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28/06/2017

Marcela, xodó do Brasil. A empiria em educação confirma o senso comum


Claro que todo mundo está cético em relação ao governo Temer. Claro que há 13 milhões de desempregados como o grande legado do PT (e do PMDB e PP). Mas, se Temer conseguir uma pequena melhora nisso, e não cair no buraco negro (muito correto, aliás) da Lava Jato, ele realmente poderá usar o trunfo que tem em casa: Marcela. E que trunfo! Ela é ofensivamente linda. Ela é doce, é mãe e não perdeu a sensualidade. Fala bem, fala pausado, e fala o  que é correto. Duvidam?

Não escrevo aqui somente como filósofo e filósofo da educação. Falo também a partir da experiência pessoal.

Quando eu era garoto, na escola primária, a coisa que eu mais gostava era das chamadas “aulas práticas”. As normalistas ainda não formadas vinham dar uma aula especial, no lugar da professora. A professora não era chata ou muito velha, nem se vestia mal. Ninguém ousava naquela época aparecer sem salto em sala de aula e muito menos sem maquiagem ou brincos. Mas as normalistas era bem mais jovens. Eram moças de 18 ou 19 anos. Lindas, maquiadas, com um porte materno que nos agradava demais. Falavam de maneira doce. Não havia quem não prestasse a atenção. Quantas e quantas vezes não fiquei até tarde da noite fazendo tarefas que elas deixavam, e que jamais seriam cobradas, pois a aula prática era única, raramente tinha mesmo um retorno. Na verdade, a normalista tornou-se um personagem célebre da literatura mundial. Difícil não se apaixonar por elas, quando menino ou menina (as meninas adoravam segui-las como modelos de adultas).

Tanto nos Estados Unidos quanto na Alemanha e na hoje extinta URSS, entre os anos 20 e 50, surgiram pesquisas de todos os tipos, das mais diversas orientações metodológicas e doutrinárias, sobre o perfil do melhor professor para as crianças. A normalista, ou seja a moça vem vestida, de belo andar, misturando algo levemente sexy com a postura maternal, foi o perfil vencedor. Com ela na frente da classe, as crianças sempre aprenderam mais. Recentemente uma nova pesquisa americana, inclusive com feministas na equipe, voltou a confirmar o que se obteve em meados do século passado: mulheres mais bonitas (não há padrão de beleza gente, mas nós sabemos quem é bonito, não se esqueça disso!), mais jovens, cheirosas, de cabelos cuidados e maquiagem, capazes de falarem de modo suave com as criancinhas, conseguem dos alunos os melhores níveis de aprendizado, superiores a qualquer outro tipo de grupo consegue com as crianças. O mundo mudou, os pesquisadores mudaram radicalmente de postura e doutrina, as técnicas de pesquisa evoluíram e, no entanto, os resultados são bem semelhantes: a mulher jovem, bem cuidada e com o tal “instinto maternal” (sem discutirmos aqui do que se trata) foi feita para a atividade com crianças. Deus fez à mão esse produto. E deu função! Pode-se dizer assim.

Quando o Pitoko – que funciona como criança – encontra uma moça na rua, bem vestida e maquiada, ele pára e se deixa afagar. Mesmo agora, mais velho e com menos paciência para fans, ele tolera mais esse tipo de gente. Chega até a gastar um tempo com a pessoa, tirar uma foto etc. Ele gosta. Pitoko não tem “preconceito”, mas ele dá preferência para esse tipo de mulher.

A empiria tem nos mostrado que o magistério para a primeira infância não foi posto nas mãos de mulheres como uma “profissão que restou” ao “segundo sexo”. A empiria da psicologia tem negado a não-empiria da teses doutrinárias de uma sociologia que se diz de esquerda e se diz feminista. A mulher não está destinada a ter que ser bela, jovem, mãe e do lar ou da escola, onde repetiria ser bela, jovem e mãe. Não é isso. Não é um resto que sobrou para a mulher por conta da “sociedade patriarcal que impõe as desgraças da ditadura de gênero”. Não! A empiria tem mostrado que há uma performance cognitiva e emocional, alcançada pelo filho do homem e da mulher, pelo filhote humano, que assim se faz por conta de termos acertado em por nas mãos da mulher, e desse perfil de mulher, nossa Escola Normal. No mundo todo é assim! Não é por isso que vamos dizer que a mulher tem por natureza esse destino. O que temos de notar é que nesse destino ela acerta mais que qualquer outro humano.

