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11/12/2018

A fase anal diante de Bruna Marquezine


Já vi atrizes andando praticamente peladas na rua e recebendo elogios carinhosos, de admiração, vindos dos mais pobres. Já vi atriz pornô dançar eroticamente para uma massa de presidiários sem receber qualquer agressão. Nunca tinha visto, a não ser na escola dos ricos, um rapaz soltando seus flatos no rosto de uma atriz, de uma menina.  Ocorreu! E o rapaz filmou isso!

No Brasil os ricos nunca foram tão educados quanto se imaginam. Uma parte grande deles nunca fizeram outro papel que não o de filisteus da cultura. Tanto é que existe aqui entre nós alguma coisa que soa ridículo: Casa do Saber, um tipo de autoajuda sofisticada para rico burro. E mais, sabemos bem que a famosa mentalidade que regia as escolas particulares do passado, do “papai pagou passou”, ainda funciona. Sabemos também que boa parte de nossos ricos dão festas e chamam artistas para simplesmente transformá-los em bonecos ou bobos da corte, e fazem isso também com filósofos e escritores. Há a ideia generalizada entre os ricos que “mulher de teatro e TV é puta”, do mesmo modo que professor universitário deve ser visto como “fofo excêntrico” e “tolo”. A cultura é alguma coisa que, não raro, o rico odeia. Quando diz gostar, em geral o faz segundo um crivo que é aquele do filisteu da cultura, bem delineado por Hanna Arendt.  Nessa Copa, tudo isso está vindo à tona.

Por quê? Porque o rico saiu de seu casulo e se apresentou na arena popular: os estádios. Claro que não vieram por amor ao esporte. Vieram porque só vão para lugares em que há reservas para eles e onde há a garantia que o pobre não entrará, e principalmente o negro. Lula e Dilma ajoelharam-se diante da FIFA e então, com isso, garantiram aos ricos uma Copa aqui no Brasil, só para eles, os ricos. Estádios novos para novas pessoas. As outras pessoas, como bem mostra o desenho animado de abertura dos jogos na TV, ficam de fora, nas favelas, lá do alto, apenas vendo a luz dos estádios. O subconsciente do artista dessa peça de abertura da Copa funcionou a todo o vapor!

Voltemos ao ponto: já ocorreu de tudo nessa Copa, por obra dos ricos. O xingamento da presidente e a vaia na hora que os torcedores chilenos cantaram o seu hino. Agora, mais uma novidade: o rapaz que conseguiu a permissão gentil da Bruna Marquezine para uma foto, filma a reação dela ao que ele mesmo chamou de “peido na cara”. Que cena degradante, principalmente pelo tipo asqueroso do moço, algo parecido com o rosto daquele rapaz da Veja, que mesmo quando toma banho parece seboso.  É o fim da picada.

Esse rapaz é um comediante? Não! Ele é um escritor? Não! Ele é um “youtuber”? Não! Ele é um nada, e não obteve nenhum êxito na vida com nenhuma parte do seu corpo, então recorreu ao único instrumento que tinha, como as criancinhas, para chamar a atenção: o esfíncter. Ficou sim na fase anal. Seu prazer é o de reter e soltar. Sua idade mental é a da criança da fase anal. Todavia, sua idade cronológica é a de um adulto e, não sendo profissional do escracho, ele quis ser o escracho.

Pessoas assim lembram os alunos de universidade pública protestando contra professor de forma desrespeitosa, chegando ao ponto de defecar sobre a mesa de laboratório e de invadir aulas, inclusive aulas que tinham estrangeiros falando, para fazer imperar a barbárie. São os ricos. Eles não são de direita ou esquerda, eles são apenas retardados mentais, mas com um detalhe a mais: a maldade, o desrespeito.

