGdXmkHEs8tOA5q26M

  4. Tarentino Spinoza
    05/01/2019 at 18:09

    Professor, acompanho o seu canal no Yotube todos os dias e, sem querer irritá-lo, acabo de ouvir do seu desafeto, o “anão de jardim”(risos) que a Reforma Protestante, o Estado laico e o Iluminismo foram verdadeiras “catástrofes” da modernidade!

    • 05/01/2019 at 18:27

      Não tenho desafeto. Se fala do Olavo, eu o combato agora porque ele é um cara que não deu escola aos filhos, não fez escola e indica ministro da educação. Não dá. O Brasil não merece isso.

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