Marcela tem esse perfil e falou corretamente o que falou a respeito de desenvolvimento cognitivo de crianças. Ao tomar posse  no cargo que lhe é de obrigação, foi melhor que a encomenda. Se Temer se sair bem, ele poderá legitimamente usar Marcela como fachada legítima do governo. Torço para isso. Torço para que dê certo e que ela lá, na função, faça bom desempenho. Até porque a beleza da Marcela nos faz torcer mesmo pelo governo. Mas, claro que também torço por mim mesmo, ou seja, se esse governo falhar, não sei se podemos aguentar uma crise mais profunda. Só as bestas torcem contra, na atual situação (torcer não quer dizer se abster de crítica!).

Paulo Ghiraldelli, 59, filósofo.

PS: Toda essa minha explicação, eu sei, não vai convencer o petista e a feminista cabeças oca; mas, cá entre nós, ninguém mais liga para esse pessoal. Ou melhor, Moro liga. Ele até quer alguns junto dele, lá em Curitiba.

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11 Responses “Marcela, xodó do Brasil. A empiria em educação confirma o senso comum”

  1. Idália
    10/10/2016 at 10:28

    Bom dia Mestre!

    Pode até ser que não entendam o texto, mas que é dez, ah! Isso é! Gostei!

  2. Luciano
    07/10/2016 at 15:26

    O congelamento de gastos e investimentos públicos por 20 anos ta a um passo de ser aprovado. Paulo, vc servidor público aposentado, se hj não consegue chegar ao final do mês daqui uns 10 anos não vai chegar nem na metade.

  3. manderlay
    07/10/2016 at 14:32

    Confesso que não entendi a idéia. Deixando o moralismo de lado, seria então a educação uma forma de condicionamento pavloviano pelas pulsões libidinais?

    Por outro lado, e para não ficar no mero cinismo, devo dizer que “O Livro do Travesseiro” de Sei Shônagon expressa:

    “O monge que se encarrega do sermão, que este seja bonito. É quando fixamos o olhar en seu rosto que sentimos a preciosidade do sermão.”

    O filme homônimo de Peter Greenaway é (tenuemente) relacionado com o este livro notável, do qual a Ed. 34 lançou uma ótima tradução um par de anos atrás.

    • 07/10/2016 at 17:09

      Manderly, na tradição ocidental seria o livro de Platão, do erotismo. Mas, no caso, nada disso, apenas empiria relatada.

  4. Luciano
    07/10/2016 at 13:38

    42 anos de diferença. Muito mais que o dobro da idade. Como diria o poeta, quem gosta de pau velho é cupim. Essa aí num engana ninguém não hahaha

    • 07/10/2016 at 13:40

      A esposa de Chaplin tinha essa diferença. A minha tem 30. Você gosta de pau novo, nem eu, nem Chaplin e nem Temer podemos satisfazê-lo.

    • Luciano
      07/10/2016 at 15:10

      Aos 19 laçou o bisavô ricão sexagenário. É puro amor.

    • 07/10/2016 at 17:08

      Luciano, você pode achar o seu homem rico também.

  5. João Paulo
    07/10/2016 at 13:18

    Paulo, quando você diz não saber se aguentaríamos uma crise mais profunda, o que quer dizer? O que é não aguentar?
    Quanto a Marcela, é irresistível mesmo. E o Pitoko sabe das coisas, né?

    Abraço

    • 07/10/2016 at 13:41

      João Paulo, você aguenta? Eu não! Você está conseguindo fechar o mês?

    • João Paulo
      08/10/2016 at 10:26

      Tá foda.

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