O Brasil descuidou de sua educação pública a ponto de ficar nos últimos lugares do PISA. E isso porque paga 9 reais a hora aula. Agora, o Brasil descuida de todos os que podem pagar escolas, pois os coloca em instituições que são avisadas, antes, que terão de se corromper e deverão aceitar de tudo.  O resultado é isso que vemos aí com o tonto que ofendeu Marquezine. Caso você procure bem, vai encontrá-lo maltratando cães e chutando mendigos. Há gente letrada que apoia isso. Eu não.

Paulo Ghiraldelli, 56, filósofo. Autor de A filosofia como crítica da cultura (Cortez)

Post scriptum. Algumas pessoas ficaram profundamente incomodadas com a palavra “ricos” no texto. Elas são as defensoras dos ricos, como se rico precisasse disso! Não se deve ler um filósofo imaginando que ele é um bobo. Nenhum filósofo é bobo.  O “rico” do meu texto está bem descrito e circunscrito (como filisteu da cultura). Ele é definido logo no primeiro parágrafo, e qualificado nos dois seguintes. Mas hoje em dia, por falta de leitura, muitos não estão acostumados a ler textos feitos por filósofos, e apenas entendem palavras isoladas. Olham e enxergam a palavra rico, e aí não leem mais o que faz a palavra rico no texto, ficam só com “rico” na cabeça, aquilo que precisam defender. Todavia, quem fez uma boa escola básica, lerá o texto é verá que os ricos estão circunscritos e exemplificados no texto. Talvez o nome melhor fosse, caso eu não estivesse escrevendo e sim falando no bar, “o estilo novo rico”. Mas no texto escrito, do modo como ele está escrito, é o rico do estádio, este rico. Dá para entender lendo o texto do modo que o texto demanda. Volte lá e leia corretamente agora, vai entender.

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43 Responses “A fase anal diante de Bruna Marquezine”

  1. Sylvana Kelly Marques da Silva
    18/04/2018 at 18:49

    Muito bom o seu diálogo Professor. Coloquei no google mal estar na civilização e parei no seu texto sobre o coito anal, logo, parei nesse texto aqui. Realmente o que chama a atenção em alguns comentários é o fato dos comentadores não conseguirem apreender a sua colocação por mais clara que ela esteja, conceituada, explicitada e repetida. É absurdo e preocupante casos de leitura como o do Philip, da Camila, da Maria Júlia, etc., que vem em defesa de algo que não foi dito. O pior é o ataque… Parece que posso ver esses rostos inflados da ejaculação precoce: “PROFESSOR VOCÊ TEM PRECONCEITO COM O “RICO”, VOCE É LIMTADO, ESTÁ ERRADO…” E, aí????? Como dormir com uma dessas????? Se você escreveu em bom português que não está tratando de um indivíduo cheio da grana, mas sim esta dialogando com um conceito, como dizer de outra forma???? Você vai precisar desenhar, fazer malabarismo, tentar libras, como você poderá explicar??????? E quanto mais você explica do que não trata, mais eles voltam batendo em cima do que não é! Triste Demais. Gostei bastante, lerei outros textos e usarei na minha aula de sexta-feira essas três pérolas Camila, Philipe e Maria Júlia como exemplo de leitures apressados, que não conseguem apreender o que foi lido nem quando é colocado a tradução do português para ajudar.

    • 18/04/2018 at 19:12

      Sim Kelly, use em aula. Os estudantes não aprendem as diferenças entre gêneros literários e também não aprendem a pensar com conceitos. Resultado, não pensam. E aí não leem e não escrevem.

  2. Eduardo Galeano
    12/07/2014 at 11:37

    Fez pouco… deveria ter cagado na cara dela! 😀

  3. 04/07/2014 at 21:01

    Paulo Henrique, a referência do texto para o filisteu da cultura é Arendt, como eu me apropriei dela no livro A nova filosofia da educação (Manole), escrito junto a Susana de Castro. Dê uma lida.

  4. Marcus
    04/07/2014 at 02:17

    “com o rosto daquele rapaz da Veja, que mesmo quando toma banho parece seboso.”

    Isso foi pra alguém em especial? Ou só um estereótipo.

  5. Felipe Morais
    03/07/2014 at 17:30

    Não entendo o porquê de tanta balbúrdia quanto ao termo “ricos” no texto. Na segunda frase do texto está bem claro que não são todos os ricos, mas sim “uma parte grande deles que nunca fizeram outro papel que não o de filisteus da cultura.”. Logo, vê-se que não há generalização nenhuma. Ou então, eu também não sei ler.

    • 03/07/2014 at 17:43

      Felipe, mesmo que não houvesse a frase, ainda assim, seria uma espécie de sinédoque. Como quando dizemos “carioca é malandro” ou “nordestino é cabeça chata”.

  6. MARCELO
    02/07/2014 at 15:44

    Sabe o que ouvi essa semana no
    rádio?Aquele tal Leão Lobo dizer
    que as crianças que agridem
    professores são assim porque
    assistem desenhos violentos
    na TV.Ele não é Leão Lobo,é
    Leão Burro!

  7. Valdério
    02/07/2014 at 12:34

    Paulo,

    Quero apenas elogiá-lo pela paciência com alguns comentários, em que você ainda encontrou tempo para ensinar (a explicação para a maior parte da confusão dos leitores menos esclarecidos está lá, de modo bem educado, na sua resaposta à Camila, só não entende quem não quer).

    Você não tinha tanta paciência antes.

    Acredito que uma decisão inteligente para muitos seria aceitar o desconhecimento sobre o assunto e tentar aprender sobre ele (conforme você sugeriu naquela resposta).

    De resto, gostaria que você não sugerisse que determinadas pessoas tentem escrever e publicar, pois isso é bullying!!! Se não é com ela, que não entendeu a ironia, é com letrados próximos a ela que, não sabendo a motivação inicial, vão se desesperar com a iminente degradação do mercado editorial.

    Abraço.

    • 02/07/2014 at 17:30

      Valdério, tenho paciência sim, e muito mais antes. É que você não pegou no início e meio de carreira. Agora é que estou sem paciência. Não veio com agressão, eu explico.

  8. Raimundo Marinho
    02/07/2014 at 12:09

    Mestre Ghi;
    Pela reação da Marquezine, o “Zé Flatulento” comeu urubu com chicória e pensou alto demais; só pode. Posso repassar esse texto ?

    • 02/07/2014 at 17:31

      Não só pode como deve, obrigado! Ah, não esqueça de mencionar a burrice do cara. A foto com a Marquezine dobrou de preço, ela não fotografa por menos de 500 mil reais. Ele teve de graça e jogou fora. É mal educado e burro.

  9. Fernando Veras
    02/07/2014 at 09:54

    No Globo Esporte o autor do vídeo mencionou que não soltou nenhuma flatulência na frente de Bruna Marquezine, que ele fez o vídeo apenas para mostrar que estava perto dela e ela percebeu e deu um tapa pedindo para não filmá-la. A mão na boca não era por odor, mas porque estava tensa devido ao jogo. O vídeo que ele produziu mandou pelo whatsapp e a partir daí começaram a repassar com as mais variadas explicações e a pessoa que o publicou em redes sociais públicas informou isto. É preciso tomar cuidado antes de produzir conteúdo na internet, não podemos simplesmente opinar por algum viral sem conhecer o verdadeiro autor do conteúdo, criticar baseado apenas nos compartilhamentos do Facebook ou Twitter é arriscado. Não buscar outras referências sobre o mesmo caso também!

    • 02/07/2014 at 11:11

      Fernando isso que você disse vale exatamente PARA VOCÊ. Eu conversei com a própria. Minha fonte não o diz que diz. Outra coisa, você mesmo poderia perceber que ela o empurrou com a mão no nariz. Acho que realmente você não sabe quem sou e não sabe nada de mim. Nadinha, por isso, está perdoado.

  10. Camila
    01/07/2014 at 23:15

    Concordo parcialmente com tudo o que foi dito.
    Não acho que isso seja um problema/culpa exclusiva dos ricos, considero uma opinião amplamente generalista.
    Criticamos tanto a sociedade em que estamos inseridos, o consumo excessivo, o desrespeito do futebol brasileiro na Copa, etecétera, etecétera. E isso vem de pessoas com pessoas advindas de diferentes classes sociais.
    Agora, culpar ricos pelas suas atitudes pelo simples fato de serem ricos… Não faz o menor sentido pra mim. Alienação é alienação, falta de respeito é falta de respeito, independente da classe social.

    • 02/07/2014 at 02:10

      Camila você é jovem e então não entendeu a palavra “ricos” no texto. Ou não tem experiência de leitura para tal. Vou lhe dar uma chave: a generalista é você, eu não, pois os ricos que citei são os ricos do texto, não outros. E os ricos do textos são bem qualificados, estão presos às qualidades do texto. Eu sei que a palavra rico incomoda, do mesmo modo que incomoda “os pobres”. Mas o texto diz quem são os ricos. Leia de novo e irá notar. Para ler um filósofo não devemos nunca achar que ele é um bobo. Por exemplo, você sabe o que é filisteu da cultura segundo Arendt? Então, se tivesse atentado para essa descrição, entenderia tudo, e saberia quem é o rico de que falo.

  11. Philip
    01/07/2014 at 17:39

    Sua ideia não começou mal, mas ao desenvolver o texto jogando a culpa somente nos ricos, você se perdeu e errou.

    Não dá pra tirar a culpa de quem errou nesses sentidos. Aliás, todos deveriam ser punidos.

    Mas você não pode esquecer de que a educação dos “não ricos” está péssima, graças a uma sucessão de desgovernos. Vemos frequentemente vídeos em escolas de periferia onde alunos brigam dentro das salas de aula, agridem professores, ameaçam professores de morte caso não os deem nota, e por aí vai.

    O problema está nos ricos, nos pobres, na classe média, e em todos os lugares. Não dá pra fechar os olhos e prestar atenção apenas no que lhe é conveniente.

    É preciso uma urgente mudança em quem está no poder. Não só na presidência, mas se faz necessária uma mudança também nos que vêm abaixo dele. E precisamos de novos candidatos, também, porque os que estão aí já provaram que não são os que levarão o Brasil realmente para o progresso.

    • 02/07/2014 at 02:06

      Philip se o seu problema é o de defender os ricos, fique tranquilo, você não tem problema. Mas acho que você não pode entender o meu texto. Ficou aquém da coisa. E o fim do seu texto mostra isso. Você é apenas um cara que acha erro no governo, talvez no PT. E esse tipo de gente, que vive de política do PT ou PSDB, não tem como ler meu blog, que é de filosofia. De resto, leia a resposta que dei para a Camila e servirá para você.

    • Philip
      02/07/2014 at 09:59

      Aí vemos que você erra duas vezes:

      – Acha que só os ricos são o problema;
      – Acha que quem não gosta do PT, gosta do PSDB, ou vice-versa. Esse é um dos pré-julgamentos mais chatos que existem hoje em dia.

      Achar que o problema é de um lado só, no mínimo significa que você ou só enxerga as coisas da maneira que lhe convém, ou que vive em um mundo paralelo.

    • 02/07/2014 at 11:11

      Philip você não conseguiu entender. Mas pode ler de novo. Veja a resposta que dei à Camila e verá que “os ricos” não são tomados no texto em geral. Sobre PSDB e PT é a mesma coisa o raciocínio. Você pode entender. Um pouco de esforço na segunda e terceiras leituras e vai dar prá você. OK? Tente. Caso não dê, faça uma quarta leitura. Vai tentando.

  12. Ricardo Lopes
    01/07/2014 at 09:02

    Não é preciso tal fato para vermos que vivemos em uma sociedade degradada e de uma educação nível “zero”. As pessoas, cada vez mais, mostram o seu desrespeito para com os outros e isso independe de classe social. Educação, hoje em dia, é algo retrogrado, em desuso, quase que uma falta de respeito. Não fazendo apologia à violência, mas antes das tais repreensões às palmadas ou aos castigos, as pessoas tinham o mínimo de consideração e/ou tato ao lidar com seus próximos.
    Nesses dias em que qualquer bobo ou autor de baboseira é popular na internet, conseguir os 5 minutos de fama é um trofel, infelizmente.

    • Ricardo Lopes
      01/07/2014 at 09:17

      Corrigindo: Troféu

    • 01/07/2014 at 09:26

      Ricardo eu lhe garanto que a sociedade nossa era violenta no passado e que as palmadas só pioravam as coisas. As estatísticas não confirmam essa sua tese.

  13. Wagner
    01/07/2014 at 01:18

    Infelizmente, pessoas como esse rapaz têm um círculo de aprovação que pode ser comparada a uma doença social autoimune. Há um público e há aplausos, infelizmente. Um dos riscos de uma educação “para o mercado” é exatamente a proliferação destes tipos, já que a visão de sucesso não implica cordialidade e educação.

    • 01/07/2014 at 09:27

      Wagner o mercado não é culpado disso, ao contrário, uma educação para o mercado veio para civilizar as pessoas. Você está errado nessa sua tese.

    • Wagner
      01/07/2014 at 20:55

      Os resultados são notáveis!

  14. maria julia
    30/06/2014 at 22:37

    Caro Paulo,
    O senhor que provavelmente deve ter lido inúmeros títulos de autores que realmente fizeram diferença no mundo. (Muitos aos quais morreram por pensar de uma forma fora do padrão que não “condizia” com as “regras” da época). Como o senhor pode generalizar de uma forma tão rasa, diferenciando classes (veja bem: Aqui não importa quem é rico, pobre, classe média) O que realmente importa é o nível de imbecilidade que se tornou o palco dos jogos da Copa. Ou o palco da FIFA, ou oque o senhor gostaria de chamar.
    Como o senhor mesmo começou em seu texto “Já vi atrizes andando praticamente peladas na rua e recebendo elogios carinhosos, de admiração, vindos dos mais pobres.”
    ATRIZES ANDANDO PRATICAMENTE PELADAS NA RUA é oque temos, 80% do conteúdo da tv aberta gira em torno da COPA (e isso engloba atores, atrizes. Interpretando uma “Ofélia” ou um “Hamlet” ? NÃO. Apenas sendo vistos em… Brindando com… Postando foto em motel com…) e como não tem “carne” o suficiente para matérias que “cubram” nossos olhos diante de BARBARIDADES feitas (no passado, presente e futuro) por nosso querido governo,injetam “esterco” para preencher essa linguiça. Desculpe mas o buraco, meu caro senhor, é BEM mais embaixo…
    A imbecilidade e alienação, meu caro, romperam as barreiras sociais. E ai vamos a grande questão: Educação.
    Por que, afinal, educar e investir em cultura? Para o povo, o trabalhador seja ele rico ou pobre, pensar? Nããão…
    E não acho que quem tem “meios” para estudar em instituições pagas estejam isentos de alienação e imbecilidade. Afinal, até nas escolas mais caras de São Paulo, não se é ensinado “pensar”. Se é ensinado a ser oque se espera para entrar em uma Universidade, e nesta oque se espera para garantir um bom emprego ( salvo instituições e cursos que realmente ensinam a “sair da caixinha” ).
    Só para concluir, oque eu vi naquele video, não foi nada mais que o resultado desse grande circo que esta o Brasil.
    E sua “conclusão” a respeito é rasa.

    • 01/07/2014 at 09:30

      Dra Maria Júlia, sua genialidade nos deixa boquiaberto, vamos correndo comprar seus livros.

    • maria julia
      02/07/2014 at 00:50

      Se eu publicasse algum ( quem sabe em um futuro próximo) não seria com intuitos egocentricos, pode ter certeza, senhor Ghiraldelli. De qualquer forma, te chamo para a tarde de autógrafos. Fique com Deus.

    • 02/07/2014 at 02:03

      Ah, Maria Júlia, não publicou? Mas nossa, com toda essa sabedoria! Aguardo ansioso. Será um clássico. Acho que todos os leitores aqui está ansiosos. Vai ser um enxurrada de humildade e sabedoria.

  15. 30/06/2014 at 19:10

    Capataz, seu nome diz tudo. Você não é patrão, é o capataz, o cara que pensa que bate, mas apanha. Agora, o mais triste mesmo é você não poder coloca seu nome nÉ Ter de se esconder é uma merda né?

  16. Paulo Henrique
    30/06/2014 at 16:26

    Sociedade corrompida,esquerdistas no poder,apenas uma ditadura poderá cambiar a “mente” do cidadão e impor assim a educação e o respeito.FORA DILMA.

    • 30/06/2014 at 19:06

      Paulo Henrique uma ditadura não virá. E você ficará aí, falando sozinho, com todos que pedem uma ditadura, são os que não podem ditar regras a si mesmo. Tadinho.

    • Adalberto Barreiros
      04/07/2014 at 17:00

      Paulo, o que tu achou da negação de torturas nos quartéis, pelas Forças Armadas? Ainda que o vice presidente norte-americano, J. Biden, revelou em documentos para o governo depois do último encontro com a Dilma, recentemente? Pra mim isso é muito grave!

    • 04/07/2014 at 21:05

      Adalberto! Tudo mundo viu e todo mundo sabe. As vítimas estão aí, vivas. A presidente da República foi vítima!

    • MARCELO
      07/07/2014 at 10:05

      A presidente foi vítima,e
      alguns apoiadores daquele
      regime que torturava
      apóiam o governo dela.
      Só no Brasil tem isso.
      Nisso,deveriam
      apredender com os
      argentinos.Mas,como
      disse Eduardo Paes,o
      Brasil vive uma
      suruba eleitoral.

  17. Patricia
    30/06/2014 at 15:32

    Esse será nosso futuro: a autoridade de ser babaca dada por tabela á quem bota o dinheiro na mesa. Não estão nem comprando educação, estão financiando o tempo nas universidades pra se tornarem babacas certificados. Parabens flatulento!

  18. Camburão
    30/06/2014 at 15:01

    é esse o tipo de elite que vc acha que vai adotar o solidarismo e fazer desenvolver o país socialmente? Nada de intervenção do Estado, né? tem que vir do coração de cada um…. SEI.

    • 30/06/2014 at 15:10

      Camburão, é uma pena que você não consiga nunca aprender nada do que escrevo. Esse blog não é de política. Eu não quero que ninguém adote nada. Eu sou filósofo, eu escrevo por conta do meu daimon. Acorda homem,

  19. RafaelS
    30/06/2014 at 14:07

    A tal “elite-branca” dos estádios manda a presidente ir tomar no rabo, vaia o hino nacional do país adversário e não apoia o time.
    Enquanto que o torcedor “padrão” brasileiro mata torcedor adversário com tiro de sinalizador, com arremesso de privada e o que mais estiver ao seu alcance, mas apoia o time, menos quando ele joga muito mal ou sem garra, ai eles invadem o campo e tentam espancar o time.
    É, tá complicado, brasileiro não pegou o espírito de como torcer. E a gente ainda não aprendeu a ter discussões relevantes, sem esse tipo de maniqueísmo quase infantil.

    • 30/06/2014 at 14:44

      Rafaels, o tal do “torcedor padrão” seu é bem estranho heim? O Brasil já jogou em casa de centenas de vezes, nunca deu problema, bem diferente de jogos de times que, aliás, são pacíficos sem pensarmos em outros países do Primeiro Mundo. Aliás, estatisticamente, o Brasil é um dos poucos países em que, sempre que a torcida popular foi ao campo, deu menos problema do que os outros. A Inglaterra já chegou a ser cortada das ligas de futebol durante anos. A Itália então, em determinado momento, não tinha mais futebol. O maniqueísmo parece ser algo que você usa. E mal. Bem, talvez você seja jovem e nunca tenha visto a história de nosso futebol.

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